Estudo aponta os efeitos da guerra tarifária no comércio
Entenda os impactos da guerra tarifária EUA-China no comércio global e como ela pode afetar o abastecimento alimentar. Saiba mais sobre os cenários possíveis.
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Entenda os impactos da guerra tarifária EUA-China no comércio global e como ela pode afetar o abastecimento alimentar. Saiba mais sobre os cenários possíveis.
Os ministros do Comércio das maiores economias do mundo, que formam o G20, constataram o colapso das exportações e importações neste ano, num nível até agora não visto na história recente, conforme o Valor apurou. Na esteira da pandemia da covid-19, o comércio global pode ter uma queda dramática neste ano, variando de 5% e 30%, segundo documento da Organização Mundial do Comércio (OMC) que circulou ontem entre os ministros durante a reunião virtual extraordinária.
A participação do agronegócio brasileiro no comércio mundial saltará de 7,04% para 10% até 2018. A meta foi anunciada na última sexta-feira (29) pela ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) durante entrevista coletiva à imprensa. O crescimento das exportações do setor, afirmou, será baseado em garantias sanitárias, produtividade e conquista de novos mercados.
Em meio à escalada de tensões no comércio internacional, a Aliança Internacional do Milho chegou à Organização Mundial do Comércio (OMC) para defender junto a países importadores e exportadores a derrubada de tarifas e obstáculos à biotecnologia no mercado do cereal.
O Brasil se consolidou nos últimos 25 anos como o maior exportador líquido (diferença entre exportações e importações) de produtos agropecuários do mundo, apesar do persistente protecionismo e de crescentes barreiras sanitárias e fitossanitárias no comércio global de alimentos. É o que confirma um levantamento recém-concluído pela Organização Mundial do Comércio (OMC), que reforça as perspectivas de que essa tendência, que se tornou mais aguda a partir do ano 2000, ainda deverá se aprofundar.
Em palestra sobre segurança alimentar e meio ambiente no Congresso realizado durante a Anufood, em São Paulo, nesta última terça-feira (12), a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), afirmou que restrições ao comércio internacional conflitam com interesses ambientais, "já que a maior parte da população mundial se concentra em regiões do planeta onde recursos naturais estão se exaurindo".
O comércio global desmoronou no primeiro semestre, no rastro da pandemia da covid-19, mas uma exceção tem sido a resiliência das transações de produtos agrícolas, com destaque para as exportações do Brasil. É o que mostra levantamento da Organização Mundial do Comércio (OMC) divulgado hoje.
No caso dos lácteos, a projeção é de aumento de 22% na produção mundial entre 2018-2027, graças principalmente ao Paquistão e à Índia. Os dois vão representar 32% da produção mundial de leite em 2027. O essencial da produção suplementar será consumida internamente. A parte da União Europeia nas exportações de lácteos deverá passar de 27% a 29%. Com exceção de leite em pó, os preços do lácteos deverão baixar em termos reais.
O comércio internacional está redefinindo o papel da agricultura no mundo. Sustentabilidade, meio ambiente e competitividade passam a caminhar juntos nas cadeias globais do agro.
Austrália e Nova Zelândia, bastante liberais no comércio agrícola, passaram a subsidiar voos para tornar viáveis exportações de alguns produtos com maior valor agregado; os Estados Unidos pagaram a cotonicultores 33 vezes mais do que eles perderam com disrupções no comércio; o Japão introduziu medidas de estímulo ao consumo do bife wagyu, em detrimento do bovino estrangeiro; e, nesses tempos de pandemia, cada vez mais países estabelecem restrições à exportação de alimentos.
Em evento na Organização Mundial do Comércio (OMC), em Genebra, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) destacou nesta segunda-feira (7) que a entidade "segue como o mais importante fórum para que se alcancem soluções equitativas e para que se construa uma economia global saudável no século XXI".
A China aumentará o apoio da política econômica ao comércio exterior e ao investimento estrangeiro em meio à disseminação mundial do novo coronavírus e à queda na economia global, disse o gabinete do país nesta quarta-feira.
O doce de leite ganha destaque global no Primeiro Fórum Mundial, reunindo produtores, técnicos e amantes do setor em um evento online gratuito. Confira!
Dados do Observatório da cadeia de laticínios da América Latina e do Caribe mostram que nossa região, com cerca de três milhões de produtores de leite, produz cerca de 78,5 milhões de litros de leite, o que representa aproximadamente 11% da produção mundial deste alimento.
Celebração dupla: durante as comemorações do Dia Mundial do Leite, o Sindileite e parceiros comemoraram as doações recebidas para entidades e realizaram o lançamento oficial do Interleite Brasil 2025, na sede do governo de Goiás. Confira!
A Nova Zelândia detém um terço do comércio global de lácteos e praticamente metade do mercado mundial de manteiga.
Líder mundial na exportação de açúcar, carnes bovina e de frango, café em grão e suco de laranja, o Brasil se consolida, a cada ano, como celeiro do mundo. Ao completar 150 anos, nesta quarta-feira (28), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) confirma o slogan "Alimentando o Brasil, Produzindo para o Mundo".
O comércio mundial de lácteos sofreu uma série de golpes nos últimos três anos e deve continuar a enfrentar "ventos contrários", afirma relatório do banco holandês Rabobank sobre o "mapa do mercado de lácteos" divulgado ontem. A expectativa do banco é de que nos próximos três anos o crescimento no comércio de lácteos diminua ligeiramente depois de uma avanço de apenas 0,3% entre 2015 e 2014.
No Dia Mundial do Queijo, conheça os sabores, as histórias e as tradições que fazem do Brasil um dos países mais ricos em queijos artesanais.
A produção global de leite cresce em 2025, com impulso da Ásia e Américas. Europa e Oceania ficam estáveis, e África tem leve queda.
A China aumentou rapidamente a produção doméstica de leite nos últimos anos, atingindo a autossuficiência em 2023. Mas qual o resultado disso no mercado global? Entenda!
A provação para a incorporação do Uruguai ao Acordo Abrangente e Progressista para a Parceria Transpacífica (CPTPP) representa uma porta de acesso privilegiada a mercados que concentram 14% do comércio mundial de produtos lácteos. Leia.
Qual é o panorama geral de lácteos nos principais países produtores de leite? Entenda!
O comércio global de produtos lácteos aumentou 2,8% em 2020, apesar do impacto que a pandemia teve nos mercados e nas economia.