Misturas lácteas ganham força no mercado brasileiro
ategoria cresce desde 2017 com apelo de preço acessível, versatilidade e desempenho, conquistando espaço entre consumidores e confeiteiros. Confira!
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ategoria cresce desde 2017 com apelo de preço acessível, versatilidade e desempenho, conquistando espaço entre consumidores e confeiteiros. Confira!
"Por outro lado, ainda há espaço para avanço em diversas localidades. No Brasil todo, a presença do atacarejo nos domicílios fica entre 59% e 62%, segundo dados Nielsen. Na Grande SP, 77% dos lares usam lojas de atacarejo como ponto de abastecimento, e a estimativa é de que esse percentual, já o mais alto do País, chegue a 85%, principalmente se alguns projetos de lojas voltadas a classes sociais mais altas encontrarem aderência. O formato, porém, está perto de chegar ao ponto limite, acredito que isso ocorrerá dentro de três a cinco anos".
Dados da consultoria indicam que o crescimento do canal atacarejo ('warehouse clubs' na denominação da Euromonitor International) foi de 11% no Brasil em 2017, movimentando R$ 48,4 bilhões em vendas para o consumidor final, enquanto o varejo alimentar ('grocery retailers' na denominação da Euromonitor International) como um todo, que inclui supermercados, hipermercados, lojas especializadas em alimentos/bebidas e lojas de conveniência, apresentou um crescimento de 3,7%.
O atacarejo é um canal muito importante e representa o "Brasil real". Canal deve sair fortalecido após a crise.
Acha que já entendeu tudo sobre o perfil do público frequentador das lojas de cash&carry? Então você precisa conhecer esses dados de pesquisa da Nielsen.
Há quase dois meses o Makro passou a veicular propagandas em horário nobre na televisão para atrair o consumidor final às suas 74 lojas no Brasil. As veiculações têm por objetivo mostrar ao público que a rede também opera no modelo cash & carry, o popular atacarejo. Por décadas o Makro ficou associado ao atendimento a bares, restaurantes, hotéis e outras empresas.
Antes uma escolha mais frequente entre os comerciantes, o atacarejo cresceu em popularidade na América Latina no ano passado. De acordo com dados da Kantar Worldpanel, o canal agora vende diretamente a 46 milhões de lares na região. O levantamento aponta que 44% da população comprou algo nesse tipo de loja ao menos uma vez no ano passado.
Saiba onde o formato avançou em ritmo mais acelerado desde o começo do ano até a primeira semana de junho.
A liberação dos saques de R$ 500 do saldo do FGTS, que deve injetar R$ 42 bilhões na economia brasileira a partir das próximas semanas, é aguardada com expectativa no segmento de atacarejo, uma vez que parte do montante deve ajudar a impulsionar o consumo imediato.
Entre o início deste ano e o dia 9 de junho, período de pouco mais do que cinco meses, as vendas do canal atacarejo cresceram 19%, confirmando o forte ritmo de avanço do formato. Considerando apenas "mesmas lojas", ou seja, unidades em operação há pelo menos 12 meses, o faturamento subiu 6,9%.
Com a crise, o atacarejo ganhou força nos últimos anos em relação aos hipermercados e supermercados. E, ao contrário do que se supunha, conseguiu conquistar consumidores pessoas físicas, especialmente de maior renda, que vão à loja comprar itens para uso próprio.
O grupo de alimentação Pão de Açúcar (GPA), agora separado da Via Varejo - operação de eletrodomésticos que está à venda -, vai dobrar a aposta no setor de atacarejo neste ano. A empresa, que abriu 13 lojas da marca Assaí em 2016, vai ampliar a rede em até 28 unidades este ano, segundo o presidente da companhia, Ronaldo Iabrudi. O ânimo é justificado por números. Em 2016, as vendas totais do grupo subiram 11,7%, para R$ 45 bilhões, enquanto o faturamento do Assaí saltou 39,2%.
Na primeira semana de junho, logo após a liberação da 2ª parcela do auxílio emergencial, o valor gasto pelos consumidores nas lojas do setor supermercadista cresceu 8% em relação à semana inicial do mês de maio.
Com mais de 70 supermercados espalhados pelo Estado do Rio de Janeiro, a rede MultiMarket, associação de empresários de médio e pequeno porte do setor, inicia hoje (24/01) sua operação no formato atacarejo, sob a bandeira MultiAtacadão.
No primeiro trimestre deste ano, lojas do formato atacarejo elevaram sua penetração nos lares em 3,9 pontos percentuais, o que representa a conquista de 2,1 milhões de novos lares pelo canal cash & carry. Os dados são do Consumer Insights, levantamento elaborado pela Kantar .
Segundo dados da consultoria Nielsen , foi o formato atacarejo que garantiu o crescimento do setor supermercadista no ano passado. Juntas, as lojas de cash & carry acumularam crescimento de 13,9% nas vendas em valor e de 12,8% em volume entre janeiro e dezembro de 2018.
O Carrefour e o Grupo Pão de Açúcar (GPA) venderam praticamente o mesmo montante no primeiro trimestre, R$ 12,3 bilhões, cada um - fato inédito desde que as duas companhias divulgam seus dados trimestrais. O empate reflete o crescimento maior do GPA no "atacarejo" - modelo de comércio que reúne atacado e varejo - onde o Carrefour desacelerou.
Se confirmada a compra do Makro pelo Carrefour , o autosserviço brasileiro verá nascer a maior rede de atacarejo do País, uma gigante com vendas em torno de R$ 50 bilhões. Esse valor representa uma diferença de cerca de R$ 20 bilhões da segunda coloca, a bandeira Assaí, do GPA , com faturamento de R$ 30 bilhões ao ano
Pelo quarto ano consecutivo, a rede Assaí é a vencedora na categoria "Atacadista" da pesquisa O Melhor de São Paulo, realizada pelo Datafolha e publicada no jornal Folha de S. Paulo.
Com mais de 8 mil itens no sortimento, abriu as portas hoje (18/2) na cidade de Serra (ES) a primeira unidade do Atacado Vem, nova bandeira de cash & carry do Grupo Coutinho. Instalada no bairro Laranjeiras Velha, a loja conta com mais de 3.500 m2 de área de vendas.
O novo estudo da CVA Solutions sobre varejo alimentar revela uma mudança de comportamento do consumidor brasileiro, que passou a utilizar os minimercados, as lojas de conveniência e até mesmo os supermercados para complementar suas grandes compras mensais. A nova tendência é resultado do contínuo crescimento dos atacarejos, onde o consumidor vem concentrando as aquisições da cesta básica e dos produtos de limpeza, atraído por melhores preços.
Atuar em mercados tão competitivos tem consumido muito mais energia e saúde dos executivos e empresários, que não conseguem dedicar tempo suficiente para se qualificar, ouvir diferentes fontes de informação, como suas equipes e clientes no campo. Não conseguem sequer parar e olhar para o mercado, ver o que é possível ser aprendido e oportunidades que podem ser capturadas. Esquecem-se de que, do campo e da "barriga no balcão", surgem vários insights para suas análises, tomando como base apenas as informações que chegam até eles no escritório − assim, agem com foco no fechamento do mês com atitudes emergenciais. As consequências no longo prazo, bem, resolvem-se no longo prazo.
Assim como em vários setores, o varejo alimentar no Brasil vem passando por mudanças significativas influenciadas principalmente pelos hábitos dos consumidores. Segundo Marcelo Ermini, Diretor da Titanium Geração de Negócios e Capacitação, a 'onda' dos atacarejos é para nós hoje o que foi o 'boom' dos hipermercados no passado.
O segmento atacadista distribuidor cresceu 0,6% em termos reais e 6,9% em termos nominais em 2016, atingindo faturamento de R$ 250,5 bilhões. Os dados são do Ranking Abad (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores)/Nielsen 2017. Os agentes de distribuição respondem hoje por uma fatia de 53,7% do mercado mercearil nacional, que compreende produtos de uso comum das famílias, como alimentos, bebidas, limpeza, higiene e cuidados pessoais.