Aquecimento global: até que ponto a pecuária é responsável?
Até que ponto a pecuária vale a culpa que a pecuária carrega pelo aquecimento global e as mudanças climáticas? Entenda o ponto de vista do autor Israel.
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Até que ponto a pecuária vale a culpa que a pecuária carrega pelo aquecimento global e as mudanças climáticas? Entenda o ponto de vista do autor Israel.
Muitos acreditam que a agricultura e a pecuária são os grandes culpados pelo aquecimento global. Mas, será verdade? Estudos tem desmitificado essa situação.
A produção de leite respondeu por pouco mais de 3% das emissões de GEE do Brasil em 2020. Confira dados e a relação entre os fatos, aqui.
As vacas e as mudanças climáticas estão realmente relacionadas? É possível determinar quanto o rebanho mundial de vacas contribui para produção de metano? Leia!
Ainda não se sabe quem vai assumir a Presidência dos Estados Unidos, mas nesta quarta-feira (4) o país renuncia oficialmente ao Acordo Climático de Paris.
Uma descoberta atual afirmou que os principais causadores do aquecimento global não são as vacas, como muito vem se afirmando por algum tempo. Nesse cenário, Dr. Francisco Salazar, pesquisador do Instituto de Pesquisa Agrícola (INIA) de Remehue, no Chila, fez um discurso no Congresso Mundial de Gases de Efeito Estufa e Agricultura Animal, em Foz do Iguaçu, Brasil, onde divulgou números que mostram essa conclusão.
O Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, está levando sua luta contra o aquecimento global à área rural. O Estado, que é o maior produtor agrícola do país, está agora mirando nos gases de efeito estufa (GEE) produzidos por vacas leiteiras e outros animais.
O aquecimento global começou há 180 anos, muito antes do que se achava até agora, e tudo isso devido ao impacto da revolução industrial no clima, segundo um estudo internacional publicado pela revista científica "Nature".
A Ben & Jerry´s está lançando o sabor SOS, um sorvete de framboesa com marshmallow, calda de framboesa e cones de chocolate branco e chocolate ao leite. O sorvete tem como objetivo chamar a atenção dos consumidores para o clima do planeta.
A produção do setor agropecuário brasileiro vai continuar subindo, independentemente de a temperatura global aumentar ou diminuir. Essa previsão foi apresentada pelo assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Nelson Ananias Filho, em audiência promovida pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados na terça-feira.
O aquecimento global é inegável, mas não tão forte ou danoso que justifique aplicar cortes radicais nas emissões de carbono, pois essa política prejudicaria principalmente países e populações mais pobres. Esse foi o foco principal das análises apresentadas ontem (29), em São Paulo, por duas autoridades mundiais na área de mudanças climáticas: Bjorn Lomborg, cientista político dinamarquês, e o climatologista norte-americano Patrick Michaels, membro sênior de estudos ambientais do <i>Cato Institute</i>.
O Brasil e outros países emergentes terão de se comprometer a cumprir metas detalhadas de redução de emissões de dióxido de carbono (entre 15% e 30%) para ter acesso a bilhões de euros que financiariam a luta contra as mudanças climáticas e o desmatamento de florestas. Essa é a proposta que a União Europeia apresentará amanhã (28), em Bruxelas, como base para o novo tratado climático que substituirá o Protocolo de Kyoto.
O aquecimento ôhmico proporciona melhorias na fabricação do doce de leite. Saiba mais sobre o assunto neste artigo, acesse e confira!
A Danone anunciou um plano de ação global para reduzir as emissões absolutas de metano a partir de sua cadeia de suprimentos de leite fresco em 30% até 2030.
O Interleite 2007 trará um palestrante extra ao evento, mesmo após a definição da programação. Ele abordará um tema que, se ainda não faz parte do dia-a-dia do setor hoje no Brasil, muito em breve, fará. Trata-se da relação entre sistemas de produção de leite e aquecimento global, e seus possíveis efeitos nas práticas adotadas pelos produtores de leite em todo o mundo."Não poderiámos perder essa oportunidade", explica Marcelo P. Carvalho, coordenador do evento.
Com o incremento das emissões dos GEE à atmosfera, detectou-se aumento do aprisionamento do calor no planeta Terra durante um longo período de tempo. Desta forma, ocorre o que se convencionou chamar de aquecimento global, o qual por sua vez pode gerar alterações e mudanças nos padrões do clima da Terra, com consequências imprevisíveis.
As árvores têm sido essenciais no enfrentamento ao aquecimento global, recuperação da diversidade e incremento da capacidade produtiva de áreas degradadas. Leia
No seminário "Mudanças Climáticas Globais e seus Efeitos na Agricultura, Recursos Hídricos e Saúde Pública", que acontece hoje na sede do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em São Paulo, especialistas discutirão os impactos do aquecimento global nos três segmentos (agricultura, oferta de água e saúde pública) por meio de palestras e mesas redondas.
A cooperativa de laticínios Arla inaugurou uma nova planta de produção na fábrica de laticínios Ponsfeld, na Alemanha. Saiba os planos!
Os animais podem ajudar a alimentar o mundo e conter o aquecimento global atingindo as metas estabelecidas para 2030. Leia mais!
Tom Davidson é uma das mais respeitadas personalidades do agronegócio da Austrália. Um dos responsáveis pelo desenvolvimento da cadeia produtiva do leite naquela região do planeta. No 6º Congresso Internacional do Leite abordará o tema: Quais os possíveis impactos do aquecimento global no setor lácteo?
Segundo Hilton Pinto, caso se concretize a previsão de Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática (IPCC) para o clima mundial, a pecuária será uma das atividades fortemente prejudicadas. Entre os efeitos previstos, está a redução drástica na produção de leite e o aumento no número de abortos.
Sob olhar desconfiado dos europeus, a pecuária terá de encontrar alternativas para reduzir as emissões de metano, um dos gases de maior impacto sobre o aquecimento global. Nos fóruns internacionais, o tema é incontornável. Se a indústria da carne não encontrar uma saída, dificilmente escapará da incidência de impostos mais altos, como foi recentemente proposto por parlamentares da Alemanha.
Os compromissos específicos assumidos pelos países signatários do Acordo de Paris para reduzir as emissões de gases de efeito estufa relativos à atividade agrícola e as ações para alcançar essas metas ainda não são suficientes para diminuir o impacto da atividade sobre as emissões e o aquecimento global. Essa é a avaliação de Zitouni Oul-Dada, diretor da Divisão de Clima e Ambiente do Departamento de Clima, Biodiversidade, Terra e Água da Agência para Agricultura e Alimentação da ONU (FAO), em entrevista ao Valor.