Doenças uterinas em vacas de leite
Saiba tudo sobre as doenças uterinas que acometem as vacas leiteiras: retenção de placenta, febre pós-parto, metrite, endometrite e piometra.
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Saiba tudo sobre as doenças uterinas que acometem as vacas leiteiras: retenção de placenta, febre pós-parto, metrite, endometrite e piometra.
Seção Reprodução: "Após o parto, para que a vaca esteja apta a conceber novamente, é necessário que vários processos ocorram, sendo eles a involução uterina, a regeneração do endométrio, a eliminação do conteúdo bacteriano do útero e a retomada da atividade cíclica ovariana (Sheldon et al., 2008). O risco da ocorrência de doenças uterinas é aumentado quando existem falhas em um ou mais desses processos, reduzindo assim a fertilidade de vacas leiteiras (Djuricic et al., 2012). Além disso, fatores endócrinos, imunológicos, genéticos, de manejo e suas interações contribuem para o aumento na incidência de infecções uterinas", por Rodrigo R. Buso, Carla C. Campos e Ricarda M. Santos, da Faculdade de Medicina Veterinária - Universidade Federal de Uberlândia.
Reprodução: Vacas no período de transição precisam de repouso e nutrição adequados, além de ambiente social relativamente estável, para conservar o estado de saúde. Alguns fatores de risco para enfermidades infecciosas e metabólicas pós-parto e para claudicação nos meses seguintes têm relação com o alojamento e o manejo. Por Ricarda dos Santos (Profa. da UFU) e José Vasconcelos (Prof. da UNESP)
Saiba aqui os alimentos que podem substituir o milho como fonte de energia para vacas leiteiras, suas características e forma de utilização!
Não cadastrar a produção média real das vacas pode ser um problema na hora da formulação das dietas, pois esse dado afeta as exigências. Saiba mais nesse artigo
E se acordássemos um dia e todas as vacas do planeta tivessem sumido? Quais seriam as implicações nutricionais, ambientais, econômicas e sociais?
Alguns estudos realizados em diferentes partes do mundo mostraram que as vacas secas também são afetadas negativamente, quando submetidas a condições de altas temperaturas.
Reagrupamento de vacas leiteiras é usado em fazendas leiteiras para manter grupos homogêneos em termos de fase de gestação para otimizar o manejo nutricional. Em muitas fazendas leiteiras vacas de aproximadamente 225-255 d de gestação são alojadas em grupos denominados de "pré-parto" e vacas com mais de [...]
O calor aumenta as perdas de produção de leite, uma parte importante das perdas se deve ao efeito negativo do calor sobre a fertilidade das vacas. Saiba mais!
Mastite no pós-parto? Veja como o protocolo da Clínica do Leite detecta infecções cedo e protege vacas recém-paridas, reduzindo perdas produtivas e econômicas.
"O objetivo que estabelecemos para nós mesmos em Israel e que estou tentando alcançar nos projetos no exterior é manter as vacas no "conforto térmico" (temperatura corporal abaixo de 39ºC), na maioria das horas do dia, durante todo o verão. Para isso, foram utilizados vários meios para a dissipação do calor das vacas, utilizando o conhecimento e a experiência que acumulamos neste tópico aqui, adaptando-o às condições especiais de cada fazenda leiteira", por Israel Flamenbaum.
Estresse térmico é o maior desafio econômico em rebanhos leiteiros; entenda mais sobre possíveis soluções, impacto ambiental e avanços tecnológicos.
Privar as vacas leiteiras de sono e repouso podem trazer consequências para o bem-estar, qualidade de vida e produção de leite. Saiba mais aqui.
Em épocas mais quentes, manter os animais em boas condições corporais e com temperatura adequada é inquestionável, em períodos de parto a necessidade aumenta.
Identificar as vacas infectadas é apenas o primeiro passo no controle da mastite causada por Staphylococcus aureus. Este caso mostra como o Protocolo da Clínica do Leite reduziu a mastite por S. aureus em um rebanho comercial.
O resfriamento das vacas pode reduzir significativamente perdas e melhorar a rentabilidade da fazenda. Mas o resfriamento voluntário funciona? Saiba aqui!
Neste artigo vou compartilhar com os leitores alguns insights obtidos durante a visita e que podem ser importantes para o setor lácteo brasileiro. Leia mais!
Considerando que o período seco é uma fase importante para a saúde da vaca na lactação seguinte, é crucial reduzir os fatores estressantes que prejudicam a resposta imune e aumentam o risco de infecções e distúrbios metabólicos durante o período de transição. Portanto, o uso do método intermitente de secagem pode ser uma prática benéfica para o bem-estar das vacas, pois reduz a produção de leite antes da ordenha final e permite melhor conforto durante a fase inicial do período seco.
Conheça as melhores práticas atuais no monitoramento da saúde das vacas e alcance suas metas financeiras e de produtividade.
A mastite impacta a produtividade leiteira, gerando perdas econômicas de até US$ 13 bi/ano. O controle eficaz exige entender causas e adotar estratégias preventivas: saiba mais aqui!
O tempo gasto dormindo pode afetar a saúde, a produção e o bem-estar da vaca mais do que imaginamos. Saiba mais!
A assistência durante o parto é importante para garantir a sobrevivência da vaca e do bezerro, mas a intervenção desnecessária pode causar lesões. Entenda.
No jogo da reprodução, cada hora conta - e novos dados mostram exatamente quanto. Três grandes estudos revelam a janela ideal de inseminação em vacas com IATF e SAMA.
O resfriamento das vacas secas melhora a produção de leite na lactação subsequente e, além disso, melhora o status imunológico em um momento de risco significativo de doença. O efeito positivo do resfriamento no período seco é muito maior nas vacas adultas do que nas jovens.