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O que precisamos saber sobre Leveduras Vivas

NOVIDADES DOS PARCEIROS

EM 26/04/2021

3 MIN DE LEITURA

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De acordo com as últimas pesquisas, qualquer levedura usada em rações leiteiras precisa ser metabolicamente ativa (viva) para ser totalmente eficaz na estabilização do ambiente do rúmen quando enfrenta um desafio de acidose.

Por quê? Porque embora as leveduras vivas e mortas possam atuar como fonte de nutrientes para geralmente aumentar o crescimento microbiano e melhorar a fermentação do rúmen, apenas uma levedura viva pode exercer efeitos metabólicos importantes, tais como:

  •  Consumir oxigênio para limitar bactérias aeróbicas prejudiciais
  •  Produção de metabólitos que estimulem bactérias que digerem fibras
  •  Competição por açúcares para reduzir acúmulo de ácido láctico
  •  Estabilização ativa do conteúdo do rúmen, em torno do pH 6.

Em um experimento utilizando novilhas não lactantes, a levedura Vistacell foi mais eficaz na manutenção da ingestão de matéria seca (11,2 vs. 10,0 kg DM/dia) e pH de rúmen médio (pH 5.9 vs. 5.7) do que uma versão inativada (morta) da mesma levedura. O tempo gasto abaixo do pH crítico 5.8, ponto em que a digestão de fibras está comprometida foi reduzido em 2,3 horas por dia!

Com rações densas em energia contendo ingredientes altamente fermentáveis, essenciais    para suportar totalmente produções acima de 30 litros de leite/vaca, a maioria das vacas de início a meio de lactação estão enfrentando um desafio de acidose, diariamente. A diferença que a levedura viva Vistacell pode fazer para a função rúmen e eficiência é, portanto, substancial.

Muitas fazendas leiteiras podem usar essa ferramenta para ajudar a otimizar o pH do rúmen, melhorar a função do rúmen e aumentar o leite pela melhor digestibilidade da dieta, tendo como principais ganhos a eficiência de conversão da dieta, e a redução da incidência de acidose ruminal subaguda (SARA).

No entanto, para obter esses resultados é vital que a levedura usada esteja em uma forma viva e metabolicamente ativa. Afinal, é a capacidade de exercer esses efeitos metabólicos cruciais que maximiza tanto a resposta de desempenho quanto o subsequente aumento das margens e da rentabilidade.

Otimize o pH do rúmen para o melhor desempenho animal

"O condicionamento do rúmen é um processo muito mais complexo do que simplesmente evitar a acidose", explica o Dr. Derek McIlmoyle, o Diretor Técnico da AB Vista. "Mesmo antes da acidose se tornar um problema, a eficiência da fermentação pode ser comprometida se o ambiente do rúmen estiver desequilibrado. O resultado é uma perda de nutrientes, desempenho abaixo do ideal e uma margem menor sobre os custos de alimentação”.

O risco de acidose é maior quando grandes volumes de concentrados fermentáveis rapidamente são ingeridos, particularmente se a ração for relativamente baixa em fibras digestíveis e estruturais, ambas essenciais para uma boa função do rúmen.

"Mais importante ainda, se as dietas estão desafiando os limites que o rúmen pode suportar, mesmo evitando-se a acidose subclínica, as chances são de que a eficiência da fermentação do rúmen já esteja comprometida", acrescenta o Dr. McIlmoyle. "É aí que a levedura metabolicamente ativa (Vistacell) realmente entra em ação, melhorando a eficiência alimentar, bem como redução do risco de acidose."

"A produção máxima de AGV ocorre quando o rúmen é mantido acima do pH 5. 8, idealmente o mais próximo possível do pH 6.0, e é nestas condições que temos os ganhos de eficiência", confirma o Dr. McIlmoyle.


Gráfico ph ruminal

"Parece que para as vacas leiteiras de alto desempenho, mesmo com pequenas ingestões de concentrados podem desencadear SARA, mesmo para vacas a pasto” afirma o Zootecnista Nelson Ferreira, Gerente de Ruminantes da AB Vista.

Os sintomas da SARA incluem reduções inesperadas na ingestão de matéria seca, da produção de leite ou do teor de gordura do leite, bem como grãos da dieta ou pedaços de mucina no esterco (ver Figura 2). A incidência de problemas de saúde como mastite e laminite também pode ser aumentada. 

Grãos não digeridos no estercoPedaços de mucina no esterco
Figura 2
Esterco anormal é um indicador-chave da SARA
Esquerda: Grãos não digeridos no esterco. Direita: pedaços de mucina no esterco

 

 

Nelson Ferreira Jr,  Gerente de Negócios Ruminantes LAM da AB VistaNelson Ferreira Jr,

Gerente de Negócios Ruminantes LAM da AB Vista.

 

 

Esse é um conteúdo da ABVista

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