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BVD: muito mais que um entrave para a fertilidade das vacas

NOVIDADES DOS PARCEIROS

EM 09/06/2021

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A diarreia viral bovina (BVD) é uma doença viral de bovinos de grande importância em termos econômicos¹. A doença é conhecida principalmente devido aos prejuízos relacionados com a reprodução, como infertilidade, baixa taxa de concepção, maior intervalo entre partos, perda embrionária precoce, abortamentos e defeitos congênitos.

Segundo Richter et al. (2017) o impacto econômico da BVD pode variar de US$ 0,50 a US$ 687 por cabeça. Contudo, a doença não afeta apenas o trato reprodutivo dos animais, mas tem implicações também no desempenho e na produção de leite. Este impacto também está relacionado com imunossupressão, retardo no crescimento dos animais, quedas na produção, mortalidade e tratamentos paliativos para doenças oportunistas.

Devido à imunossupressão causada, a BDV pode “abrir as portas” para outras doenças que afetam o complexo respiratório, reprodutivo, doenças do trato gastrintestinal e infecções da glândula mamária. Assim, surtos de BVD têm sido relacionados com redução repentina na produção de leite, maiores taxas de mastite e CCS no tanque.

Uma das principais ferramentas para prevenir os prejuízos causados pela BVD, inclusive os efeitos na produção de leite, é por meio da vacinação do rebanho. Um estudo recente comparou a produção de leite em animais vacinados e não vacinados em rebanhos endemicamente infectados pela BVD e observou que a produção de leite nos animais vacinados no início e meio de lactação foi de 0,61 a 1,8L a mais quando comparado às vacas não vacinadas.

Os cientistas associaram esta diferença de produção principalmente com o déficit de energia observado em animais infectados. Isso acontece porque a infecção estimula a produção de anticorpos e células de defesa, o que consome muita energia. Animais não infectados, por sua vez, têm os recursos corporais disponíveis para a produção de leite.

Estes resultados foram observados mesmo em rebanhos endêmicos, em que se presumia que os animais já tivessem imunidade devido à exposição prévia ao vírus. Veja o estudo completo aqui.

Esta pesquisa foi conduzida utilizando a vacina viva contra BVD da Boehringer Ingelheim, a Bovela®. Esta vacina pode ser aplicada em animais a partir de 3 meses, com dose de reforço a cada 12 meses e a conveniência de poder vacinar todo o rebanho de uma vez, pois não há contraindicação em relação ao estágio da gestação ou lactação.

Ainda com dúvidas sobre vacinar ou não o seu rebanho? Lembre-se: a BVD não causa apenas baixa fertilidade, mas também perdas significativas na produção de leite. Você pode calcular a viabilidade do produto utilizando a calculadora abaixo:

¹ Schmitt–van de Leemput E, Metcalfe LVA, Caldow G, Walz PH, Guidarini C (2020) Comparison of milk production of dairy cows vaccinated with a live double deleted BVDV vaccine and non-vaccinated dairy cows cohabitating in commercial herds endemically infected with BVD virus. PLoS ONE 15(10): e0240113. https://doi.org/ 10.1371/journal.pone.0240113

 

Este é um conteúdo de Boehringer Ingelheim.

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