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Influência da suplementação mineral na prevenção de transtornos reprodutivos de vacas leiteiras

Por Vinícius Boechel Barcelos e João Paulo Costa dos Santos, Graduandos em Medicina Veterinária; Elisângela Mirapalheta Madeira, Mestranda em Medicina Veterinária; Liziane Lemos Vianna, Mestranda em Biotecnologia; Ivan Bianchi e Marcio Nunes Corrêa, Doutores em Biotecnologia. (NUPEEC - Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária, Universidade Federal de Pelotas - UFPel)

Introdução

A deficiência mineral é um problema característico da maioria dos sistemas de produção nas diversas partes do mundo, gerando perdas econômicas devido à diminuição da produtividade do rebanho. Nos últimos 30 anos, a suplementação mineral em rebanhos bovinos sofreu incremento, sobretudo em função da massiva propaganda realizada pelas empresas de suplementos minerais.

Por um lado isso foi positivo, pois induziu à conscientização sobre as deficiências minerais como causa de enfermidades e de prejuízos econômicos, havendo assim amplo crescimento na suplementação mineral. Por outro lado, profissionais do ramo agrário insistem em indicar aos produtores misturas minerais ditas completas ou até mesmo o próprio produtor utiliza as misturas minerais comerciais (MMC), porém, tanto essas como aquelas podem apresentar concentrações abaixo da demanda metabólica animal, comprometendo a sanidade e refletindo nos índices reprodutivos.

Em vacas leiteiras, a mineralização (suplementação) tem como prioridade a melhora no desempenho reprodutivo, que consiste na diminuição do intervalo entre partos e aumento na taxa de concepção. Além dos efeitos na reprodução, a suplementação aumenta a produção e melhora a qualidade do leite, reduzindo a contagem de células somáticas. Muitos problemas reprodutivos são causados pelo consumo insuficiente de energia e de proteína. Porém, muitas pastagens, como as cultivadas no Brasil, são também deficientes em fósforo (P), zinco (Zn), cobre (Cu), cobalto (Co), iodo (I), sódio (Na) e selênio (Se), o que ocasiona redução no consumo e no aproveitamento do alimento; assim, os transtornos reprodutivos são causados indiretamente, o que dificulta a identificação dos sinais específicos da(s) deficiência(s).

Geralmente a deficiência mineral é de vários elementos ao mesmo tempo, acompanhada por problemas infecciosos, especialmente nas carências dos microelementos, que podem aumentar a susceptibilidade a infecções. As deficiências severas possuem sinais característicos, enquanto que as carências leves possuem sinais pouco característicos, podendo gerar redução na ingestão e na utilização do alimento, queda na taxa de crescimento, baixa fertilidade e redução na produção de leite.

Minerais relacionados com a atividade reprodutiva de vacas leiteiras

Grande parte dos minerais essenciais é necessária à reprodução, desempenhando funções nos sistemas enzimáticos, na formação da estrutura de células, de órgãos e de tecidos, e na manutenção do equilíbrio ácido-básico, da pressão osmótica e da permeabilidade de membranas. Todavia, esses nutrientes têm papéis e exigências específicas nos tecidos reprodutivos, sendo que essas exigências e funções podem modificar, dependendo da fase do ciclo reprodutivo ou da gestação. O bom funcionamento do tecido reprodutivo pode ser limitado por deficiência nutricional em períodos críticos, como em períodos de transição, picos de lactação, parto e puberdade.

Cálcio (Ca) - Mecanismos dependentes de Ca estão envolvidos na síntese de esteróides nas glândulas adrenais e nos ovários, podendo influenciar na esteroidogênese, na liberação ou na utilização de colesterol e na conversão da progesterona. Os processos ativados por receptores que conduzem à secreção de gonadotrofinas são altamente dependentes de Ca. Além disso, a liberação de hormônio luteinizante depende da estimulação de GnRH, que envolve um mecanismo controlado pelo Ca.

O início da lactação eleva de forma abrupta as exigências de Ca. Uma vaca produzindo 10 kg de colostro eliminará 23 g de Ca em uma única ordenha, o que representa nove vezes mais do que a quantidade de Ca circulante no organismo. A suplementação da vaca leiteira no período de transição é um dos principais gargalos, pois suplementar nesta fase significa poder evitar transtornos no pós-parto como retenção de placenta ou hipocalcemia. A hipocalcemia é geralmente considerada como um dos determinantes do desempenho reprodutivo nos rebanhos. A hipocalcemia subclínica está relacionada com desordens metabólicas como a mastite, metrite, prolapso uterino, cetose e retenção de placenta, pois o Ca é um dos principais minerais responsáveis pela contração muscular e, consequentemente, a atonia uterina e eliminação da placenta. O uso de dietas aniônicas no pré-parto visa à liberação de Ca ósseo, evitando a hipocalcemia clínica ou subclínica.

Fósforo (P) - A redução na ingestão de alimento é o efeito mais precoce da deficiência de P e isso pode levar a deficiências de outros nutrientes, tais como proteína e energia. Uma consequência grave da deficiência de P é a ingestão de materiais que normalmente não participam da dieta (alotrofagia ou apetite depravado), tais como ossos, pedras e madeira, predispondo os animais ao botulismo enzoótico. A deficiência de P é geralmente associada a desordens reprodutivas em bovinos, mas a infertilidade devida à deficiência de P geralmente ocorre depois de outros sinais clínicos.

Manifestações clássicas da deficiência de P envolvem redução das taxas de concepção, estros irregulares, diminuição da atividade ovariana, aumento na incidência de cistos foliculares e depressão geral da fertilidade. A deficiência de P afeta todos os tipos celulares, já que esse elemento é componente de ácidos nucléicos, de nucleotídeos, de fosfolipídios e de algumas proteínas. O envolvimento de P na síntese de fosfolipídios e de AMPc pode ser a chave de seu efeito na reprodução.

Matrizes de alta produção que recebem dietas com alto teor de grãos, que por sua vez são ricos em P, podem consumir menores quantidades de P por meio de suplementações minerais. Porém, é importante considerar que o P presente nos grãos está ligado ao fitato e o seu aproveitamento é limitado à ação das fitases no rúmen.

Zinco (Zn) - A deficiência de Zn pode afetar concentrações hormonais em fêmeas bovinas gestantes, esse mineral está relacionado a abortos, teratogênese (má formação fetal), gestação prolongada, mumificação fetal, distocia, baixo peso ao nascer, aumento de hemorragia ao parto e redução na sobrevivência da cria. O feto precisa de Zn para seu crescimento e desenvolvimento normal, desta forma se ocorrer a deficiência deste nutriente na dieta o desenvolvimento embrionário e fetal será afetado por vários mecanismos, incluindo a redução da proliferação celular, da síntese de proteína e das taxas de polimerização da tubulina (componente do citoesqueleto), o aumento das taxas de dano oxidativo e da morte celular programada (apoptose).

As exigências de Zn para animais em reprodução são provavelmente mais altas do que em outras fases da vida, devido às demandas por esse nutriente durante o crescimento fetal, o estresse do parto e a produção de leite.

O Zn pode modular a formação de prostaglandina in vitro, as quais são produzidas em resposta ao estímulo hormonal, sendo responsáveis pelo controle da atividade da musculatura lisa, que desempenha papel importante no parto. O Zn modula a ação de fatores de crescimento semelhantes à insulina (IGFs), cuja função vem sendo bem explorada na atualidade, principalmente no que diz respeito aos efeitos desses fatores em curvas de lactação e na reprodução em vacas de alta produção.

Cobre (Cu) - A deficiência de Cu é comum em ruminantes, seja ela na forma primária ou ligada a outros minerais em excesso como o Zn. Se os níveis de Cu circulante na matriz são marginais, qualquer situação que reduza sua disponibilidade pode comprometer o feto e o embrião. O Cu se distribui por vários tecidos, principalmente na forma de complexos orgânicos, muitos deles metaloproteínas, que funcionam como enzimas.

As funções do Cu estão primariamente ligadas à capacidade catabólica de enzimas, mas na deficiência dele também observam-se alterações no metabolismo de proteínas e de lipídios. O envolvimento do Cu em muitos processos oxidativos e enzimáticos pode fazer com que sua deficiência tenha consequências generalizadas, em vez de efeitos específicos diagnosticáveis. Sua deficiência comumente causa morte embrionária, atividade ovariana subótima, depressão do estro, taxa de concepção reduzida, retenção de placenta, distocia e problemas ósseos.

Selênio (Se) - Este microelemento, que durante muitos anos foi enfocado mais do ponto de vista de sua toxicidade para os animais, é hoje considerado muito mais importante sob o aspecto de sua essencialidade. Sua deficiência é associada com o aumento da expressão de genes envolvidos no estresse oxidativo, com um papel importante na manutenção da integridade celular, sendo por isso importante para evitar a morte do feto jovem. Atua como parte de uma enzima, protegendo as células luteais da peroxidação lipídica, auxiliando na manutenção da integridade do corpo lúteo.

Sua carência pode causar infertilidade, aborto, nascimento de bezerros fracos ou mortos e retenção de placenta. Na dieta de bovinos a deficiência de Se pode ser corrigida através do uso de sais de minerais enriquecidos com Se e vitamina E. Experimentos realizados na Califórnia (USA), impediram as perdas devidas a partos prematuros e bezerros fracos ou mortos através da aplicação de uma injeção de selenito de sódio + vitamina E ministrada às vacas um mês antes do parto, provando dessa forma que o Se está relacionado com o metabolismo da vitamina E.

Outro efeito positivo do Se juntamente com a vitamina E é na redução da contagem de células somáticas, que pode ser explicado pelo papel específico de cada um na imunologia da glândula mamária.

Não existem, até o momento, muitos trabalhos sobre a ocorrência de deficiência de Se nas pastagens do Brasil, mas há indicações de que este possa ser um problema importante para bovinos sob pastejo em regiões de solos mais pobres.

Manganês (Mn) - Este mineral está largamente distribuído em cada tecido e célula do organismo em concentrações muito baixas, sendo essencial para o desenvolvimento normal dos ossos e para o adequado funcionamento reprodutivo. Os mecanismos pelos quais o Mn influencia a reprodução são múltiplos e sua deficiência induz disfunções reprodutivas: queda na fertilidade, aumento do número de serviços por concepção, anestro e ciclos irregulares, baixo desenvolvimento folicular, atraso na ovulação, aumento da incidência de abortos, nascimento de terneiros fracos, engrossamento das articulações, menos contratibilidade do útero e catarros genitais purulentos.

O Mn possui envolvimento na síntese de esteróides e na sensibilização do útero aos estrógenos. Atua também na síntese de colesterol, papel esse importante na fertilidade, já que o colesterol é a substância básica para a progesterona. Isso explicaria a maior quantidade de Mn nos corpos lúteos em florescimento.

Cobalto (Co) - é necessário para a síntese microbiana de vitamina B12. Sua deficiência está associada à anemia e fraqueza geral que podem indiretamente causar infertilidade. A manifestação mais comum de deficiência de Co é a redução da taxa de concepção. Além disso, pode apresentar retardo na involução uterina, estros silenciosos, ciclos estrais irregulares, atraso na puberdade, abortos, nascimento de bezerros fracos e ovários não funcionais. A suplementação em rebanhos deficientes aumenta a taxa de concepção e reduz a incidência de cios irregulares ou ovulações silenciosas.

Conclusões

A deficiência mineral afeta de forma significativa a função reprodutiva de vacas leiteiras, entretanto a carência e/ou excesso de minerais nem sempre desenvolvem sinais clínicos, apresentando-se geralmente na forma silenciosa, ou seja, subclínica.

Devemos, então, considerar as diferentes regiões brasileiras, bem como a qualidade de cada pastagem e dietas formuladas. Para isso, são necessários levantamentos regionais através de análises bromatológicas para que se possa formular dietas que realmente atendam às exigências, evitando excessos e/ou deficiências. Recomenda-se que os minerais sejam fornecidos associados a concentrados ou suplementos, pois o consumo ad libitum, normalmente utilizado pelos criadores, não alcança níveis adequados de ingestão. Até que tenhamos mais informações envolvendo a carência mineral, é recomendável que os animais sejam alimentados de acordo com suas reais exigências nutricionais, evitando deficiência ou mesmo excesso em seu fornecimento.

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GALDENIA LIMA

NOSSA SENHORA DA GLÓRIA - SERGIPE - ESTUDANTE

EM 20/07/2020

Parabéns! excelente conteúdo, sucinto e contendo importante informações.
DIEGO ARNALDO COTA

ALVINÓPOLIS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 21/10/2019

To com uma vaca partida tem 110 dias mas de 1 mês para cá começou a aparecer papo no pescoço abaixo do maxicilar o que pode ser como sanar este poblema
ANA

BARRETOS - SÃO PAULO

EM 28/08/2014

Isso tbm justifica a deficiência de zinco, b12 ferro em pessoas que consomem carne vermelha, se essa carne for proveniente de vacas desnutridas.
RUDI BRANCO

TEUTÔNIA - RIO GRANDE DO SUL

EM 06/06/2010

Este artigo esclarece alguns aspectos interessantes a respeito da deficiência de minerais, principalmente no período pré e pós parto. Tenho aconselhado o uso de minerais orgânicos nestes períodos de maior necessidade dos animais, além do uso dos minerais inorgânicos. Sabe-se que os minerais normais proporcionam uma baixa baixa absorção. Neste sentido os minerais orgânicos - cobre, selênio, zinco e cromo - são absorvidos como se fossem proteínas, não estando sua absorção relacionada a disponibilidade de qualquer outro. Além destes também encontram-se minerais orgânicos na forma injetável, ficando disponíveis a sua utilização pelo organismo á medida das necessidades do animal. Conseque-se assim reduzir bastante as deficiências no período que antecede ao parto e após o parto, melhorando desta maneira a performance do animal neste período de grandes necessidade dos animais.
VINICIUS BOECHEL BARCELOS

PELOTAS - RIO GRANDE DO SUL - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 24/05/2010

Prezado Bruno Fellner Ferreira, o fósforo é um importante componente dos microorganismos do rúmen, no caso de deficiência primeiramente ocorre uma queda na ingestão de matéria seca (IMS) pelo animal, pois os microorganismos reduzem a capacidade de degradação das fibras e assim diminui a digestibilidade do alimento. Sabe-se que uma redução na IMS acarreta em várias perdas, entre elas está à perda de condição corporal que acaba refletindo sobre a produção de leite e sobre o desempenho reprodutivo das vacas. Outra atuação do fósforo é a de participar como constituinte dos ossos, sendo depositado e reabsorvido juntamente com o cálcio, por isso em casos de balanço nutricional inadequado entre os níveis desses dois elementos pode ocorrer um quadro de hipocalcemia conhecida como febre do leite em vacas leiteiras, que normalmente ocorre próxima ao parto devido à maior mobilização de cálcio para produção inicial de leite.
VINICIUS BOECHEL BARCELOS

PELOTAS - RIO GRANDE DO SUL - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 24/05/2010

Prezado Antenor Fornazari Neto, o selênio é um mineral que possui envolvimento no metabolismo oxidativo, atua como constituinte de algumas selenoproteínas como a glutationa-peroxidase, deiodinases e tioredoxina-redutase, essas enzimas auxiliam na manutenção do potencial redox das células e protege-as do estresse oxidativo (estresse oxidativo é o desequilíbrio entre a produção e a remoção de radicais livres das células), nesse sentido sabe-se que essas enzimas atuam na remoção de peróxidos produzidos na oxidação de lipídeos. Dessa maneira, ocorre uma proteção das células luteais, células da teca e células da granulosa contra peróxidos lipídicos, auxiliando na integridade e manutenção do corpo lúteo e dos folículos.
Outra função do selênio é a de auxiliar, da mesma forma que o cromo, no metabolismo de carboidratos facilitando a ligação da insulina com seus receptores na membrana das células. Nesse sentido ocorre uma minimização do balanço energético negativo (BEN), uma vaca que se encontre em BEN se torna mais susceptível a infecções, ainda mais no período pós-parto (período em que o BEN é mais intenso). É sabido que a regressão do corpo lúteo é provocada pela presença de prostaglandina F2a (PGF2a), que é produzida pelo endométrio durante todo o ciclo estral, no caso de ocorrer uma infecção uterina há um desequilíbrio nos níveis de PGF2a, assim pode haver persistência do corpo lúteo caracterizando um cisto no ovário.
A associação do selênio com cistos ovarianos se dá de maneira indireta, ou seja, a freqüência de cistos ovarianos em um rebanho não pode ser atribuída somente ao selênio visto que essa patologia pode ser ocasionada por outros fatores que não pela deficiência deste mineral, além disso, o metabolismo oxidativo é composto por muitas enzimas e co-fatores que não possuem envolvimento somente com o selênio.

O cromo assim como o selênio é um mineral que possui funções que ainda não foram totalmente esclarecidas; o que se sabe é que esse elemento atua como um "facilitador" na interação entre a insulina e seus receptores nos tecidos sensíveis a este hormônio, como conseqüência auxilia aumentando a tolerância a glicose. Vários estudos já foram realizados demonstrando que vacas no período pré-parto apresentam maior resistência à insulina e que essa resistência estende-se até o início da lactação. Nesse ponto a suplementação com cromo pode-se tornar importante para realçar a atividade da insulina e minimizar os efeitos do balanço energético negativo no periparto, refletindo indiretamente sobre os processos reprodutivos.
BRUNO FELLNER FERREIRA

MAUÁ - SÃO PAULO - ESTUDANTE

EM 04/05/2010

Muito bom o artigo, gostaria de saber mais informações do fosforo em que ele pode acarretar na produção de leite em vacas leiteira.
JOSE PEDRO LOPEZ BRUNO

MALDONADO - PESQUISA/ENSINO

EM 26/04/2010

Muy buen artículo sumamente claro y didactico, realmente el buen nivel de la universidad de pelotas, además de ser cercana y por lo tanto aplicable en el uruguay.
ANTENOR FORNAZARI NETO

JOAÇABA - SANTA CATARINA - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 11/02/2010

Parabéns ao grupo pelo artigo!
Muito importante e pertinente esta abordagem dos minerais, visando mostrar a importância dos mesmos no que tange aos aspectos reprodutivos.
Gostaria de saber maiores detalhes sobre a influência do selênio nos cistos de ovário e também da interação do cromo com os processos reprodutivos.
Abraço!
Antenor Fornazari Neto
MilkPoint AgriPoint