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47 resultados para "vendam"

04/07/2016

Romênia deverá exigir que supermercados vendam 51% de alimentos locais

A Romênia deverá aprovar uma lei requerendo que os supermercados vendam um mínimo de 51% de alimentos locais, incluindo lácteos, confeitaria e produtos de carne. De acordo com o texto, 51% das frutas, vegetais, carnes, ovos, mel, produtos lácteos e de confeitaria terão que ser de cadeias curtas de fornecimento, o que significa fornecedores nacionais ou regionais, e afetariam os varejistas com vendas de mais de 2 milhões de euros (US$ 2,21 milhões).

27/01/2010

Fonterra levanta NZ$ 271 mi em emissão de ações

A cooperativa neozelandesa de lácteos, Fonterra Ltd., levantou NZ$ 271 milhões (US$ 193,46 milhões) em uma emissão de novas ações a seus produtores de leite proprietários para fortalecer seu balanço geral, informou a cooperativa na última segunda-feira (25). Cerca de um terço dos 10.500 produtores acionistas da Fonterra se inscreveram para as ações de NZ$ 4,52 (US$ 3,22) cada, permitindo que ficassem com mais ações do que sua produção de leite teria permitido de acordo com a estrutura antiga.

Nova Zelândia: Cresce apetite por leite cru
15/10/2013

Nova Zelândia: Cresce apetite por leite cru

Desde a criação do Ato de Alimentos de 1981, o qual permite que os produtores vendam uma quantidade limitada de leite cru diariamente, o consumo do produto na Nova Zelândia vem crescendo. Os Houstons - Mark, Phillippa e o filho, Richard - da fazenda leiteira de Village Milk, dizem que é necessário uma atenção especial à limpeza, incluindo um regime rigoroso de testes no rebanho, para o sucesso de seus esforços em transformar o leite cru em leite saudável na mente do público. Eles também acreditam que outros produtores de leite cru terão que fazer isso se quiserem garantir que o público possa confiar no produto.

Companhias lácteas chinesas aproveitam oportunidades do comércio eletrônico
23/10/2017

Companhias lácteas chinesas aproveitam oportunidades do comércio eletrônico

O comércio eletrônico é agora o principal ponto de entrada para as importações de produtos lácteos para a China, tendo alcançado uma participação de dois terços do mercado consumidor inteiro para as importações de produtos lácteos em 2016. A popularidade do canal foi impulsionada pelo preço comparativamente baixo dos produtos lácteos, juntamente com a conveniência de distribui-los de porta em porta, ao ponto de apenas 34% dos produtos lácteos importados não serem vendidos dessa maneira.

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