Aprimore o gerenciamento da temperatura na ovinocultura
As alterações ambientais podem influenciar na produtividade. É importante monitorar os animais para reduzir o estresse térmico e melhorar o desempenho. Leia!
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As alterações ambientais podem influenciar na produtividade. É importante monitorar os animais para reduzir o estresse térmico e melhorar o desempenho. Leia!
Quando pensamos em bezerros, o estresse por frio pode um problema comum em algumas regiões, principalmente para os animais recém-nascidos. Leia mais aqui!
A temperatura afeta diretamente a ingestão de alimentos e água pela vaca, além de alterar seus hábitos de pastejo. Confira como!
Beber ruminal é o nome dado ao fenômeno de não formação da goteira esofágica em bezerros jovens,. Entenda melhor sobre o tema, acesse este artigo!
O corpo do gado adulto apresenta de 55 a 70% de água, chegando essa porcentagem a 80 a 85% no animal jovem e até 90% no recém-nascido. Os animais podem perder até 100% de seu tecido adiposo e mais de 50% de sua proteína corporal que eles sobrevivem, mas, perdendo de 10 a 12% de sua água corporal, eles morrem.
Embora o leite seja composto majoritariamente por água, a temperatura de congelamento da água no leite é menor do que a da água pura. Por que isso acontece?
Febre em bezerros pode indicar doenças graves como pneumonia. Aprenda a monitorar a temperatura e agir rápido para proteger seu rebanho. Saiba como!
Monitorar continuamente a temperatura corporal das vacas é uma forma eficaz de avaliar o resfriamento. Mas qual é o custo-benefício dessa prática?
Você sabia que a temperatura do ambiente pode influenciar no gasto energético de ruminantes? O artigo mostra fatores que podem influenciar e os gastos que ocasiona.
A tecnologia mede automaticamente a temperatura e o perfil térmico de cada animal. A imagem térmica é ideal para identificar dores e inflamação. Confira!
O ponto principal é a presença do oxigênio. Logo, tudo que influencia o aumento de oxigênio armazenado influencia na temperatura. Clique e saiba mais!
Após semanas de temperaturas atípicas e calor persistente, o cenário meteorológico brasileiro entra em uma fase de transição definitiva. A partir desta semana, a atuação de um Vórtice Ciclônico em Altos Níveis (VCAN) sobre o Centro-Sul do país deverá desestabilizar a massa de ar quente, abrindo caminho para o ingresso das primeiras frentes frias outonais.
Existe uma diversidade de tratamentos térmicos, específicos para a produção dos derivados lácteos nos laticínios. Entenda melhor e saiba detalhes neste artigo!
A estabilidade do leite ao tratamento UHT dependerá da severidade do tratamento térmico e do tempo de exposição à temperatura, entre outros. Acesse e veja!
Saiba como a temperatura do leite pode interferir na sua qualidade.
Projeto de estudantes da USP São Carlos reutiliza caixas de leite para revestir telhados e amenizar calor. Saiba mais sobre a iniciativa e os resultados.
O El Niño deverá durar pelo menos até abril de 2024. Enquanto isso, 2023 pode se tornar o mais quente da história, segundo a Organização Meteorológica Mundial.
A previsão do tempo indica que haverá uma forte onda de calor na Argentina, no Uruguai e no Rio Grande do Sul nesta semana, de acordo com a Metsul Meteorologia.
A Lact'Union disse que é um dos primeiros produtores franceses de lácteos a exportar seu iogurte natural Promess, que fica estável em temperatura ambiente. O iogurte para consumo com certificação Halal será lançado no mês de novembro em mais de 30 países da Ásia, África e Oriente Médio.
As chuvas, assim como a diminuição de temperaturas, promoveram uma condição melhor no bem-estar dos animais e melhora de produção de leite. Saiba mais aqui!
As temperaturas elevadas estão prejudicando o bem-estar animal, diminuindo o tempo de pastejo em função do calor e provocando queda na produção de leite.
Neste artigo serão tratados dois assuntos relacionados a estresse térmico: a zona de conforto térmico e o Índice de Temperatura e Umidade (THI).
Lavouras que se estendem do RS ao sul de SP podem sofrer com baixas temperaturas. A falta de chuvas também traz impactos. Saiba mais sobre as consequências.
A zona de conforto térmico das vacas oscila entre -5°C a 22°C. Qualquer valor acima dessa faixa, deixa os animais em uma situação de estresse térmico. Quando estão nessa situação, as vacas não conseguem dissipar o calor produzido em seu metabolismo e ativam mecanismos de defesa que reduzem a produção e auxiliam na perda de calor. Nos dois casos, é reduzida a energia disponível para produção leiteira levando a menor produtividade.