EUA: supermercados e o movimento "Comida como Medicina"
84% dos varejistas de alimentos que responderam estão operando com estratégias de nutrição, saúde e bem-estar. Leia mais!
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84% dos varejistas de alimentos que responderam estão operando com estratégias de nutrição, saúde e bem-estar. Leia mais!
A queda no consumo nos supermercados está atrelada a diversos fatores como mudanças de hábitos e poder de compra da população. Entenda!
O que as gôndolas dos supermercados revelam sobre as novas demandas dos consumidores? Saiba mais sobre o que vai acontecer no evento e inscreva-se!
O Ministério da Agricultura quer pôr em prática um acordo de cooperação técnica com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) para valorizar e incentivar a venda de produtos da agricultura familiar. Em evento na noite de domingo (05), em São Paulo, o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do ministério, Fernando Schwanke, explicou que a ideia é que os produtos sejam identificados pelos supermercados por meio do selo da agricultura familiar, o que permitirá aos consumidores identificar esses alimentos nas gôndolas.
O leite longa vida anda pesando na compra do supermercado. De janeiro a agosto, o produto acumula uma alta de 43,5% nos supermercados, segundo o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela Associação Paulista dos Supermercados (Apas).
A Amazon parece ter deixado de ser uma ameaça tão grande no curto prazo, uma vez que seus planos para a Whole Foods, rede que adquiriu no ano passado, se desdobram lentamente. Por enquanto, quem coloca mais pressão sobre gigantes do varejo como Kroger e Walmart são duas redes alemãs de supermercados de baixos preços, Aldi e Lidl, com rápida expansão nos Estados Unidos.
Na Espanha, produtores protestam contra os baixos preços do leite que mal subiram um centavo em 20 anos, enquanto os custos de produção se multiplicam. Leia!
A ruptura, índice que mede a falta de produtos nos supermercados, voltou a crescer em maio e atingiu 11,14%, segundo o estudo realizado pela Neogrid.
Os preços em supermercados de São Paulo subiram 3,55% em junho ante maio, segundo mês seguido de alta e maior aumento da história para um mês, conforme a Associação Paulista de Supermercados (Apas). A pesquisa começou a ser realizada em 1994. O Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela APAS/FIPE refletiu a greve dos caminhoneiros.
Com criatividade e muito trabalho, caprinocultor de Brumadinho desenvolveu um produto inovador: o pão de queijo à base de leite de cabra. Leia mais!
As vendas dos supermercados, hipermercados e redes de atacarejo tiveram crescimento real de 3,76% entre janeiro e novembro, em relação a um ano antes, superando a expectativa inicial da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) para 2019, de 3%. O número é deflacionado pelo IPCA.
O crescimento real acumulado nos supermercados do Estado de São Paulo entre janeiro e abril deste ano foi de 2,94%, considerando o conceito mesmas lojas, que inclui somente as lojas em operação a pelo menos 12 meses. Os dados são da Apas (Associação Paulista de Supermercados) e a comparação é com o mesmo período do ano passado.
O índice de ruptura nos supermercados, que mede a falta de produtos nas gôndolas, chegou a 10,29%, em janeiro de 2018, segundo dados da Neogrid/Nielsen obtidos com base na movimentação de 10 mil lojas do setor em todo o país. Em dezembro último, o indicador foi de 10,11%, mantendo a média estável já sinalizada no segundo semestre do ano passado, quando variou entre 10,22%, em junho, a 10,51%, em novembro.
O faturamento real dos supermercados no Estado de São Paulo (deflacionado pelo IPS/FIPE), no conceito de mesmas lojas - que consideram as unidades em operação no tempo mínimo de 12 meses -, chegou a 1,71% de crescimento no acumulado de janeiro a novembro de 2017, em comparação ao mesmo período de 2016. Depois de um outubro que surpreendeu negativamente, as vendas responderam ao maior otimismo econômico deste final de ano e subiram 3,50% na comparação entre novembro de 2016 e 2017, conforme dados da APAS.
Com uso de plataformas e soluções, empresas estão conseguindo vender direto para as pequenas lojas e até ajudando a melhorar a execução.
Varejo não aceita reajuste de 40% a 50% no preço do leite em caixinha; no início da semana retrasada, a queixa de aumento abusivo do preço do leite e derivados foi parar no Ministério da Justiça, em denúncia formal enviada pela Abras à Senacon.
O governo argentino lançou uma nova edição do programa denominado Preços Cuidados, que congela os preços de uma lista predeterminada de produtos de segundas marcas em alguns supermercados. A nova versão conta com 310 produtos, que inclui primeiras marcas e uma redução de 8% dos preços. O programa estará disponível em 2.220 supermercados do país a partir desta terçafeira (7) e levará um prazo médio de 10 dias para ser instalado totalmente.
O Brasil é o país do varejo de supermercados - e em diversas regiões, continua a ser o país dos mercadinhos de bairro e das cadeias com força regional. Seis das dez varejistas que mais cresceram no ano passado atuam no comércio de alimentos. No grupo das dez companhias que abriram mais lojas, sete são do segmento. A crise não reduziu o peso desse setor no varejo.
O mundo é cada vez mais digital. Mesmo assim, a maioria dos consumidores brasileiros ainda recorre a métodos tradicionais para pesquisar os preços praticados pelos supermercados. A constatação é de uma pesquisa da Apas conduzida pelo Ibope Inteligência .
As vendas de supermercados no Brasil em junho cresceram 3,37 por cento em termos reais ante igual período de 2017, mas recuaram 0,7 por cento sobre maio, informou nesta terça-feira a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A queda nas vendas ante o mês anterior, segundo a associação, já era esperada e reflete os problemas causados pela greve dos caminhoneiros no fim de maio.
Após três meses seguidos de queda, os preços dos alimentos nos supermercados de São Paulo voltaram a subir. A alta foi de 0,25% em maio ante abril, segundo a Associação Paulista de Supermercados (Apas), e a tendência é que siga assim até julho. No acumulado do ano, há queda.
De janeiro a maio o setor supermercadista acumulou alta real de 5,63% na comparação com o mesmo período de 2019, de acordo com o Índice Nacional de Vendas da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), apurado pelo Departamento de Economia e Pesquisa da entidade. No mês de maio, o setor registrou crescimento de 11,93% em relação a maio do ano anterior, e alta de 3,75% na comparação com abril. Os valores são deflacionados pelo IPCA/IBGE.
O primeiro trimestre do ano foi positivo para os supermercados brasileiros, que registraram crescimento real - deflacionado pelo IPCA/IBGE - de 0,42% em relação ao mesmo período de 2018. No mês de março, as vendas cresceram 11,15% em relação a fevereiro, apresentando queda de 3,24% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.
Os supermercados e hipermercados esperam uma Páscoa com vendas em linha com o observado no ano passado. A recuperação econômica ainda tímida não anima os empresários do setor, conforme mostra pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Segundo o levantamento, 60,5% dos lojistas do país acreditam na estabilidade nas vendas em relação a 2018, enquanto 22,2% estão otimistas e estimam elevação da receita e 17,3% apostam em queda no faturamento.