Streptococcus uberis: a frustrante bactéria da mastite
Saiba como evitar Streptococcus uberis em seu rebanho, reduzindo perdas de produtividade.
314 resultados para "streptococcus"
Saiba como evitar Streptococcus uberis em seu rebanho, reduzindo perdas de produtividade.
Um amplo mapeamento genético da bactéria Streptococcus agalactiae, associada à mastite bovina, revelou grande diversidade de linhagens circulando em rebanhos leiteiros do Nordeste brasileiro, além da presença de genes relacionados à resistência a antibióticos importantes na prática veterinária.
Neste webinar gratuito e online, serão abordadas as características deste agente, assim como como as estratégias disponíveis para o seu controle.
Streptococcus uberis: apesar dos esforços concentrados para conhecer e entender este agente, atualmente, o controle é baseado no tratamento das vacas infectadas
A mastite bovina é a principal doença que acomete vacas leiteiras, e Streptococcus dysgalactiae é uma das principais causas dessa enfermidade. Saiba mais sobre o assunto nesse artigo.
Streptococcus agalactiae é uma bactéria Gram-positiva e um dos mais conhecidos patógenos contagiosos causadores de mastite bovina, cujo principal reservatório é a glândula mamária. Nos humanos pode causar doenças respiratórias, urinárias e de pele e sua prevalência varia de 20 a 40% nos países desenvolvidos, geralmente com quadro assintomático.
A mastite é uma das doenças infecciosas mais frequentes nos rebanhos leiteiros e, em aproximadamente 90% dos casos, é causada por bactérias. Dentre as principais bactérias ambientais causadoras de mastite bovina, Streptococcus uberis está associado principalmente aos quadros clínicos da doença e pode ser encontrado no solo, na cama e também na pele e no úbere das próprias vacas [...]
As culturas do iogurte são compostas por Streptococcus thermophilus (cocos) e Lactobacillus bulgaricus (bacilos). Veja mais sobre o assunto, acesse!
O desenvolvimento de um iogurte com capacidade de prevenir a amigdalite purulenta, proporcionando o equilíbrio da microbiota bucal e impedindo a entrada de micro-organismos patogênicos. Foi esse o foco da pesquisa de Vera Fantinato, bióloga, Dra. em Microbiologia, Empresária Pesquisadora em Biotecnologia e Profª Adjunta da UNESP (Universidade Estadual Paulista).Em busca de mais informações e detalhes sobre o conceito, a Equipe MilkPoint entrevistou a pesquisadora, que destacou [...]
A bactéria Streptococcus uberis é atualmente um dos principais agentes de mastite ambiental em vacas leiteiras. Entenda mais sobre o assunto neste artigo.
O especialista mundial em saúde da glândula mamária, Sarne De Vliegher, ministrará um curso inédito sobre Mastite e Qualidade do Leite, no dia que antecede o Interleite Brasil. Entre os assuntos abordados, Sarne irá falar sobre os patógenos mais importantes causadores de mastite, incluindo Staphylococcus coagulase negativa, e as formas de apresentação da doença.
Produtores de leite contam com produto que, no combate à mastite age rápido e tem longa duração, auxiliando melhor no controle da doença
Pesquisadores disseram que descobrir quais bactérias estão presentes no leite cru pode levar a menos desperdício do alimento após a avaliação da sua microbiota em dois grandes processadores da Califórnia. O estudo, publicado no jornal mBio, mostrou que as bactérias no leite cru que chegam às plantas de processamento de lácteos são altamente diversas e sazonais, mas o leite sempre contém uma microbiota central.
A mastite causa muitos prejuízos às vacas leiteiras porque em casos de animais doentes, o leite deve ser descartado, há queda da produção leiteira, gastos com antibióticos, mão-de-obra, descarte e morte do animal. Clique e saiba como controlar!
As condições ambientais, o manejo diário e as intervenções em condição de campo expõem os animais domésticos a um risco constante de infecções bacterianas. A variada gama de agentes presentes no ambiente, nas fezes e na pele dos animais torna múltiplas as possibilidades etiológicas. Quem trabalha em fazenda sabe: é preciso agir rápido enquanto o veterinário não vem.
A poliartrite é a patologia mais frequente nos neonatos, sendo provocado por vários agentes como o Actynomices I, Escherichia colli, Streptococcus, Salmolella, Mycoplasma, Staphylococcus. A causa primária é a falta de higiene na região umbilical dos recém-nascidos ou uma ineficiente imunidade passiva produzida por ingestão insuficiente ou tardia do colostro.
A Chr. Hansen lançou uma nova cultura "doce" para produtos lácteos, que reduz a necessidade de adicionar açúcar e adoçantes artificiais aos produtos. De acordo com a empresa, Sweety Y-1 é uma solução de cultura produzida usando culturas de Streptococcus thermophilus e Lactobacillus bulgaricus, e o ingrediente pode converter os açúcares existentes no leite - usando mais da lactose para produzir glicose - para fornecer naturalmente um sabor doce.
Resultados de pesquisas apontam que o fator principal determinante da elevação da CCS é a ocorrência de infecção intramamária. Já que a ocorrência de uma infecção intramamária é a principal determinante da CCS em vacas leiteiras, da mesma forma, o tipo de bactéria causadora de mastite pode ter impactos bastante variados sobre a CCS. Classicamente, os agentes causadores de mastite podem ser classificados como patógenos principais e secundários.
Um dos principais desafios atuais na prevenção da mastite é o controle dos agentes ambientais. Em sistemas confinados, como o <i>free-stall</i>, um dos principais reservatórios de agentes ambientais é a cama das baias, o que significa que a manutenção da limpeza dos tetos depende de um bom <i>design</i> da baia e do manejo de limpeza da cama.
No último encontro do Conselho Nacional de Mastite dos EUA (2008), foram apresentados alguns resultados de levantamentos de prevalência dos patógenos causadores de mastite em três diferentes países: EUA, Brasil e Argentina. Nesta 2ª parte, serão mostrados os resultados dos levantamentos nos rebanhos brasileiros e argentinos.
A mastite é uma doença multifatorial que geralmente é resultado da interação entre o agente causador, hospedeiro, ambiente e manejo. O período seco é um período de mudanças anatômicas, fisiológicas e metabólicas para muitos sistemas do organismo da vaca, incluindo a glândula mamária. O risco de mastite depende de quão bem o mecanismo de defesa da vaca leiteira pode se ajustar ao desafio imposto pelo ambiente e os microorganismos. Um fator importante que influencia a manifestação de mastite na lactação seguinte é a ocorrência de infecções intramamárias (IIM) novas ou persistentes durante o período seco.
O professor <b>Stephen C. Nickerson</b>, renomado pesquisador americano na área de mastite e qualidade do leite, esteve no Brasil para uma série de palestras do 1° Simpósio Técnico Hypred: Saúde do úbere x Qualidade do leite (Passo Fundo-RS, Chapecó-SC, Castro-PR e Uberlândia-MG), promovido pela <b>Hypred do Brasil</b>. O Dr. Nickerson concedeu esta entrevista exclusiva para a Hypred, que contou com a colaboração do professor Marcos Veiga dos Santos na elaboração das perguntas e tradução.