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11 resultados para "sorologica"
Língua azul em ruminantes domésticos: desmitificando a doença
Seção Sanidade: "A presente revisão objetiva alertar os produtores, técnicos e médicos veterinários no campo e os órgãos de defesa animal para a elaboração e divulgação de material técnico-educativo relativo a doença, a fim de esclarecer os sintomas, diagnóstico e gravidade da mesma. Em associação, deve-se ter em mente a necessidade de um programa de vigilância entomológica e sorológica permanente associado a um efetivo plano de contingência para a doença, particularmente à luz das recentes mudanças na distribuição global, natureza da infecção e impacto na produção animal causado pelo vírus da língua azul", por Mário Balaro.
Pará pode ser declarado área livre de aftosa com vacinação em agosto
O MAPA vai iniciar no próximo mês uma auditoria no rebanho bovino paraense com vistas à declaração do Estado como área livre da febre aftosa com vacinação. Nos meses de março e abril começará a investigação sorológica do rebanho do Estado. Em maio acontecerá a coleta de amostras no campo para verificação da presença do vírus transmissor.
Brasil avança para obter status internacional de país livre de febre aftosa
Com todo trabalho de estruturação feito ao longo dos últimos anos e investimentos de R$ 34,8 milhões nos dois últimos anos em sete estados da região Nordeste e no Pará para erradicação da febre aftosa, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento prevê que até maio deste ano essas áreas sejam reconhecidas nacionalmente como livres da doença. A expectativa é que haja também o reconhecimento desse status pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em 2014.
Footrot: controle e erradicação - Parte I de II
Neste artigo tentaremos esclarecer essas e outras questões importantes que são fundamentais para o controle dessa enfermidade chamada Footrot. Saiba mais!
Entrevista com Prof. Dr. Iveraldo Dutra sobre vacinas e as vacinações no controle das clostridioses (Parte 4)
Abortos em pequenos ruminantes
No rebanho, o ideal é que não ocorra nenhum aborto, mas existem porcentagens de ocorrências que proporcionam o monitoramento para que este problema não se torne uma epidemia. Taxas de abortos acima de 5% são consideradas preocupantes e devem ser investigadas, de 2 a 5% é considerado normal e abaixo de 2% considera-se excelente e não causa impacto econômico para a propriedade. O objetivo desse radar técnico é condensar algumas informações sobre os agentes causadores de abortos, sugestões sanitárias e de manejo e orientações para o diagnóstico. Acesse e tire suas dúvidas sobre este assunto!
Footrot: controle e erradicação - parte II de II
Em alguns animais a enfermidade persiste por anos, em outros a infecção pode ficar escondida em pequenos bolsões dentro do casco. Saiba mais sobre Footrot.
Diagnóstico de prenhez em pequenos ruminantes - métodos ultrassônicos ou não
Nos pequenos ruminantes, o diagnóstico de prenhez pode ser realizado por diversos métodos. Todavia, a escolha do método dependerá, dentre outros fatores, da qualificação do técnico, disponibilidade de equipamento, idade provável da prenhez, custo operacional e eficácia desejada. Apresentaremos na sequência os métodos diagnósticos mais frequentemente utilizados nos pequenos ruminantes.
Vacinas para ovinos e caprinos: quais, como e quando utilizá-las?
Segundo a Instrução Normativa n° 87 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que estabelece as diretrizes do Programa Nacional de Sanidade dos Caprinos e Ovinos (PNSCO), não é obrigatória a prática de nenhum tipo de vacina para os pequenos ruminantes. Mesmo enfermidades como a febre aftosa, doença responsável por prejuízos econômicos exponenciais, a vacinação de pequenos ruminantes não é realizada.
Porque o BVDV causa uma doença tão complexa? - Parte 2
Pesquisas realizadas no Brasil têm demonstrado que a infecção pelo BVDV está amplamente difundida em nosso rebanho.