De Engenheiro à queijeiro: conheça Cristophe Faraud
O Programa Conexão Leite e Derivados contou desta vez com Cristophe Faraud. O Francês que largou a engenharia para apostar na produção de queijos. Leia!
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O Programa Conexão Leite e Derivados contou desta vez com Cristophe Faraud. O Francês que largou a engenharia para apostar na produção de queijos. Leia!
A América Latina consome grandes quantidades de produtos lácteos artesanais não embalados, mas as marcas podem inovar e sofisticar o consumo para captar novos negócios e o sucesso do queijo, que é um bom ponto de inspiração, segundo a Euromonitor International.
Um número crescente de brasileiros tem abraçado a cultura do queijo. Com isso, ajuda a ampliar e sofisticar o mercado fornecedor. Não é preciso ir até a França, famosa por seus queijos, para degustar as qualidades mais finas. Embalados pelo interesse dos novos consumidores, empresários nacionais passaram a fabricar variedades típicas de países europeus em solo nacional.
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No balcão de queijos premium dos empórios sofisticados, os produtos de Minas Gerais hoje competem lado a lado com os europeus. Confira obstáculos aqui!
A Danone apresenta mais uma novidade as gôndolas dos supermercados brasileiros: a linha Oikos. A proposta da marca com este lançamento é proporcionar prazer a qualquer momento do dia, com um produto de entrega superior, ingredientes sofisticados e muito sabor.
Ao completar 90 anos no Brasil, a Nestlé vai voltar a vender no mercado brasileiro seu chocolate mais vendido no mundo, o Kit Kat. O produto, uma espécie de biscoito waffle coberto por uma grossa camada de chocolate, foi lançado por aqui em 1994. As vendas, no entanto, decepcionaram e a Nestlé interrompeu sua distribuição. Durante esses mais de 15 anos, o chocolate continuou sendo encontrado apenas em algumas padarias e mercados mais sofisticados que são abastecidos por importadores independentes e que vendem uma barrinha por até 10 reais.
As tendências de alimentação para as classes rica, média e pobre indicam que as pessoas de menor poder aquisitivo, que só compravam o básico, passaram a procurar alimentos mais elaborados, melhores e saborosos. A constatação é da pesquisa Perfil do Consumo de Alimentos no Brasil, encomendada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) ao Ibope e apresentada ontem (18) no seminário Brasil Food Trends 2020.
O consumo de alimentos, bebidas e artigos de higiene e limpeza ficou imune à crise e até se sofisticou no primeiro semestre deste ano. As classes de menor renda, D e E, incluíram cinco itens na lista de compras: achocolatado em pó, caldo, iogurte, leite longa vida e salgadinho. Esse movimento contraria o que normalmente ocorre em outras épocas de aperto econômico, quando os produtos básicos ganham força.
O governador AntonioAnastasia lançou, nesta quarta (17), o Fórum da Cadeia Produtiva do Leite de Minas Gerais - o Fórum do Leite -, cujo objetivo é discutir, em caráter permanente, os assuntos de interesse do setor, dando suporte à elaboração de políticas públicas e privadas voltadas para este segmento. O fórum será coordenado pelo governador e contará com a participação de representantes dos diversos segmentos ligados à cadeia leiteira.
A melhoria da renda do brasileiro aumentou o potencial de consumo das classes C e D, que já representam um mercado de R$ 834 bilhões, segundo levantamento feito pelo Instituto Data Popular. Engana-se quem acredita em uma nova demanda onde a escolha é ditada apenas pelo preço que cabe no bolso. Ele disse que a população de baixa renda que ingressou recentemente nas classes C e D sabe dar valor a cada centavo gasto e prefere aplicar o dinheiro em itens com preço e qualidade em uma faixa intermediária.
Em abril do próximo ano, a Sorvete Rochinha inaugura uma nova fábrica em São José dos Campos/SP, onde irá triplicar a produção atual de 60 mil picolés por dia e de 500 litros de sorvete por hora. Com um investimento de quase R$ 8 milhões, a empresa conseguirá levar seus sorvetes agora para Florianópolis, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Recife.
Em meio à recuperação do preço do leite ao produtor, que acumula um aumento de mais de 50% desde agosto passado, a SanCor, segunda maior companhia de lácteos da Argentina, aproveita o bom momento do setor e prevê alcançar no fechamento de seu próximo exercício, em 30 de junho desse ano, um faturamento recorde de cerca de 3 bilhões de pesos (US$ 768,28 milhões), 434 milhões de pesos (US$ 111,14 milhões) a mais do que em 2008/2009, quando o faturamento foi de 2,566 bilhões de pesos (US$ 657,13 milhões).
A Danone está reorganizando sua produção na França para melhorar as instalações de suas fábricas e dar a cada uma, uma missão mais específica. Existem atualmente cinco fábricas da Danone na França produzindo uma variedade de produtos lácteos. Para melhorar a competitividade desses locais, a porta-voz da Danone, Gabriella Colletti, disse que a companhia está investindo 10 milhões de euros (US$ 13,39 milhões) para reestruturar sua produção e investir em novos equipamentos e treinamento.
No Brasil, o sorvete começa a extrapolar as sobremesas e eventos, para se tornar complemento alimentar. Ainda assim, com imensa população e clima quente quase todo o ano, nosso país está na 10ª colocação em consumo de sorvetes, conforme dados fornecidos pelo Sindicato Intermunicipal da Indústria de Sorvetes de Minas Gerais (Sindisorvete). Isso significa que ainda há muito a crescer no segmento, que oferece excelente oportunidade a empreendedores. Estima-se que, a partir deste ano, o segmento cresça 10% ao ano.
O consumo de produtos básicos passou longe do clima de crise e cresceu em 2009. Não só se expandiu como até se sofisticou, com a entrada na lista do brasileiro de mais itens na cesta básica e de produtos mais caros. Quem mais ajudou a acelerar o crescimento foram as classes D e E, que em relação a 2008 gastaram 21% mais entre a cesta de produtos básicos e não básicos.
Durante o ano a indústria brasileira de sorvetes produz mais de 950 milhões de litros, incluindo sorvetes de massa, picolés e o sorvete "soft". Cerca de 70% deste total é consumido durante os meses de verão, de acordo com a ABIS - Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes. As previsões para a temporada 2009/2010 são otimistas. A perspectiva é que 2009 termine com um crescimento acima de 3%.
É difícil colocar preço nas perdas econômicas causadas por um programa reprodutivo ineficiente. Diferente da redução da produção diária de leite que vai resultar na redução do pagamento no mês seguinte, ou do aumento da incidência de mastite que vai causar um aumento imediato nos gastos com medicamentos e descarte de leite, as perdas com reprodução só são percebidas no longo prazo. Mas mesmo não percebendo as perdas com reprodução de forma rotineira como as dos outros setores da fazenda, a lucratividade da fazenda reduz quando a eficiência reprodutiva não esta indo bem, o problema é que é mais difícil de contabilizar essas perdas.
O estudo Brasil Sustentável - Perspectivas do Brasil na Agroindústria, divulgado nesta terça-feira (29) pela consultoria Ernst & Young Brasil e a FGV Projetos, apresenta boas expectativas para o país no mercado de agronegócios global nos próximos anos. De acordo com Fernando Garcia, coordenador técnico do projeto e responsável pelo desenvolvimento de conteúdo da FGV Projetos, a evolução está associada ao aumento da produtividade do setor no Brasil, cerca de 2% ao ano nas últimas décadas.
O secretário substituto da SPA destacou que o país tem hoje novo patamar de produção. "O plantio e a colheita de soja já nasceram sofisticados e mecanizados no Brasil. O cultivo começou nos anos 70 e se tornou muito lucrativo, forçando a melhoria de competitividade de outras culturas para não cederem áreas para a produção exclusiva de soja. Assim, a soja foi o principal vetor de modernização da agricultura no país", observou.
A suíça Nestlé SA está investindo no segmento de chocolates sofisticados, num esforço para achar novas fontes de crescimento de receita à medida que o mercado geral de chocolates enfraquece.
O Brasil possui um dos mais sofisticados parques industriais do mundo na área de laticínios, cujas empresas transformam anualmente quase a metade da produção leiteira do país - cerca de 17 bilhões de litros de leite - em produtos lácteos diversos para consumo direto ou para uso como ingrediente pelas indústrias de alimentos em geral.
O livro de 337 páginas tem como foco principal os sistemas de ordenha - desde os mais simples (como sistemas balde ao pé, móveis e fixos, unidades móveis, transferidores) aos mais sofisticados (como sistemas canalizados e robotizados). Os autores são Osmar Redin e Carlos Alberto Machado, ambos com extenso currículo de serviços prestados à cadeia produtiva do leite.