Seca na metade Sul do país prejudica a produção de leite
A seca está presente nas bacias leiteiras do Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país. A falta de chuva agravou a seca do Rio Paraná.
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A seca está presente nas bacias leiteiras do Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país. A falta de chuva agravou a seca do Rio Paraná.
Lançado em outubro do ano passado no Tocantins, o Programa Sudeste Empreendedor - Travessia Seca será estendido para Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás nos próximos meses. O Programa Sudeste Empreendedor - Travessia Seca foi criado para atender, inicialmente, dois mil produtores de 27 municípios da região Sudeste [...]
A Primavera no Hemisfério Sul inicia amanhã (22) às 10h31 e termina no dia 21 de dezembro às 07h02. Climatologicamente, é um período de transição entre as estações seca e chuvosa no setor central do Brasil, e marca o início da convergência de umidade oriunda da Amazônia, que define a qualidade do período chuvoso sobre as Regiões Centro-Oeste, Sudeste e parte centro-sul da Região Norte.
"Alguns produtores perdem tudo o que construíram na seca e no verão. Precisamos tirar as pedras do caminho para que o negócio seja economicamente viável, por isso, estamos vendo esse aumento no número de confinamentos, pois com eles, temos menos variações. Conseguimos ao menos entregar sempre uma vaca limpa para o ordenhador, o que é fundamental para o trabalho dele".
A rede de proteção social que inclui programas de transferência de renda dos governos federal e estaduais tornou menos dramáticos os impactos da seca no cotidiano da população do Nordeste, mas ainda é incapaz de impedir que a economia local entre em verdadeiro colapso durante períodos de longa estiagem.
O inverno ainda parece distante, mas o pecuarista já deve se preocupar com a suplementação da alimentação do rebanho na estação seca. Uma das opções que pode ser iniciada agora é o plantio do milho safrinha. De acordo com o pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste José Ricardo Pezzopane, isso pode ser feito até meados de março.
Depois de um primeiro semestre com preços de leite que pouco variaram e margens apertadas para indústrias e produtores, inicia-se a segunda parte do ano com a expectativa de mudanças de cenário. Mas ainda será preciso avaliar como o mercado irá se comportar no mês de setembro.
Os produtores de laticínios do Estado estão preocupados com a entrada de leite e derivados de outros estados e países. Convivendo com a seca pelo sexto ano consecutivo e com as margens de lucro cada vez menores, o setor começa a se adequar à realidade imposta pelos concorrentes. Atualmente, o preço médio do leite praticado pelos pequenos produtores do Agreste pernambucano é de R$ 1,35. No entanto, como o Sudeste está em período de safra, o alimento chega por aqui ao custo de R$ 1,10. Para sobreviver, não há outra alternativa a não ser se equiparar ao mercado enquanto os custos para manter o animal só aumentam.
Em 2016, o fenômeno El Niño deve sofrer um enfraquecimento gradativo até meados de abril ou maio, disse o meteorologista-chefe da Previsão do Tempo do Instituto Nacional de Meteorologia, Luiz Cavalcanti. O fenômeno, que provoca flutuações no clima devido ao aumento da temperatura das águas do Oceano Pacífico, foi o responsável pelo excesso de chuvas na região Sul, pela seca na região Nordeste e em parte da região Norte, em 2015.
Um incremento de 10% na lucratividade do produtor de leite pode ser conseguido com a utilização de alfafa na alimentação de vacas leiteiras. O principal benefício da forrageira é a redução do uso de suplementação alimentar e aumento do número de animais por hectare.
O clima quente e seco em grande parte do Centro-Sul do País tem prejudicado a maioria das culturas produzidas nessas regiões. De acordo com pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, café, boi, milho e ovos são alguns produtos que já estão sendo reajustados por esse motivo.
A diminuição da radiação solar reduz o potencial de produtividade das pastagens e lugares com excesso de lama causam estresse aos animais. Entenda mais aqui!
Desenvolvido pela Sementes Adriana, o ADRF 6010 Valente é o primeiro híbrido de milheto forrageiro do Brasil. Ele recebeu este nome devido a sua incrível capacidade de rebrote, que faz com que a pastagem cresça forte e com qualidade por mais vezes do que as forragens convencionais. Isso torna
O Valor Bruto da Produção (VBP) de 2015, estimado com base nas informações de janeiro, deve atingir os R$ 477,5 bilhões, o que representa 1,1% acima do obtido em 2014, que foi de R$ 472,5 bilhões. De acordo com a Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (AGE/Mapa), o total das lavouras representa R$ 292,9 bilhões e da pecuária, R$ 184,6 bilhões. Na pecuária apenas o leite apresenta resultado negativo, com queda de 1,2%. [...]
Os extremos climáticos ainda vão ficar mais intensos neste ano, com mais seca na Amazônia e Nordeste, calor no Centro-Oeste e Sudeste e fortes chuvas no Sul.
A captação formal de leite no 3º trimestre de 2010, divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE), apontou um aumento de 6% frente ao mesmo período de 2009. O volume captado de 5,190 bilhões de litros ante os 4,895 bilhões no ano anterior, é em grande parte explicado pelo aumento da captação nas regiões Sul e Sudeste.
O MilkPoint questionou os leitores a respeito dos possíveis motivos que levaram a queda na captação de leite. Confira a opinião dos nossos leitores aqui!
Em São Paulo, permaneci durante 13 anos na capital como Assessor Agropecuário da Nestlé Brasil. Alguns anos depois, retornei ao Vale do Paraíba, onde gerenciei operações de compras de leite, atuando também no suprimento de plantas na região Noroeste (Votuporanga) e Sudoeste (Presidente Prudente) pelo [...]
A Embrapa Pecuária Sudeste publicou um comunicado técnico sobre o consumo de água na produção animal. O documento traz informações para produtores, profissionais agropecuários e extensionistas sobre o que determina o consumo de água pelos animais, os tipos de fontes e as vantagens e desvantagens do monitoramento.
A verminose ou infecção por nematóides gastrintestinais (GIN) é um grande problema sanitário em pequenos ruminantes. Muitas vezes o controle parasitário é realizado sem se considerar a espécie de hospedeiro, sua resistência natural ou não à verminose, ou mesmo o sistema de criação. Os anti-helmínticos devem ser considerados recursos muito limitados e valiosos e deveriam ser usados com menos freqüência e somente em conjunto com medidas auxiliares de controle parasitário.
Lembrete MilkPoint: o próximo período de seca terá início em seis meses, mas o planejamento precisa começar já. Para não faltar comida aos animais na época de estiagem, muitas decisões devem ser tomadas no início da estação chuvosa. Preparando-se com antecedência, o pecuarista tem condições de enfrentar contratempos e minimizar os riscos do negócio.
A crise hídrica que afeta, principalmente, a região Sudeste do Brasil tem levado industriais a discutir alternativas para captação e gestão de água utilizada na produção. Sem previsão para recuperação dos reservatórios, devido a falta de chuvas, os industriais têm demonstrado preocupação quanto aos reflexos nos custos da produção.
A Equipe MilkPoint Brasil participou, nesta terça-feira (18) da reunião do Conseleite - RS que tinha como uma das pautas a formação do preço do leite no mês de março. No mês de fevereiro, o leite padrão, apresentou aumento de [...]
O fenômeno La Niña vem castigando severamente os produtores de leite dos estados do Sul, principalmente aqueles que utilizam o pasto como principal fonte de volumoso para os animais.