Minhas vacas estão sadias, porque devo testar para tuberculose?
Doença crônica e silenciosa, a tuberculose bovina exige vigilância. Entenda os riscos e a importância da testagem periódica no controle sanitário do rebanho.
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Doença crônica e silenciosa, a tuberculose bovina exige vigilância. Entenda os riscos e a importância da testagem periódica no controle sanitário do rebanho.
A pecuária leiteira é uma atividade que exige muitos cuidados para produzir de forma racional, eficaz e com a máxima qualidade. Porém, de nada adianta ter uma estrutura excelente se a resistência do rebanho é reduzida ou até mesmo negligenciada.
Foram incluídas no estudo 228 vacas leiteiras sadias na fase final de lactação, provenientes de 5 fazendas na França, Alemanha e Hungria.
Nesse estudo foram incluídas 228 vacas leiteiras sadias na fase final de lactação, provenientes de 5 fazendas na França, Alemanha e Hungria. Os animais foram selecionados 7 dias antes da secagem. A eficácia de Velactis® foi avaliada em vacas leiteiras com produção superior ou igual a 16 kg/dia, (média dos 4 dias [do D-4 ao D-1] pré-secagem) e com acelerômetro HOBO fixado à pata traseira a partir do D-7.
Foi conduzido estudo de campo multicêntrico, duplo-cego e randomizado para avaliação da eficácia de Velactis® na secagem e na redução da incidência de novas infecções intramamárias (IIM) na parição versus grupo de controle negativo.
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O melhoramento genético das vacas leiteiras para aumento da produção tem apresentado duas consequências principais. A primeira é o grande aumento da produção de leite no início da lactação, por outro lado, a segunda é o maior desafio metabólico da vaca e consequente aumento da susceptibilidade as doenças. A ocorrência de mastite pode afetar a curva de lactação e reduzir a persistência de lactação, mas o impacto pode ser diferente em relação ao estágio de lactação em que a mastite ocorre.
As boas práticas agropecuárias estão relacionados com a obtenção de matéria-prima adequada ao consumo e com redução da possibilidade de transmissão de agentes infecciosos ocasionada pela contaminação microbiana, a qual prejudica a qualidade do leite, interfere na industrialização, reduz o tempo de prateleira do leite fluido e derivados lácteos, e pode colocar em risco a saúde do consumidor. Essas práticas envolvem obrigatoriamente três fatores, que devem participar do processo de forma harmônica: o ordenhador, o ambiente em que os animais permanecem antes, durante e depois da ordenha, e a rotina de ordenha.
Muitos proprietários de rebanhos leiteiros procuram o serviço veterinário com uma queixa: feridas no úbere de suas vacas leiteiras. Na maioria dos casos, trata-se de uma doença parasitária, a estefanofilariose, a qual pode acometer também outras regiões do corpo, como cabeça, pescoço, dorso e pernas. A doença, que é causada pelo nematoda <i>Stephanofilaria SP</i>, é transmitida através de moscas, especialmente a mosca do chifre.
O desenvolvimento de patógenos na cultura leva à redução na produtividade, mas pouco é conhecido sobre a presença de doenças na qualidade da silagem.
Os prejuízos mais comumente associados com a ocorrência de mastite clínica são a perda de produção, o descarte do leite com resíduos de antibiótico e o custo do medicamento usado. Estes custos são evidentes, pois o produtor percebe imediatamente o prejuízo. Além disso, é necessário considerar ainda o aumento do descarte de vacas acometidas, a perda do quarto mamário e, eventualmente, a morte do animal, os quais são custos menos visíveis, mas não menos importantes. No entanto, os custos da mastite clínica vão além destes, pois incluem, entre outros, os efeitos negativos sobre o desempenho reprodutivo.
O uso da terapia da vaca seca no final da lactação é uma das medidas mais importantes e recomendadas para prevenção de novas infecções intramamárias (IMI) durante o período seco. Além do uso da terapia da vaca seca, a ocorrência de mastite durante o período seco está ligada a outros fatores como: nível de produção de leite no momento da secagem, condição dos tetos e nível de contaminação ambiental dos tetos.
O leite de cabra vem conquistando mais consumidores no Brasil, e porque não falar no mundo, por ser um alimento rico em vitaminas A e D, fósforo, possuir uma maior quantidade de cálcio, ter menos colesterol e ser facilmente assimilado pelo organismo por ter partículas de gordura menores que o leite de vaca. Ainda é indicado na alimentação de pessoas alérgicas ao leite de vaca, por possuir pequenas quantidades de caseína.
Seção Qualidade do Leite: "A mastite crônica caracteriza-se pela longa duração da infecção, podendo ocorrer sinais de fibrose dos quartos acometidos, acompanhados ou não de perda da capacidade de produção de leite. Além disso, os quartos com mastite crônica não respondem aos tratamentos com antibióticos e são potenciais reservatórios de bactérias que podem ser transmitidas para outras vacas sadias", por Marcos Veiga e Melina Melo Barcelos, da FMVZ/USP.
Seção Qualidade: "A mastite clínica é uma forma de apresentação da doença, na qual ocorrem alterações visuais do leite e/ou do quarto mamário, e ocasionalmente, também podem ocorrer sintomas sistêmicos. Este tipo de mastite é facilmente percebido pelo ordenhador, pelo uso rotineiro do teste da caneca de fundo preto, durante a preparação da vaca antes da ordenha. Quando a detecção da mastite não é realizada, ou feita de forma deficiente, uma parcela das vacas com mastite clínica pode ser ordenhada juntamente com as demais vacas sadias, o que causa significativo aumento da CCS do tanque", por Marcos Veiga Santos, Professor Associado da FMVZ-USP Qualileite/FMVZ-USP Laboratório de Pesquisa em Qualidade do Leite.
Apesar dos grandes prejuízos causados pela mastite, as ferramentas de seleção genética têm tido pouca contribuição no controle da doença. Saiba mais!
Mastite no pós-parto? Veja como o protocolo da Clínica do Leite detecta infecções cedo e protege vacas recém-paridas, reduzindo perdas produtivas e econômicas.
O sucesso de um negócio depende de outras variáveis, como: clientes, equipe de trabalho, tecnologia aplicada, fornecedores parceiros, produtividade, competitividade e imagem da empresa. Estas variáveis, quando atendidas, levam ao lucro, que é o objetivo de qualquer negócio.
Uma comitiva da Ordenhadeiras Sulinox embarca à Europa no próximo sábado, dia 27, para um treinamento na Alemanha e na Dinamarca. "Iremos ver como funcionam os produtos da nossa nova parceria internacional, a alemã Holm & Laue, fabricante de equipamentos para a alimentação de bezerras", explica Norberto Viégas, gerente comercial da marca gaúcha. "Os produtores brasileiros estão investindo cada vez mais no tratamento de bezerras, que serão as futuras vacas, para que sejam sadias e tenham grande produtividade", explica.
Identificar as vacas infectadas é apenas o primeiro passo no controle da mastite causada por Staphylococcus aureus. Este caso mostra como o Protocolo da Clínica do Leite reduziu a mastite por S. aureus em um rebanho comercial.
Entenda como a mastite contagiosa afeta a produtividade e como prevenir infecções com boas práticas de manejo e ordenha. Clique e saiba mais!
A mastite impacta a produtividade leiteira, gerando perdas econômicas de até US$ 13 bi/ano. O controle eficaz exige entender causas e adotar estratégias preventivas: saiba mais aqui!
Saiba como a mastite afeta a reprodução e os custos em fazendas leiteiras de alta produção.