CEPEA: oferta elevada e estoques pressionaram preços do leite no fim de 2025
Com produção elevada e estoques reforçados ao longo de 2025, o mercado de lácteos encerrou o ano com preços ao produtor em retração, segundo dados do Cepea.
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Com produção elevada e estoques reforçados ao longo de 2025, o mercado de lácteos encerrou o ano com preços ao produtor em retração, segundo dados do Cepea.
Enquanto carnes e queijos acumularam altas expressivas no ano, dezembro trouxe queda nos preços do leite UHT e de alguns derivados, ajudando a conter a inflação no curto prazo.
Estiagens, enchentes e importação pressionaram o setor em 2023. Presidente da Faesc assegura apoio a medidas para fortalecimento da cadeia do leite. Leia mais!
A francesa Danone revisou para baixo a projeção de vendas para o ano de 2016. No quarto trimestre, o desempenho da marca Activia e a piora das condições de mercado na Espanha pressionaram os resultados da divisão de laticínios europeia.
Aumentos nos custos de produção em torno de 10% num ano de queda nos preços de venda do leite longa vida no mercado pressionaram o resultado do Laticínios Jussara em 2014. O lucro líquido da empresa de lácteos, que havia alcançado R$ 45,963 milhões em 2013, recuou 63% e somou R$ 16,980 milhões no ano passado. Já a receita líquida da companhia em 2014 subiu 5,27%, para R$ 642,741 milhões.
Incertezas sobre a oferta e demanda pressionaram as cotações da soja na bolsa de Chicago nesta segunda-feira. Saiba mais aqui!
Os preços do milho e da soja pressionaram duramente a cadeia láctea durante 2020. O que esperar para 2021?
Os futuros do milho e do trigo fecharam com perdas acentuadas nesta sexta-feira na bolsa de Chicago (CBOT), após a divulgação do relatório baixista de estoques de grãos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A soja acompanhou a queda do milho, cujo dado de estoque divulgado ficou acima do esperado. Fatores macroeconômicos também pressionaram os grãos, como a firmeza do dólar e a queda dos mercados acionários.
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, reconheceu que os produtos agropecuários, como a carne e o feijão, pressionaram os índices de inflação nos últimos meses, mas disse que a tendência, no momento, é de reequilíbrio nesses setores. "O preço da arroba do boi está caindo e no feijão é claríssima essa recuperação. A saca que, há dois meses, estava a R$ 200, hoje, está a R$ 80", explicou.
A Brasil Foods, gigante de alimentos criada a partir da fusão da Sadia e Perdigão, divulgou ontem (12), os resultados financeiros dos três primeiros meses deste ano com números positivos. A companhia fechou o período com receita bruta de 5,8 bilhões de reais. Na atividade de lácteos, as receitas cresceram 6,3% e o aumento de volumes chegou a 2,7%, apesar da elevação dos custos médios de captação de leite, que pressionaram parcialmente as margens.
A Brasil Foods anunciou nesta quinta-feira lucro de 365 milhões de reais no terceiro trimestre, contra 211 milhões de reais registrados no mesmo período do ano passado. A companhia reportou Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortização) de 723 milhões de reais, contra 617 milhões de reais no mesmo trimestre de 2010.
Mais de um ano depois de ter sido criado pelo governo e a pouco mais de três meses para o fim do prazo extra que os produtores rurais ganharam para regularizar suas propriedades, livres de multas, o Programa Mais Ambiente não deslanchou. Até ontem (24), não havia registro de nenhum produtor rural que tivesse assinado o termo de adesão ao programa.
A cooperativa de lácteos neozelandesa Fonterra anunciou que sua divisão Fonterra Brands New Zealand (FBNZ) congelará os preços atacadistas domésticos do leite pelo resto de 2011. O diretor executivo da Fonterra, Andrew Ferrier, disse que os preços internacionais do leite aumentaram de firmemente durante os últimos meses. A FBNZ já absorveu cerca de US$ 7,61 milhões dos maiores custos e, com esse compromisso, quaisquer outros aumentos durante o ano também serão absorvidos.
Os atuais maiores preços das commodities e possíveis aumentos em um curto prazo, bem como a volatilidade, deverão caracterizar o ano nos setores de alimentos e agronegócios, de acordo com o último relatório do Rabobank focado na Nova Zelândia, chamado "<b>New Zealand Agriculture in Focus</b>". O relatório espera que a indústria de lácteos tenha um ambiente favorável de mercado em 2011 - se o clima permitir.
As vendas e os lucros da companhia de lácteos sueco-dinamarquesa Arla Foods caíram bastante na primeira metade do ano, mas a empresa espera que as medidas de redução de custos melhorem os resultados do ano inteiro. Durante os primeiros seis meses do ano, a Arla reportou uma queda de 10,7% nas vendas, para US$ 4,30 bilhões. A companhia disse que a queda foi devido às taxas desfavoráveis de câmbio e ao fato de os consumidores estarem comprando menos lácteos e produtos mais baratos.
O avanço da safra em grande parte do Brasil, que eleva a produção e a captação de leite pelas indústrias, e a persistente fraca demanda nacional pressionaram os valores pagos ao produtor em outubro pelo segundo mês seguido. Segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o preço médio recebido pelo produtor na "média Brasil" (sem frete e impostos) foi de R$ 1,3961/litro no mês, forte baixa de 8,5% (ou de 13 centavos/litro) em relação a setembro.
Quedas significativas nas exportações de laticínios e carne bovina pressionaram o resultado da balança comercial da Nova Zelândia no mês de março. O superávit comercial de US$ 81 milhões no mês ficou abaixo do esperado. No período de 12 meses encerrados em março, a balança comercial neozelandesa registrou déficit de US$ 2,629 bilhões (3,838 bilhões de dólares neozelandeses).
Os estoques elevados de leite nas indústrias, o aumento da captação e também a demanda enfraquecida no atacado e varejo pressionaram os valores pagos ao produtor em todas as regiões que compõem a "média Brasil" (MG, RS, SP, PR, GO, BA e SC) do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) da Esalq/USP em outubro. O preço médio bruto (inclui frete e impostos) recuou [...]
Chamada de Arábia Saudita do leite, porque é responsável por um terço das exportações mundiais, a Nova Zelândia se beneficiou de um aumento de 48% nos preços dos lácteos nos últimos 12 meses. Os ganhos de preços pressionaram os termos de comércio do país para o maior valor em [...]
O aumento na captação de leite na maioria dos estados e o enfraquecimento da demanda interna pressionaram o valor médio pago ao produtor pela primeira vez neste ano. Segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, os preços do leite caíram em todos os estados acompanhados, com exceção da Bahia e de Santa Catarina.
O presidente americano Donald Trump afirmou que pode implementar tarifas recíprocas sobre produtos de madeira e laticínios canadenses já na próxima sexta-feira. Saiba mais!
Com as importações desempenhando um papel relevante na oferta interna, é fundamental monitorar as movimentações no mercado internacional. Confira as tendências.
As receitas das fazendas leiteiras dos EUA devem cair 81%, com o declínio mais acentuado ocorrendo em uma das maiores áreas produtoras de leite do país. Leia!
O resultado, que foi pressionado pelos recuos nos índices de preços de cereais, óleos vegetais e lácteos, marca a 12º queda consecutiva. Leia mais!