Manejo de pastagem: principais pragas e plantas invasoras
Para obter resultados satisfatórios em sistemas de produção baseados em pastagens, é fundamental escolher a espécie forrageira mais adaptada além do manejo.
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Para obter resultados satisfatórios em sistemas de produção baseados em pastagens, é fundamental escolher a espécie forrageira mais adaptada além do manejo.
Dentro do manejo de pastagens, há um item fundamental: o controle de pragas e plantas invasoras.Confira quais são e como controlar.
Quando o manejo de pastagens é adequado pode aparecer invasoras que comprometem a qualidade e produtividade das pastagens. Para tratar deste assunto de extrema importância, convidamos o professor da Unesp de Ilha Solteira, que atua na área de Forragicultura e Pastagens, Leandro Coelho, para ser o instrutor do Curso Online "Plantas Invasoras: impacto e controle para alta produtividade em pastagens". Ele formou em Zootecnia (UFT) fez doutorado em Ciência Animal e Pastagens (ESALQ).
Leandro Coelho de Araujo é Zootecnista e Técnico Agrícola com mestrado em "Ciência Animal e Pastagens" pela ESALQ/USP onde atualmente cursa o programa de doutorado. Além disso, Leandro é instrutor do Curso Online AgriPoint "Plantas Invasoras: impacto e controle para alta produtividade em pastagens". Na entrevista, ele destaca os principais pontos para obtenção de uma pastagem com alta produtividade, principalmente focando o controle de plantas invasoras.
A presença de plantas daninhas reduz a produtividade do capim em virtude da competição por água, luz, nutrientes e espaço físico. No caso das pastagens, a competição entre plantas forrageiras e invasoras sofre influência direta do pastejo, uma vez que este altera a distribuição e arquitetura tanto da parte aérea quanto do sistema radicular das plantas forrageiras. A menor produção de massa de forragem reduz a capacidade de suporte do pasto e determina a menor produtividade do sistema.
O controle integrado de plantas invasoras em pastagens engloba, principalmente, métodos culturais, mecânicos e químicos. A escolha e combinação destes métodos devem ser feitas em função da condição de ocorrência das invasoras. Os métodos adotados em caso de pastagens bem formadas e manejadas adequadamente, pastagens em processo de degradação "agrícola" e pastagens em processo de degradação "biológica são diferentes.
A presença de plantas daninhas reduz a produtividade do capim em virtude da competição por água, luz, nutrientes e espaço físico. No caso das pastagens, a disputa entre plantas forrageiras e invasoras sofre influência direta do pastejo feito pelos animais, uma vez que este altera a distribuição e [...]
Conhecer a fundo como funciona a dinâmica das plantas invasoras em pastagens é fundamental para manter altos índices produtivos. Teste abaixo, os seus conhecimentos sobre plantas invasoras e saiba se maneja corretamente suas pastagens:
As plantas invasoras de pastagens são também conhecidas como ruderais, silvestres, mato, incó, erva daninha, infestante, nativa, nociva, secundária, erva má, inço e juquira... seja qual for o nome, elas costumam ser uma das grandes vilãs da produtividade do sistema e, portanto, é preciso entender sua fisiologia e principais métodos de controle.
Entenda como a presença de plantas daninhas nas áreas de pastagens pode prejudicar a produtividade na produção pecuária.
A presença de plantas daninhas reduz a produtividade do capim em virtude da competição por água, luz, nutrientes e espaço físico. No caso das pastagens, a competição entre plantas forrageiras e invasoras sofre influência direta do pastejo feito pelos animais. As plantas daninhas podem ainda reduzir o desempenho individual dos animais. A identificação correta das plantas invasoras é um dos primeiros passos para um controle bem sucedido.
O primeiro passo para o controle adequado de plantas invasoras, tanto em pastagens quanto em outras culturas, é identificar as espécies presentes. As principais invasoras de importância econômica são classificadas como dicotiledônes ou monocotiledôneas. Na prática, as dicotiledôneas são chamadas de "folhas largas" e monocotiledôneas de "folhas estreitas" ou "gramíneas".
Forragens: Apesar do Brasil apresentar o maior rebanho comercial do planeta e a maior parte do leite e carne produzidos basear-se na utilização de pastagens, os índices de produtividade ainda são considerados baixos na maioria das propriedades. Grande parte do conflito de competição das pastagens tropicais está ao redor das plantas daninhas, um grande mal gerador de infelicidade entre os produtores e quedas acentuadas da produtividade das pastagens. Por Marco Aurélio Factori, Paulo Roberto de Lima Meirelles e Marina Gabriela Berchiol da Silva
Em um intervalo de três décadas, o Brasil deixou de ser importador e passou a ser o maior exportador de sementes de plantas forrageiras, ocupando também o posto de maior produtor e consumidor. Nos últimos anos, aumentou a demanda por sementes sadias, de alta qualidade fisiológica, de baixo custo e livre de pragas, devido, principalmente, à maior exigência do mercado consumidor. Para atender a este mercado, a produção de sementes de forrageiras no país se transformou e hoje se constitui em uma atividade agrícola bastante especializada. A presença de plantas daninhas nos campos de sementes é um dos problemas enfrentados pelos produtores.
As plantas daninhas competem com pastagem ou outras culturas comerciais por espaço, luz, água e nutrientes. Como consequência, a formação de pastagem é afetada.
Uma planta pode ser considerada daninha se esta estiver prejudicando determinada atividade humana de forma direta ou indireta, como por exemplo plantas interferindo no desenvolvimento de culturas comerciais, plantas tóxicas em pastagens, plantas estranhas no jardim, etc.
Seção Pastagens: "O uso de herbicidas deve ser efetuado de forma correta para evitarmos desperdício do produto, contaminação ambiental e do homem. Pensando dessa forma, decidir quando, onde, como aplicar e porquê, é fundamental para o sucesso. Se nos dias de hoje falamos em eficiência, com certeza ela estará diretamente ligada a este assunto", por Marco Aurélio Factori, Doutor em Zootecnia pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - UNESP/Botucatu/SP.
A invasão de espécies de plantas e animais exóticos é considerada, atualmente, a segunda maior ameaça a biodiversidade mundial. Entenda aqui!
Cerca de 110 espécies de plantas tóxicas são descritas no Brasil, sendo que destas destacam-se 15 que provocam sintomatologia nervosa em ruminantes como é o caso da planta <i>Ipomoea asarifolia</i>, também conhecida popularmente como Salsa da Praia, Salsa, Batatarana e Salsa-Brava. A toxicidade da <i>Ipomoea asarifolia</i> relaciona-se a síndrome tremorgênica (popularmente conhecida como doença "treme-treme") que acomete ovinos, caprinos e bovinos. As intoxicações que ocorrem principalmente nas épocas secas do ano são estimuladas pela baixa disponibilidade de forragem, tendo em vista que a <i>Ipomoea</i> não apresenta boa palatabilidade o que dificulta a ingestão voluntária em situações onde existe a disponibilidade de forrageiras de qualidade.
O Estado foi marcado por tempo predominantemente seco e temperaturas elevada. A previsão para os próximos dias indica possibilidade de chuvas isoladas em algumas regiões e a manutenção do calor intenso em todo o RS. Confira!
Visando a formação e intensificação das pastagens, as gramíneas podem ser implantadas de diversas formas, como sementes (semeadura) ou mudas, estolhos e colmos (plantio). Neste texto veremos as principais características do plantio por semeadura. Para conhecer as características dos outros tipos de implantação de pastagens, participe do <a href=http://www.agripoint.com.br/uso-pastagens/><b>Curso Online Intensificando o uso das pastagens: da formação ao manejo</b></a>, que terá início no dia <b>28 de maio</b>, e irá abordar os seguintes temas: Implantação das pastagens, Adubação de pastagens, Tipos de manejo de pastagens, Controle de plantas invasoras, Controle de pragas, Instalações e cuidados no manejo para pastagens intensivas.
A ação integra o programa Operação Terra Forte e teve como objetivo promover a atualização técnica dos profissionais que atuam na assistência a produtores rurais da região, com foco na melhoria dos sistemas de produção, especialmente relacionados ao solo, recuperação de áreas e sustentabilidade da pecuária.
A agricultura 4.0 trouxe novas tecnologias que podem inovar os meios de pesquisa, oferecendo novos métodos, novos cálculos e estimativas. Veja!