Gripe aviária: impactos, riscos de contaminação e prejuízos econômicos
O Ministério da Agricultura confirmou o primeiro foco de gripe aviária de alta patogenicidade no Brasil. O caso ocorreu no RS. Entenda mais a situação aqui!
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O Ministério da Agricultura confirmou o primeiro foco de gripe aviária de alta patogenicidade no Brasil. O caso ocorreu no RS. Entenda mais a situação aqui!
Ainda que diferentes espécies de Mycoplasma (M. californicum, M. bovingenitalum) podem causar mastite, a mais importante é M. bovis, em razão da alta patogenicidade e prevalência nos rebanhos-problema. Após serem infectadas, as vacas tornam-se fontes potenciais de transmissão para outras vacas e bezerras, pois continuam eliminando o agente pelo restante da vida produtiva.
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Entidade americanas confirmam que uma pessoa, que trabalhava diretamente com o gado leiteiro, testou positivo para gripe aviária. O Brasil precisa se preocupar?
A identificação de cepas altamente patogênicas de H5N1 em rebanhos leiteiros norte-americanos redefiniu a compreensão da influenza aviária. Frente a esse cenário, é preciso reforçar os protocolos de biossegurança, monitoramento e tratamento do leite de descarte, com destaque para a pasteurização e a acidificação como barreiras eficazes contra a disseminação viral.
Identificar as vacas infectadas é apenas o primeiro passo no controle da mastite causada por Staphylococcus aureus. Este caso mostra como o Protocolo da Clínica do Leite reduziu a mastite por S. aureus em um rebanho comercial.
H5N1 infecta gado leiteiro nos EUA. Entenda a transmissão, os sintomas, as perdas na produção e o que está sendo feito para conter o vírus!
Amostras coletadas mostram a predominância dos principais agentes isolados identificados por meio de cultura microbiológica em Orizona-GO.
Os estafilococos coagulase negativa (ECN) são os microorganismos mais isolados de amostra de leite, tanto de vacas em lactação quanto, principalmente, de novilhas. Estes agentes formam um grupo de bactérias conhecido como patógenos secundários, por terem baixa patogenicidade (ou seja, causam poucos danos na glândula mamária); todavia, estão associados à forma subclínica da doença. Porém, quando estes microorganismos persistem na glândula mamária alguns sinais clínicos da doença podem ser observados.
Só no primeiro trimestre de 2023, o Fundesa pagou a produtores indenizações para controle de brucelose e tuberculose. Confira aqui!
Conhecer as causas da mastite é um dos pré-requisitos essenciais para escolher as melhores soluções para resolve-la. Leia mais!
A realização do tratamento para combater a mastite é de extrema importância, porém a medida não se resume apenas ao uso de antibióticos, saiba mais.
A forma mais simples para classificar a mastite clínica é baseada na gravidade dos sintomas, considerando três níveis: leve, moderada e grave. Saiba mais aqui!
As exportações do agronegócio brasileiro atingiram o valor recorde para o mês de março, alcançando US$ 11,57 bilhões. A cifra nunca havia ultrapassado US$ 10 bilhões para os meses de março, em toda a série histórica desde 1997. O valor é 28,6% superior aos US$ 9,0 bilhões no mesmo período de 2020.
Surtos de Salmonella em bezerros leiteiros são uma das questões mais difíceis e frustrantes com que o veterinário deve lidar. Na maioria dos casos, a taxa de mortalidade é alta e o produtor está desesperado para controlar o surto o mais rápido possível por causa da perda econômica significativa que está sofrendo como resultado. Além da alta taxa de mortalidade, a taxa de morbidade também é elevada. Os animais que têm a sorte de se recuperar geralmente ficam gravemente debilitados e são menos produtivos no futuro.
Uma situação bastante comum nas fazendas leiteiras é a seguinte: vacas que apresentam um primeiro caso de mastite clínica na lactação são tratadas com o protocolo padrão da fazenda, mas após alguns dias/semanas de cura clínica retornam com os mesmos sintomas no mesmo quarto mamário.
A mastite clínica já foi anteriormente associada com a diminuição da taxa de concepção em vacas leiteiras, aumento do período entre o parto e a primeira inseminação, aumento dos dias em aberto (que vaca não está prenhe) e aumento das perdas gestacionais.
Nos últimos anos, houve grande aumento de pesquisas sobre infecções intramamárias (IIM) em novilhas, cuja maioria dos casos ocorre durante a primeira semana de lactação, associada com infecções originadas antes do parto. Por não ser rotina na maioria das fazendas o diagnóstico, muitos casos de mastite em novilhas são subestimados, o que pode tornar a novilha menos produtiva durante a primeira lactação.
Em razão da importância crescente da Klebsiella spp. como causador de mastite crônica e persistente foi desenvolvido uma pesquisa nos EUA sobre as variações da CCS nos quartos mamários de vacas com mastite clínica leve e moderada, em comparação com mastite clínica com cultura negativa ou causados por E. coli.
Além disso, a extensão das perdas de produção de leite também dependem do tipo patógeno causador e período da lactação que a vaca adquiriu a infecção.
Estudos prévios indicam que bactérias Gram-negativas estão entre as principais causas de MC (36%), destacando-se Escherichia coli (22%) e Klebsiella spp. (7%). Essas bactérias colonizam a glândula mamária e induzem uma resposta inflamatória aguda. Desta forma, casos de MC causados por Escherichia coli são comumente de curta duração e autolimitantes, por outro lado, quando os casos de MC são causados por Klebsiella spp. as vacas passam por longos períodos de infecção subclínica prévia.
Os principais agentes causadores de mastite podem ser separados em dois grupos principais: agentes contagiosos e agentes ambientais. Confira quais são eles!