Partos mais tranquilos? Foco nas instalações!
Maternidade eficiente: planeje currais para picos de partos, minimize movimentações, evite superlotação e priorize o bem-estar das vacas e bezerros com práticas que reduzem o estresse.
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Maternidade eficiente: planeje currais para picos de partos, minimize movimentações, evite superlotação e priorize o bem-estar das vacas e bezerros com práticas que reduzem o estresse.
Estudo mostrou a influência do local do parto de uma vaca na escolha do local onde uma próxima vaca terá seu bezerro. Entenda!
Blog Clínica do Leite: "Em grande parte das fazendas brasileiras, o período de março a junho é marcado por um aumento considerável na taxa de parição do rebanho. Nas propriedades acompanhadas pela Clínica do Leite, se compararmos o mês de maio com janeiro, por exemplo, o número de partos praticamente dobra. Essa variação implica em uma série de mudanças na rotina das fazendas, que precisam ser realizadas com cuidado para garantir o máximo pico de produção dos animais", Paulo Machado, diretor da Clínica do Leite e professor da Esalq/USP
O parto é um momento importante na vida da vaca e do bezerro, uma vez que problemas ocorridos neste momento podem prejudicar a vida futura destes animais. Poucos estudos têm investigado a sobrevivência após o período neonatal em bovinos leiteiros. Confira um estudo feito no Reino Unido. Por Carla Maris Machado Bittar e Marília Ribeiro de Paula
Como um reflexo direto do período de tempo existente entre duas parições consecutivas, quanto menor o intervalo de partos maior o número de parições ocorridas dentro de um rebanho ao longo do tempo, resultando numa maior produtividade dos sistemas de produção em sua expressão final, ou seja, a taxa de desfrute.
A eficiência produtiva e reprodutiva de um rebanho está diretamente relacionada ao número de crias desmamadas por fêmea/ano. Assim, um dos fatores de importância econômica é a duração do anestro pós-parto, pois quanto menor for o intervalo parto concepção, menor será o intervalo entre partos e, conseqüentemente, melhor serão a eficiência reprodutiva do animal e a produtividade do sistema. Entretanto, para se intensificar o manejo com eficiência produtiva e econômica são necessário adoção de tecnologias adequadas à fisiologia dos animais no controle sanitário, manejo nutricional e reprodutivo, tendo sempre em vista o material genético dos animais do rebanho.
Será que os partos dificultosos recebem a devida atenção nas fazendas? Quais são as possíveis consequências dessa condição para os animais? Venha descobrir!
<b>Efeitos da lactação e amamentação</b><br><br>Em continuação ao artigo anterior (Como reduzir o intervalo entre partos - Parte 1) abordaremos agora os efeitos da lactação e amamentação no período de anestro pós-parto, e os manejos a serem adotados a fim de reduzir o intervalo entre partos das matrizes, possibilitando executar as estações de monta a cada oito meses e obter um maior número de cordeiros/cabritos produzidos por fêmea/ano.
O objetivo do manejo reprodutivo é maximizar o número de vacas que emprenham no início da lactação, permitindo atingir um intervalo entre partos (IEP) adequado para cada sistema de produção. Para isso, a eficiência reprodutiva deve ser constantemente monitorada por meio de indicadores-chave, com destaque para a taxa de serviço (TS), taxa de concepção (TC) e taxa de prenhez a cada 21 dias (TP21d).
Seção Editorial: "Por que os dados oficiais não estariam corretos? (...) todos sabemos, temos um déficit de informações estatísticas que nos forçam a estimar os dados faltantes a partir de outras variáveis mais ou menos conhecidas", por Marcelo Pereira de Carvalho, Diretor Executivo da AgriPoint.
Uma propriedade rural de produção de leite no Paraná, registrou o nascimento de seis novilhas gêmeas, em partos de três vacas diferentes. Leia mais.
A Distocia ou os partos distócicos são definidos como partos atrasados ou difíceis. Embora não existam estatísticas nacionais, a distocia acomete vários rebanhos leiteiros, resultando em mortalidade de bezerros e redução na produção de leite das vacas. Um grande levantamento demonstrou que vacas primíparas e multíparas apresentaram taxa de distocia de 28,6 e 10,7%, respectivamente, demonstrando que os partos distócicos são mais freqüentes em animais de primeira cria (Meyer et al., 2002).
Santa Catarina é o estado brasileiro com a menor incidência de brucelose bovina. Com apenas 0,9% dos rebanhos infectados, o estado é classificado pelo Ministério da Agricultura como de "Risco Muito Baixo", resultado de um intenso trabalho dos pecuaristas, Governo do Estado e Governo Federal.
Com o objetivo de diagnosticar, através do leite, possíveis focos de brucelose bovina, a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) realizou, nos dias 23 e 24, coletas de leite em laticínios do município de Feira de Santana e região, dando continuidade ao projeto realizado em parceria com Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC - USA).
Os problemas relacionados às afecções dos pés dos bovinos adquiriram importância crescente, sendo, em muitos casos, um dos principais entraves econômicos ao desenvolvimento da pecuária leiteira. Atualmente, a maioria dos pesquisadores considera que as manqueiras, juntamente com as mastites e os problemas reprodutivos, constituem as três principais causas de perdas econômicas na atividade.
As consequências da ocorrência das distocias vão do aumento dos custo com medicamentos a morte do bezerro e/ou da vaca. Saiba como evitar!
Baseado em um estudo epidemiológico de partos gemelares publicado em 1998, os partos gemelares nos EUA aumentaram ao longo de um período de 10 anos (de 1983 para 1993). Os autores apontaram o aumento da produção de leite durante este período como um dos fatores mais importante associados ao aumento dos partos gemelares. Para determinar se esta tendência de aumento continuou ao longo do tempo, foi feita uma análise observacional de nascimentos gêmeos em vacas Holandesas na região do alto-oeste dos EUA de 1996 a 2004.
O Brasil ocupa posição de destaque na produção mundial de proteína animal. Para conquistar tal patamar, pesquisadores, técnicos e produtores buscam solucionar os desafios da pecuária leiteira, concentrando atenções na exploração máxima do potencial genético animal, tanto no aspecto produtivo quanto reprodutivo. Entretanto, atualmente, uma nova frente de pesquisa vem avançando e se destacando nesse cenário, a do bem-estar animal (BEA), associada ou não aos [...]
A ocorrência de solas finas tem sido, cada vez mais, um motivo de preocupação em rebanhos confinados. O presente artigo irá relatar os dados obtidos em um estudo com 3221 vacas em lactação, confinadas em <i>Free-stall</i> com piso de concreto ranhurado.
Na indústria leiteira, na qual a principal fonte de receita é a produção e venda de leite, o parto da vaca e os cuidados com a bezerra são áreas muitas vezes negligenciadas. Com isso, o problema com partos distócicos tem sido praticamente ignorado.
Estamos com problema em algumas ovelhas 3/4 e 1/2 Dorper/Santa Inês. As mesmas ciclam, acasalam e algumas acabam abortando no terço médio da gestação. O macho foi trocado a mais ou menos 13 meses e mesmo assim não houve partos no período.
A limpeza e desinfecção das instalações são práticas que devem ser rotineiras na propriedade pois são essenciais para preservar a saúde dos animais, prevenir, controlar e eliminar doenças no rebanho. Devido à importância desse procedimento na propriedade, no artigo desse mês iremos discutir os principais pontos relacionados com a eficácia da higiene das instalações utilizadas para caprinos e ovinos.
Os principais itens que compõem o custo de produção da cadeia do leite de Mato Grosso do Sul foram pauta nessa quinta (13) da reunião da Câmara Técnica do Conselho Paritário Produtores/Indústrias do Leite (Conseleite) do Estado, na sede da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul). O encontro teve como objetivo aprimorar o sistema utilizado por produtores e indústrias para o levantamento de custos da atividade leiteira.