Palma forrageira vira aposta para leite de qualidade no Semiárido
Projeto da Sudene e UFRPE testa substituição do milho por palma forrageira na nutrição de vacas, cabras e ovinos, visando mais qualidade e sustentabilidade.
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Projeto da Sudene e UFRPE testa substituição do milho por palma forrageira na nutrição de vacas, cabras e ovinos, visando mais qualidade e sustentabilidade.
A utilização de nitrogênio não protéico pode ser importante como forma de reduzir o custo de dietas utilizadas na alimentação de ruminantes. A fonte mais tradicional é a ureia, que uma vez no ambiente ruminal é convertida a amônia e, dependendo dos substratos presentes, poderá ser utilizada e transformada em proteína microbiana que é de excelente qualidade em relação à sua composição aminoacídica
A palma forrageira vem ganhando espaço nas regiões semiáridas de Minas Gerais. Ela pode ser uma garantia alimentar para os bovinos nos períodos de seca.
A palma forrageira é um ícone para as regiões semiáridas, porém, tem aspectos interessantes quanto ao seu uso na alimentação de vacas leiteiras.
O programa Palmas para Minas, desenvolvido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) em conjunto com outras 13 entidades, está mostrando resultados positivos. O projeto tem o objetivo de estimular o plantio e o uso da palma forrageira no semiárido mineiro, uma vez que o produto é uma opção para alimentação dos rebanhos de bovinos, caprinos e ovinos quando existe limitação de outros itens, como o milho, por exemplo.
Instituto Luiz Girão fomenta cultivo de palma forrageira para produtores de leite no Ceará. Saiba mais sobre a forrageira e seus benefícios aqui!
A região semiárida brasileira é caracterizada por longos períodos de estiagem, o que compromete a alimentação dos rebanhos bovinos, ovinos e caprinos. Com o objetivo de oferecer alternativas para resolver esse problema, a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) decidiu criar a Rede Palma, projeto que visa distribuir e multiplicar mudas de palma forrageira em municípios mineiros.
Palma forrageira e gliricídia são destacadas como opções para a alimentação do gado leiteiro no Semiárido segundo a Embrapa. Saiba mais aqui!
O longo período de duração das secas do semi-árido brasileiro é um desafio para as produções. A palma forrageira pode ser fonte de alimento e água. Saiba mais.
Produtores rurais do Norte de Minas Gerais investem no cultivo da palma forrageira como opção para complementar a alimentação do rebanho leiteiro, principalmente em tempos de seca. Sem depender diretamente da chuva, a planta serve de alimento para bois, cabras e ovelhas, além de ajudar na hidratação dos animais, já que é constituída por até 90% de água.
Pela primeira vez, o Interleite, maior evento do setor leiteiro, será realizado no Nordeste, e uma de suas palestras terá como tema "Potencial produtivo da Palma forrageira: resultados de pesquisa e perspectivas práticas". Em sua apresentação, o Profesor da UFRPE, Alexandre Carneiro Leão de Mello, abordará os fatores que interferem na produtividade da palma forrageira, apresentando os níveis de produtividade obtidos na pesquisa científica, bem como discutirá perspectivas de possibilidade de adoção do manejo adequado da cultura pelos produtores, visando obtenção dos níveis máximos de produtividade.
Pesquisadores da Embrapa e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) estão em fase de conclusão de um trabalho de cerca de quatro anos de pesquisa para identificar os níveis de risco climático na produção da palma forrageira.
O Ministério da Agricultura atendeu a um pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e aprovou o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para cultura da palma forrageira na região da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).
Na sexta-feira (17), a palma como reserva alimentar vai ser discutida no Circuito Agropecuário Pecuária de Leite às 9h, no espaço de eventos Boteco do Sertão, localizado na Rodovia Engenheiro Jorge Neto, em Nossa Senhora da Glória(SE).
A garantia de oferta de forragem aos rebanhos na região semiárida é um desafio, especialmente em áreas de sequeiro. Mas há opções viáveis e a palma forrageira é uma das mais interessantes. O Interleite Nordeste 2014 terá um painel inédito para discutir temas como plantio mecanizado de palma forrageira e propagação de [...]
A garantia de oferta de forragem aos rebanhos na região semiárida é um desafio, especialmente em áreas de sequeiro, porém, em função das pesquisas e conhecimentos gerados até o momento, é possível suprir as necessidades em cada propriedade com as tecnologias de produção e conservação de forragem conhecidas. No intuito de poder socializar as informações sobre o cultivo intensivo da palma forrageira no Ceará, a Valle Verde Agropecuária decidiu realizar [...]
A produção de forragem no semi-árido brasileiro é comprometida em conseqüência do baixo índice pluviométrico e pela ausência ou má distribuição das chuvas durante grande parte do ano. Com a finalidade de amenizar essa situação [...]
Alan Lima e Silva, de Limoeiro do Norte/CE, enviou um questionamento para o MilkPoint sobre a alimentação de animais com palma forrageira. Alan diz que a palma forrageira esta sendo expandida a passos [...]
Estima-se que cerca de 400 mil hectares de palma forrageira estão implantados na região nordeste, sendo considerada uma fonte energética de baixo custo, por ser rica em carboidratos não-fibrosos (CNF) rapidamente digeríveis no rúmen e de boa disponibilidade na região.
Com o objetivo de facilitar o acesso às informações sobre a metodologia do cultivo adensado, manejo e usos da palma forrageira, o SENAR-PB reuniu alguns dos maiores especialistas na área num encontro entre os dias 08 e 12/11, de onde sairão duas cartilhas técnicas sobre diferentes aspectos relacionados à cactácea.
A erva-sal (<i>Atriplex nummularia</i> Lindl.) é uma espécie forrageira originária da Austrália, que tem grande adaptação a regiões áridas e semi-áridas e está presente em toda a América do Sul, principalmente Argentina, Chile e Brasil (SOUZA et al., 2004). Apresenta potencial forrageiro, resistência a doenças e pragas, é de fácil propagação e suas folhas possuem teor de proteína bruta entre 14 e 17%, sendo utilizada em várias regiões como importante recurso forrageiro para suplementação de ovinos e caprinos (FAO, 1996).
Treinamento aposta no uso da palma como suporte forrageiro dos rebanhos leiteiros no semiárido. Saiba como utilizar da melhor maneira a cactácea.
Dispararam nas bolsas mundiais de commodities agrícolas os preços da soja e do milho, indispensáveis na composição da alimentação do gado leiteiro.
A bacia leiteira mais importante de Sergipe, polarizada pelo município de Nossa Senhora da Glória, no Alto Sertão do estado, tem uma dependência significativa da palma forrageira no seu processo de sustentabilidade. Os pecuaristas da região, grande parte criadores de pequeno porte, tentam manter uma produtividade razoável com muitas dificuldades.