Neozelandeses de olho em negócios na Bahia
Conhecidos como os maiores produtores de derivados lácteos do mundo, os neozelandeses estão de olho em novas oportunidades de negócios no Brasil.
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Conhecidos como os maiores produtores de derivados lácteos do mundo, os neozelandeses estão de olho em novas oportunidades de negócios no Brasil.
Os produtores de leite da Nova Zelândia estão preocupados com a possibilidade de ficarem presos se o bloqueio do coronavírus se estender até o tradicional dia da mudança.
A Nova Zelândia é um dos líderes Agronegócio no mundo e tem o desafio crescente de produzir alimentos de qualidade para a população em rápida expansão. Na primeira semana de dezembro a embaixada neozelandesa inaugura um Centro de Treinamento em Produção de Leite, em Anápolis, na Kiwi Pecuária. A propriedade é uma fazenda modelo, que segue a produção de leite a pasto igual ao da Nova Zelândia, só que adaptada as condições climáticas do cerrado.
O maior otimismo entre os produtores de laticínios, ovinos e bovinos da Nova Zelândia fez com que a confiança rural atingisse seu nível mais alto desde o final de 2019, concluiu a última Pesquisa de Confiança Rural do Rabobank.
Chefs de cozinha estão criando uma nova maneira de impulsionar as exportações de lácteos da Nova Zelândia com a presença de 56 deles trabalhando em cerca de 50 países diferentes. Eles fazem parte da Anchor Food Professionals (AFP), a nova divisão de food service (serviços alimentares) da Fonterra, que está criando uma nova maneira de trabalhar nos mercados de exportação e com clientes.
A cooperativa neozelandesa de lácteos, Fonterra, reduziu sua previsão de pagamento pelo leite para para NZ$ 3,85 (US$ 2,54) por quilo de sólidos do leite - que equivale a NZ$ 0,32 (US$ 0,21) por quilo de leite e alguns economistas estão alertando que pode haver ainda mais queda, após os preços internacionais dos lácteos terem caído para seu menor valor em 12 anos.[...]
A confiança dos produtores rurais da Nova Zelândia caiu para seu menor nível em uma década à medida que os produtores de leite lutam para equilibrar suas finanças durante a queda nos preços dos lácteos no mercado internacional. Especialistas preveem que os preços ao produtor não deverão se recuperar antes da estação de 2016-17 - explicando o mau-humor dos produtores na última pesquisa de confiança rural feita pelo Rabobank, apesar de que os preços globais devem, eventualmente, se recuperar.[...]
Quanto tempo durará essa sede insaciável da China por produtos lácteos da Nova Zelândia? O vice-presidente do Goldman Sachs Group, Mark Schwartz, esteve imerso nos mercados asiáticos [...]
Expandir a área industrial em 2014, construir silos para armazenar leite e produzir leite com baixa lactose. Essas ações fazem parte do plano de crescimento da Fazenda Leite Verde, no município de Jaborandi, no Oeste baiano, onde o grupo neozelandês produz o leite Leitíssimo. A informação foi prestada por Simon Wallace e David Broad, em reunião nesta segunda-feira (2) com o secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles.
Os exportadores neozelandeses continuam perdendo milhões de dólares nas vendas ao mercado chinês como resultado do fiasco do botulismo da Fonterra, disse o diretor executivo da Câmara de Comércio de Auckland, Michael Barnett.
Em seu escritório em Xangai, na China, a gigante neozelandesa, Fonterra, que exportou mais de NZ$ 2,5 bilhões (US$ 2,11 bilhões) de produtos lácteos à China no ano passado, construiu uma cozinha comercial especial para mostrar aos chefs de cozinha chineses como preparar e consumir lácteos.
Os produtores de leite devem prestar bastante atenção aos custos nessa safra, disse a organização que representa a indústria de lácteos da Nova Zelândia, DairyNZ, em resposta à redução na previsão de pagamento do leite para 2014/15 pela Fonterra [...]
Os produtores de leite Hugh e Sue Chisholm estão usando energia solar para ajudar a ter uma fazenda leiteira mais sustentável. Na Nova Zelândia, trata-se de um dos maiores sistemas de energia solar já instalado [...]
Um grupo de produtores de Taranaki, na Nova Zelândia, planeja construir uma fazenda de lácteos "neozelandesa" no sul da China. O contador, John Wilson, disse que o grupo planeja imitar a Fonterra e construir uma fazenda de 1.800 cabeças na província de Guangxi para fornecer leite fresco ao mercado local. A Golden Harvest pretende levantar US$ 4,09 milhões dos investidores neozelandeses.
O diretor executivo e um dos sócios da Leitíssimo, Craig Bell, concedeu entrevista exclusiva ao MilkPoint, falando sobre a Fazenda Leite Verde, seus novos projetos - principalmente quanto à fábrica de leite UHT na propriedade - e o que atraiu produtores da Nova Zelândia a investirem no nordeste brasileiro. Craig Bell (ex-Gerente Geral da Fonterra Brasil) e Simon Wallace (cuja família é uma das maiores produtoras de leite da Nova Zelândia) são os principais diretores da empresa, com total de 10 sócio-investidores, entre brasileiros e neozelandeses.
Na próxima primavera, os neozelandeses estarão ordenhando cerca de 8% das vacas que o Uruguai tem produzindo leite e, inclusive, manejarão mais animais que todos os produtores que fornecem leite à Cooperativa Nacional de Produtores de Leite do Uruguai (Conaprole) - ao todo, 13.888 vacas.
O primeiro-ministro da Nova Zelândia, John Key, condenou a decisão dos Estados Unidos de reintroduzir subsídios de exportação aos produtos lácteos. "É uma medida muito decepcionante". A medida tomada pelos EUA seguiu a reintrodução de subsídios à exportação de lácteos por parte da União Europeia (UE), em janeiro.
Mostrar a investidores e empresários da Nova Zelândia as oportunidades de negócios e de investimentos na agropecuária brasileira. Essa foi a razão da visita às duas unidades da Embrapa em São Carlos - Embrapa Instrumentação Agropecuária e Embrapa Pecuária Sudeste - do jornalista Tim Cronshaw, do jornal The Press, de Christchurch (Nova Zelândia) e do diplomata Matthew Paterson, primeiro secretário da Embaixada da Nova Zelândia em Brasília.
Pesquisadores neozelandeses podem ter encontrado uma maneira de reduzir os químicos que são considerados responsáveis pela pior poluição das vias fluviais. As vacas leiteiras são fontes de aumento nos níveis de nitrogênio como nitrato através da lixiviação da urina no solo e em cursos d?água. Mas reduzir os efeitos negativos poderia ser simples, apenas com a introdução de uma nova planta nas pastagens dos produtores.
Seção Editorial: "A ideia do Latin America Dairy Congress surgiu a partir da percepção de que precisávamos fazer, no Brasil, um evento com uma proposta global, aproximando o mundo lácteo de nosso mercado. Tenho participado de diversos eventos lá fora, em especial do Global Dairy Congress, realizado pela Zenith e que serviu de inspiração para o nosso evento. Nesses eventos, sempre saía com uma certa frustração: nossas discussões aqui, via de regra, envolviam uma agenda de passado, ao passo que lá, a agenda era de presente e futuro", por Marcelo Pereira de Carvalho, Diretor Executivo da AgriPoint.
A Bolsa da Nova Zelândia (NZX) está preparando o lançamento de contratos futuros e opções para leite, favorecendo o hedge no mercado de lácteos. A previsão é de que os futuros sejam disponibilizados no dia 27 de maio deste ano, informa a NZX, enquanto o mercado de opções seja inaugurado em junho.
"Uma porção de iogurtes e sorvetes hoje vendidos no mercado possui grandes quantias de carboidratos, mais do que alguns refrigerantes, além de dezenas de ingredientes que não deveriam fazer parte do produto. Acreditando que os brasileiros estão buscando cada vez mais produtos de qualidade, surgiu a ideia de fundarmos a Delicari, que tem como proposta resgatar uma relação saudável, prazerosa e consciente com os derivados do leite".
A lucratividade no setor leiteiro está atualmente difícil na Nova Zelândia de forma que os números totais de vacas em 2016 deverão declinar pela terceira vez em 28 anos. A desaceleração na demanda global está sendo agravada pela maior produção de leite em muitos países e tem criado um excedente de ofertas em todo o mundo. No processo, o maior exportador de lácteos tem visto os preços do leite ao produtor caírem.
A Fonterra anunciou seus resultados anuais de 2017, que apresentam receita de até NZ$ 19,2 bilhões (US$ 13,96 bilhões), mas o lucro líquido após impostos caiu em NZ$ 745 milhões (US$ 541 milhões), uma redução de 11%.