O maior problema da pecuária leiteira: mastite
A mastite é considerada a principal doença que afeta os rebanhos leiteiros no Brasil e no mundo, proporcionando as maiores perdas econômicas. Saiba mais aqui!
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A mastite é considerada a principal doença que afeta os rebanhos leiteiros no Brasil e no mundo, proporcionando as maiores perdas econômicas. Saiba mais aqui!
A introdução da tecnologia de PCR revolucionou a área de diagnóstico veterinário e vem ganhando cada vez mais aceitação e espaço no diagnóstico de mastite. Veja como construir um diagnóstico acurado da mastite.
Entenda como identificar, tratar e prevenir a mastite em ovelhas leiteiras e proteger a qualidade do leite ovino.
A mastite ou mamite pode deixar sequelas, tais como nódulos endurecidos na glândula mamária. Geralmente, esses nódulos são formados por células que não produzem leite e o local onde houve a infecção jamais irá ser ocupado por células produtoras de leite novamente, o que, com o passar das lactações, diminui a produção de leite da ovelha.
Conheça mais sobre a epidemiologia de um dos principais agentes causadores de mastite.
Por que os marcadores moleculares ainda não podem ser utilizados em massa para o monitoramento de genes de resistência no contexto da mastite bovina? Entenda!
Seção Qualidade: "A mastite clínica é uma forma de apresentação da doença, na qual ocorrem alterações visuais do leite e/ou do quarto mamário, e ocasionalmente, também podem ocorrer sintomas sistêmicos. Este tipo de mastite é facilmente percebido pelo ordenhador, pelo uso rotineiro do teste da caneca de fundo preto, durante a preparação da vaca antes da ordenha. Quando a detecção da mastite não é realizada, ou feita de forma deficiente, uma parcela das vacas com mastite clínica pode ser ordenhada juntamente com as demais vacas sadias, o que causa significativo aumento da CCS do tanque", por Marcos Veiga Santos, Professor Associado da FMVZ-USP Qualileite/FMVZ-USP Laboratório de Pesquisa em Qualidade do Leite.
Mastite grave pode desencadear laminite aguda. Diagnóstico precoce e triagem de cascos são cruciais na recuperação.
A mastite impacta a produtividade leiteira, gerando perdas econômicas de até US$ 13 bi/ano. O controle eficaz exige entender causas e adotar estratégias preventivas: saiba mais aqui!
A análise econômica de uma doença tem o objetivo principal estimar o impacto ocasionado pela enfermidade sobre o desempenho econômico da fazenda leiteira. No caso da mastite bovina, as perdas devido aos casos clínicos são percebidos com maior facilidade pelo produtor, uma vez que os sinais clínicos são evidentes e o leite produzido é descartado.
Em muitas fazendas leiteiras, dois dos problemas mais comuns de manejo são as falhas reprodutivas e a ocorrência de mastite. Os fatores de risco para mastite e distúrbios reprodutivos são semelhantes e pode ser difícil determinar o impacto isolado da mastite sobre o desempenho reprodutivo. A idade da vaca, estresse calórico, ocorrência de distúrbios metabólicos, imunossupressão na fase inicial da lactação e o alto rendimento leiteiro estão associados a maior risco de mastite e redução da fertilidade. Entretanto, o impacto direto da mastite sobre a piora do desempenho reprodutivo já é conhecido há mais de 20 anos e desde então inúmeros pesquisadores tem relatado que a mastite pode reduzir o desempenho reprodutivo.[...]
As principais dúvidas sobre mastite bovina são respondidas nesse artigo. Entre e confira 10 perguntas e 10 repostas mais relevantes sobre o tema!
A mastite causada por Prototheca geralmente se apresenta na forma crônica, sem sintomas clínicos e sistêmicos, mas com elevação da contagem de células somáticas
Este é o último de três artigos sobre o tema "O que sabemos sobre a mastite". Nos artigos anteriores, abordamos sobre a detecção e diagnóstico e sobre o controle e tratamento da mastite. Neste artigo, serão revisados os conceitos e os avanços ocorridos no último século em relação a estratégias de prevenção da mastite, em especial ao que se refere ao equipamento e manejo de ordenha, e outras estratégias diretamente associadas com a vaca, como a seleção genética, a suplementação nutricional e a vacinação.
A mastite segue como um dos principais desafios sanitários da pecuária leiteira. Com forte relação com o manejo e o ambiente, a doença impacta diretamente a qualidade do leite e a rentabilidade da produção.
A mastite é uma das doenças que mais comprometem a rentabilidade do leite. Entenda os impactos produtivos e financeiros da enfermidade nos rebanhos brasileiros.
Entenda como a mastite contagiosa afeta a produtividade e como prevenir infecções com boas práticas de manejo e ordenha. Clique e saiba mais!
Saiba tudo sobre a mastite bovina: prejuízo econômico, tipos de mastite, causas, agentes infecciosos, prevenção e controle!
A criação de animais jovens (bezerras e novilhas), seja para reposição do rebanho ou para venda, é uma atividade de elevado custo dentro de um sistema de produção de leite, pois durante todo o período de criação, que pode durar pelo menos 24 meses, o produtor investe em alimentação, mão de obra e capital, mas não tem retorno algum durante esta fase. Alguns estudos estimam que o custo de criação de novilhas é o segundo maior custo dentro de um sistema de produção, ficando somente atrás dos custos de alimentação das vacas em lactação.[...]
Conhecer as causas da mastite é um dos pré-requisitos essenciais para escolher as melhores soluções para resolve-la. Leia mais!
A mastite tem efeito negativo sobre desempenho reprodutivo das vacas e as consequências dessa infecção variam de acordo com o agente causador. Saiba mais aqui!
A forma mais simples para classificar a mastite clínica é baseada na gravidade dos sintomas, considerando três níveis: leve, moderada e grave. Saiba mais aqui!
Um estudo recente comparou o tratamento de casos de mastites clínica causadas por bactérias Gram-negativas com antibiótico intramamário e o não tratamento. Leia
Neste e nos próximos dois artigos de nossa coluna iremos revisar os principais conceitos sobre a mastite, especialmente em relação aos avanços obtidos nos últimos 100 anos referentes aos seguintes assuntos: (1) detecção e diagnóstico; (2) manejo e controle; e (3) prevenção da doença.