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42 resultados para "luteal"

Programas de Fertilidade para o 1º serviço pós-parto - O pontapé inicial do manejo reprodutivo
14/06/2026

Programas de Fertilidade para o 1º serviço pós-parto - O pontapé inicial do manejo reprodutivo

O primeiro serviço pós-parto é decisivo para a eficiência reprodutiva de vacas leiteiras. Este artigo apresenta o Duplo E-Synch, programa de fertilidade que combina pré-sincronização e IATF para elevar a taxa de serviço e concepção. Com maior controle hormonal, sincronização e fertilidade, o protocolo contribui para elevar os índices produtivos e econômicos das fazendas leiteiras de alta produção.

Estro: implicações para fertilidade - Parte 4
12/12/2018

Estro: implicações para fertilidade - Parte 4

Foi mencionado em artigos anteriores que o diâmetro do folículo pré-ovulatório não era diferente entre as categorias de intensidade de pico, mas isso não implica que a duração do proestrus ou da dominância era semelhante, pois não havia controle de emergência folicular nos estudos relatados. Portanto, a duração do proestros e da dominância (Bleach et al., 2004; Cerri et al., 2009) não podem ser excluídas como possíveis causas relacionadas com a fertilidade reduzida observada.

Futuro da reprodução dos rebanhos leiteiros - Parte 1
03/01/2018

Futuro da reprodução dos rebanhos leiteiros - Parte 1

Radar Reprodução: "As pesquisas nos próximos 100 anos vão focar na melhoria das tecnologias já existentes, para torná-las mais efetivas, mais acessíveis e fáceis de serem usadas em grandes fazendas. Importantes áreas para pesquisas vão buscar melhorar a fertilidade das vacas e do sêmen; a sincronização de cio; a detecção de cio; as tecnologias de produção de embriões e o diagnóstico precoce de gestação. A seleção genética vai buscar vacas de alta produção e com alta fertilidade e agora é o momento para se identificar as características que definem alta fertilidade das vacas leiteiras", por Ricarda Maria dos Santos, professora da UFU e José Luiz Moraes Vasconcelos, professor da UNESP de Botucatu.

Regressão Prematura de Corpos Lúteos - RPCL na Múltipla Ovulação e Transferência de Embriões - MOTE em pequenos ruminantes
05/12/2013

Regressão Prematura de Corpos Lúteos - RPCL na Múltipla Ovulação e Transferência de Embriões - MOTE em pequenos ruminantes

A tecnologia da MOTE promove maior intensidade de seleção, intervalo de geração reduzido e maior acurácia das estimativas de valores genéticos (KINGHORN et al., 2006). Porém, uma das principais desvantagens está associada ao custo da técnica que limita a sua utilização. A despesas estão, principalmente, entrelaçadas aos gastos hormonais, técnica cirúrgica de coleta e inovulação e criopreservação dos embriões. Os gastos hormonais estão, em parte, relacionados a uma grande variabilidade individual no resultado da MOTE. O chamado "efeito intrínseco ou individual" das doadoras está relacionado ao fato de que algumas fêmeas respondem melhor do que outras aos protocolos hormonais. Este efeito também está associado ao momento da dinâmica folicular no início do protocolo superovulatório e também a ocorrência da regressão prematura de corpos lúteos - RPCL (BALDASSARRE, 2008).

Identificação precoce de fêmeas ovinas
11/08/2017

Identificação precoce de fêmeas ovinas

Seção Ovinos e Caprinos: "No caso de ruminantes, foi proposto que a determinação da concentração de hormônio anti-mulleriano (AMH) no sangue, pode ajudar a determinar a capacidade de uma doadora para produzir um número esperado de embriões quando submetidos à ovulação múltipla, transferência de embriões ou fertilização in vitro. Um estudo recente mostrou que as cordeiras com maiores níveis de AMH no sangue com 110 dias de idade aproximadamente, foram as que alcançaram a puberdade precocemente, resultando na antecipação do primeiro parto e fertilidade melhorada quando comparado a animais da mesma idade e com baixas concentrações de AMH", pela Equipe do LAPOC da Universidade Federal do Paraná - UFPR.

Efeito das inflamações e da condição de saúde sobre o desenvolvimento e a fertilidade de gado de leite - Parte 1
28/10/2016

Efeito das inflamações e da condição de saúde sobre o desenvolvimento e a fertilidade de gado de leite - Parte 1

Seção Reprodução: "A queda na fertilidade da vaca de leite atual tem, provavelmente, origem multifatorial e está associada à alta produção de leite. A associação entre a baixa fertilidade e o aumento da produção podem ser considerados resultados das mudanças homeoréticas necessárias para sustentar a produção de leite, o que afeta diretamente os tecidos reprodutivos. A maior produção de leite está associada às mudanças fisiológicas que podem reduzir a fertilidade, tais como o agravamento do balanço energético negativo, concentrações plasmáticas de progesterona e estradiol menores, entre outros", por Ricarda Maria dos Santos, professora da UFU e José Luiz Moraes Vasconcelos, professor da UNESP de Botucatu.

Parâmetros produtivos e reprodutivos associados ao comportamento de estro - Parte 4
08/08/2016

Parâmetros produtivos e reprodutivos associados ao comportamento de estro - Parte 4

Seção Reprodução: "Alguns métodos de detecção de estro são observação visual, marcação da base da cauda com giz, detectores de pressão, pedômetros e sensores (Caraviello et al., 2006). A observação visual do estro exige maior intensidade de mão de obra e tem geralmente baixa eficiência (At-Taras e Spahr, 2001). IATF após manipulação hormonal do ciclo estral tem sido usada como alternativa para atingir metas reprodutivas sem necessidade de detecção de estro (Pursley et al., 1995) e resulta em maiores taxas de prenhez pelo maior número de vacas inseminadas", por Ricarda Maria dos Santos, professora da UFU e José Luiz Moraes Vasconcelos, professor da UNESP de Botucatu.

Relação entre Nutrição e Reprodução da vaca em lactação - Parte 2
08/06/2010

Relação entre Nutrição e Reprodução da vaca em lactação - Parte 2

A ingestão inadequada de nutrientes e reservas orgânicas inadequadas durante o início da lactação são os principais fatores que afetam o desempenho reprodutivo de vacas leiteiras. Melhorar o balanço energético pelo aumento do consumo de energia através de carboidratos não fibrosos adicionais ou gordura suplementar na dieta reduz os dias até a primeira ovulação e melhora a concepção após o parto. Há forte evidência sugerindo que o manejo das vacas durante o período anterior ao parto afeta a saúde uterina.

Problemas Reprodutivos em vacas leiteiras: ciclicidade e estro
13/06/2011

Problemas Reprodutivos em vacas leiteiras: ciclicidade e estro

A revisão dos níveis atuais de fertilidade do rebanho leiteiro do Reino Unido revela que existem inúmeros problemas. O nível de fertilidade das vacas leiteiras modernas de alto rendimento da raça holandesa é muito mais baixo se comparado ao de suas antecessoras e sugere cautela quando se extrapolam os resultados de estudos científicos "mais antigos" para a situação atual. Além disso, sistemas de manejo com diferenças significativas em níveis de fertilidade entre países colaboram para acentuar as dificuldades encontradas quando se interpretam os dados gerados por diferentes estudos.

Nutrição e saúde uterina no pós-parto e a fertilidade
21/06/2010

Nutrição e saúde uterina no pós-parto e a fertilidade

Estudos epidemiológicos demonstraram claramente que há uma forte relação entre as doenças no pós-parto e o desempenho reprodutivo subsequente dos bovinos leiteiros. As vacas diagnosticadas com hipocalcemia clínica tinham 3,2 vezes mais probabilidade de retenção de placenta (RP) do que as vacas que não tinham hipocalcemia clínica (Curtis et al., 1983). Whiteford e Sheldon (2005) também verificaram que a hipocalcemia estava associada à ocorrência de doença uterina em vacas leiteiras em lactação. Markusfeld (1985) relatou que 80% das vacas com cetonúria desenvolveram metrite.

27/05/2010

Regressão prematura de corpo lúteo

Com a finalidade de proporcionar um incremento na produtividade e um rápido crescimento na qualidade genética do rebanho, as biotécnicas da reprodução têm alcançado cada vez maior aplicabilidade. Entretanto, no uso destas ferramentas reprodutivas, alguns entraves ou efeitos indesejáveis têm sido observados. Dentre eles, focaremos nesta discussão a regressão prematura do corpo lúteo, um dos importantes obstáculos na transferência de embriões nos pequenos ruminantes.

Cisto ovariano em vacas de leite: incidência, resposta à aplicação de GnRH e desempenho reprodutivo
06/07/2009

Cisto ovariano em vacas de leite: incidência, resposta à aplicação de GnRH e desempenho reprodutivo

Em bovinos, a ocorrência de cisto ovariano é definida como presença de uma estrutura anovulatória de diâmetro maior do que 25 mm que persiste por, no mínimo, 10 dias na ausência de um corpo lúteo. Este estudo teve como objetivos avaliar: a porcentagem de vacas ciclando, em anestro ou com cisto na sétima semana após o parto; o efeito da época do ano na incidência dos cistos; a resposta das vacas com cisto ao tratamento com uma aplicação de GnRH; a porcentagem de recuperação espontânea dos cistos; a eficiência reprodutiva e a taxa de descarte de vacas que apresentaram cisto.

Priorização de Nutrientes em Vacas Leiteiras no Pós-Parto Imediato: Discrepância entre Metabolismo e Fertilidade? Parte-2
23/04/2009

Priorização de Nutrientes em Vacas Leiteiras no Pós-Parto Imediato: Discrepância entre Metabolismo e Fertilidade? Parte-2

As alterações metabólicas induzidas pelo sistema somatotrófico para sustentar altos níveis de rendimento leiteiro também afetam o sistema reprodutivo. Ao atuar em diferentes níveis do eixo hipotalâmico-pituitário-ovariano, níveis alterados de hormônios e metabólitos exercem efeito negativo sobre o crescimento e desenvolvimento de folículos e provavelmente sobre a ovulação.

Acelerando a redução de progesterona após luteólise induzida aumenta a fertilidade de vacas leiteiras tratadas com Ovsynch
19/07/2011

Acelerando a redução de progesterona após luteólise induzida aumenta a fertilidade de vacas leiteiras tratadas com Ovsynch

Luteólise é definida como a perda da função do corpo lúteo (CL) e sua regressão ou involução, que encerra o ciclo estral de vacas (McCracken et al, 1999;. Niswender et al, 2000). Luteólise é caracterizada por dois eventos. No primeiro evento há diminuição da secreção de progesterona (P4) que é conhecida como luteólise funcional. Após a luteólise funcional, ocorre a luteólise estrutural ou morfológica, que é a perda da estrutura celular do corpo lúteo e sua involução gradual em corpus albicans (McCracken et al;. 1999; Niswender et al, 2000).

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