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39 resultados para "intravaginal"

Fatores de manejo associados à taxa de prenhez em novilhas receptoras de embriões em programas de transferência de embriões produzidos in vitro
20/10/2009

Fatores de manejo associados à taxa de prenhez em novilhas receptoras de embriões em programas de transferência de embriões produzidos in vitro

Extensos programas de produção de embriões <i>in vitro</i> têm sido desenvolvidos no Brasil, mas com resultados ainda bastante variáveis, especialmente com relação à taxa de prenhez média observada nas receptoras de embriões. O objetivo deste estudo foi avaliar os fatores de manejo que afetam a taxa de prenhez das receptoras em grandes programas de transferência de embriões.

Izabela Cardoso: "com a melhoria no bem-estar animal, reduzimos nosso custo alimentar"
06/06/2019

Izabela Cardoso: "com a melhoria no bem-estar animal, reduzimos nosso custo alimentar"

Todas as ações citadas por Izabela e que compõe a rotina da agropecuária são importantes para que eles tenham a noção de como estão minimizando o estresse nos animais. Como um dos maiores desafios é em relação ao estresse térmico, a avaliação mais importante fica na comparação entre a produção e a reprodução (comparando inverno e verão), sendo que a produção é corrigida para dias em lactação. Como são apenas cinco anos com os animais fechados, a distribuição de partos ainda não é homogênea.

Retenção de placenta e endometrite subclínica: prevalência e relação com o desempenho reprodutivo de vacas leiteiras mestiças
16/12/2016

Retenção de placenta e endometrite subclínica: prevalência e relação com o desempenho reprodutivo de vacas leiteiras mestiças

Seção Reprodução: "Após o parto, para que a vaca esteja apta a conceber novamente, é necessário que vários processos ocorram, sendo eles a involução uterina, a regeneração do endométrio, a eliminação do conteúdo bacteriano do útero e a retomada da atividade cíclica ovariana (Sheldon et al., 2008). O risco da ocorrência de doenças uterinas é aumentado quando existem falhas em um ou mais desses processos, reduzindo assim a fertilidade de vacas leiteiras (Djuricic et al., 2012). Além disso, fatores endócrinos, imunológicos, genéticos, de manejo e suas interações contribuem para o aumento na incidência de infecções uterinas", por Rodrigo R. Buso, Carla C. Campos e Ricarda M. Santos, da Faculdade de Medicina Veterinária - Universidade Federal de Uberlândia.

O período de transição e a saúde uterina
25/05/2015

O período de transição e a saúde uterina

As doenças uterinas podem ser classificadas em metrite puerperal, metrite clínica, endometrite clínica e endometrite subclínica. Tais doenças são altamente prevalentes em vacas leiteiras de alta produção e foram associadas a menores taxas de prenhez por IA, aumento do intervalo entre o parto e a concepção, aumento da taxa de descarte e perdas econômicas. A metrite afeta em torno de 20,0% das vacas leiteiras em lactação, com incidência entre 8 e > 40% em algumas fazendas. A endometrite clínica também afeta em torno de 20,0% das vacas leiteiras em lactação, com prevalência entre 5,0 e > 30% em alguns rebanhos.[...]

Regressão Prematura de Corpos Lúteos - RPCL na Múltipla Ovulação e Transferência de Embriões - MOTE em pequenos ruminantes
05/12/2013

Regressão Prematura de Corpos Lúteos - RPCL na Múltipla Ovulação e Transferência de Embriões - MOTE em pequenos ruminantes

A tecnologia da MOTE promove maior intensidade de seleção, intervalo de geração reduzido e maior acurácia das estimativas de valores genéticos (KINGHORN et al., 2006). Porém, uma das principais desvantagens está associada ao custo da técnica que limita a sua utilização. A despesas estão, principalmente, entrelaçadas aos gastos hormonais, técnica cirúrgica de coleta e inovulação e criopreservação dos embriões. Os gastos hormonais estão, em parte, relacionados a uma grande variabilidade individual no resultado da MOTE. O chamado "efeito intrínseco ou individual" das doadoras está relacionado ao fato de que algumas fêmeas respondem melhor do que outras aos protocolos hormonais. Este efeito também está associado ao momento da dinâmica folicular no início do protocolo superovulatório e também a ocorrência da regressão prematura de corpos lúteos - RPCL (BALDASSARRE, 2008).

Vacas anovulares: etiologia, fatores de risco e manejo - Parte 3
25/11/2010

Vacas anovulares: etiologia, fatores de risco e manejo - Parte 3

Como estas vacas não estão ciclando, é esperado que haja atraso no primeiro cio pós-parto e, consequentemente, na primeira IA. Isso acaba estendendo o intervalo entre o parto e a primeira IA, o que prejudica o desempenho reprodutivo do rebanho. Vacas de leite de alta produção, principalmente aquelas alojadas em pisos de concreto têm cios de curta duração e de atividade reduzida. Portanto, quando anovulares, estas vacas acabam dificultando ainda mais o manejo reprodutivo de rebanhos que dependem de detecção de cio para IA.

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