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23 resultados para "huber"

"Conversa entre vacas e modelos matemáticos sobre cana e ureia": Parte I
26/06/2009

"Conversa entre vacas e modelos matemáticos sobre cana e ureia": Parte I

A utilização de cana-de-açúcar tem se tornado cada vez mais comum nas fazendas leiteiras do Brasil. Como pequena proporção da matéria seca (MS) desta forragem é representada por compostos nitrogenados (~2,5% de proteína bruta), a "Tecnologia Cana + Ureia" tem sido difundida nos trópicos desde a década de 1970, principalmente após a realização de vários experimentos nos países caribenhos. Embora esta tecnologia não seja recente, o frequente questionamento sobre o uso de ureia em rações com cana-de-açúcar motivou a preparação deste artigo.

08/03/2010

Substituição de proteína vegetal por nitrogênio não-protéico na dieta de ovinos

A substituição de uma fonte protéica vegetal, por uma com alta concentração de nitrogênio (N), como ureia de liberação lenta ou ureia, pode resultar na redução dos custos do confinamento além de minimizar os efeitos negativos da excreção de N pelos ruminantes para o meio ambiente. Isto ocorre porque a ureia tem um grande equivalente protéico e um preço inferior à proteína verdadeira, viabilizando sua utilização em sistemas de confinamento, nos quais a alimentação responde por grande parte do custo total de produção (Souza et al., 2004).

"Conversa entre vacas e modelos matemáticos sobre cana e uréia": Parte II
22/07/2009

"Conversa entre vacas e modelos matemáticos sobre cana e uréia": Parte II

Na primeira parte deste artigo foi apresentado o que os modelos matemáticos apontam sobre o uso de uréia em dietas com cana-de-açúcar. A utilização de um farelo protéico associado à uréia parece ser um caminho mais próspero do que o uso isolado de uréia para corrigir o déficit protéico da cana-de-açúcar. Atualmente, o baixo consumo de matéria seca aparenta ser nosso maior desafio quando formulamos rações com cana-de-açúcar como forragem exclusiva.

Estresse térmico no final da gestação e seu impacto nas vacas lactantes e bezerras - I
21/01/2019

Estresse térmico no final da gestação e seu impacto nas vacas lactantes e bezerras - I

Estresse térmico durante o período seco reduz a produção de leite na próxima lactação e reduz a rentabilidade de fazendas de gado de leite. Vacas holandesas estão expostas ao estresse térmico quando o índice de temperatura e umidade está acima da sua zona de termoneutralidade. Temperatura e movimento do ar, umidade relativa e radiação solar são fatores ambientais que influenciam na intensidade do estresse térmico.

Avanços na utilização de NNP para vacas leiteiras
10/06/2010

Avanços na utilização de NNP para vacas leiteiras

A utilização de ureia reduz, de forma considerável, o custo das dietas utilizadas na alimentação de vacas leiteiras. Os estudos até hoje realizados mostram que dietas com PB ou PDR pouco acima do recomendável pelo NRC - Gado de Leite, ou de fontes de NNP, não afeta o desempenho reprodutivo em animais de baixa e média produção de leite. Em rebanhos de leite que utilizam forragens tropicais suplementados com ureia ou uma fonte de proteína verdadeira observa-se uma melhora no desempenho reprodutivo. Conclui-se que a ureia pode ser bem aproveitada pela vaca, como são as fontes de proteínas verdadeiras.

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