Produção agroindustrial crescerá 2,2%, indica FGV
O Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) revisou para cima sua estimativa para a variação em 2022 do índice PIMAgro. Leia!
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O Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) revisou para cima sua estimativa para a variação em 2022 do índice PIMAgro. Leia!
O resultado final do Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) em 2020 tende a ser negativo.
O Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) encerrou março com alta de 1,8% em relação ao mesmo mês do ano passado. Leia mais aqui!
Existe espaço para um expressivo aumento do número de projetos na frente agropecuária no país. Entenda mais sobre os caminhos para o agro, aqui.
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços Mercado ficou em 4,10% em maio, contra 1,51% em abril e acumulando alta de 14,39% no ano e de 37,04% em 12 meses.
O cenário negativo decorrente dos reflexos do novo coronavírus sobre as economias brasileira e global fará de 2020 um ano de retrocesso também para as agroindústrias instaladas no país, por mais que a produção de alimentos e bebidas, que costuma ser mais resiliente em tempos de crise, possa amenizar essa tendência.
O Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) deixou para trás a espiral de variações negativas observadas no primeiro quadrimestre e encerrou maio com forte alta de 13,2% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Quase 80% dos consumidores estão comprando apenas produtos essenciais em meio à quarentena para conter o avanço da covid-19, mostram recortes específicos das pesquisas de confiança na Fundação Getulio Vargas (FGV). Conforme dados prévios de abril, aos quais o Estadão/Broadcast teve acesso com exclusividade, o setor empresarial que está mais pessimista com a crise econômica é a construção civil.
O Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) encerrou abril com variação negativa de 2,1% em relação ao mesmo mês do ano passado, pressionado por uma redução da produção física do grupo de produtos alimentícios e bebidas (2,9%).
O Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) recuou em agosto pelo terceiro mês consecutivo, pressionado pelo desempenho negativo observado no grupo formado por produtos não-alimentícios.
O Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) confirmou as expectativas e registrou queda expressiva em março, quando de fato começaram a ser sentidos no país os reflexos negativos da pandemia da covid-19.
O Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) encerrou o primeiro trimestre do ano com variação negativa de 1,4%, pressionado sobretudo pela queda da produção física do grupo de produtos não alimentícios
Depois de reagir em setembro e se manter firme em outubro, o Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) voltou a recuar em novembro, pressionado pela queda das atividades no segmento de produtos não-alimentícios, sobretudo florestas.
Depois de desabar nos primeiros meses de pandemia e iniciar uma recuperação que culminou em forte alta em setembro, o Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) voltou a subir em outubro em relação ao mesmo mês de 2019, embora o avanço tenha sido modesto.
Este fim de ano deve marcar uma retomada mais acelerada no ritmo de consumo das famílias brasileiras e, no primeiro semestre de 2020, essa demanda deve voltar ao patamar registrado no período anterior à recessão econômica. A estimativa é do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação GetúlioVargas (Ibre/FGV).
Depois de reagir em setembro e interromper uma sequência de três meses seguidos de retrações, o Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro), calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro), se consolidou em terreno positivo em outubro, impulsionado por uma disparada na área de produtos alimentícios e bebidas.
O Índice de Confiança da Indústria (ICI) caiu 9,2% em março ante fevereiro, passando de 83,0 para 75,4 pontos, informou nesta terça-feira, 31, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice atinge o menor nível desde janeiro de 2009, quando estava em 74,1 pontos. Na comparação com março de 2014, o ICI recuou 21,2%
O setor industrial do Brasil terminou 2017 com a confiança na máxima em quase quatro anos diante do maior otimismo para o futuro, apontou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira. Os dados divulgados pela FGV mostraram que o Índice da Confiança da Indústria (ICI) subiu 1,3 ponto em dezembro e terminou o ano com 99,6 pontos, nível mais alto desde os 100,1 pontos de janeiro de 2014.
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou março com alta de 0,85%, puxada pelo aumento dos preços de alimentação. Os dados são da Fundação Getulio Vargas (FGV) e foram divulgados nesta terça-feira (1º). Na comparação com a terceira quadrissemana do mês, o destaque ficou para o grupo alimentação. Nesta classe de despesa, a FGV destacou o item laticínios, cuja taxa passou de [...]
A inflação no setor agropecuário desacelerou no atacado. Os preços subiram 1,20% na segunda prévia do IGP-M de dezembro, após alta de 2,44% na segunda prévia de novembro [...]
FGV Agro aponta queda de 5,3% na produção agroindustrial em junho, com impacto na economia e desempenho negativo em diversos segmentos. Entenda.
Cerca de 32 milhões de brasileiros ascenderam de classe social entre 2003 e 2008, e passaram a integrar as classes A, B e C, indica estudo da FGV (Fundação Getúlio Vargas) baseado nos dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). A melhoria na renda do brasileiro foi um dos pontos fundamentais para que o potencial de consumo aumentasse 14,98% neste intervalo de tempo, acrescenta o estudo.
O Brasil entrou em recessão já no terceiro trimestre do ano passado, pelos cálculos do Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (Codace) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV). Os economistas que compõem o comitê, porém, ainda não determinaram quando o período de contração da economia terminará.
Nos próximos cinco anos, o Brasil deve reduzir o número de miseráveis pela metade e aumentar em 50% as classes A e B. A projeção é de Marcelo Neri, diretor do Centro de Políticas Sociais, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Conforme sua estimativa, no início de 2015, os pobres serão apenas 8% dos brasileiros.