Chitãozinho, Xororó e as evidências do leite no Brasil
A música não traz reflexões só para o amor. Um trecho do refrão da canção traz uma reflexão para o atual momento da cadeia do leite no Brasil. Entenda!
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A música não traz reflexões só para o amor. Um trecho do refrão da canção traz uma reflexão para o atual momento da cadeia do leite no Brasil. Entenda!
Os resultados de estudos são consistentes com importantes descobertas no campo da nutrição humana. Veja o que a ciência diz sobre o leite e saúde!
A Morinaga Milk Industry Co., Ltd., empresa japonesa líder em produtos lácteos e importante fabricante mundial de probióticos, confirmou que sua cepa probiótica de propriedade exclusiva, a Bifidobacterium breve A1 (também conhecida como B. Breve MCC1274) é segura e eficaz para melhorar as funções de memória de idosos com suspeita de comprometimento cognitivo leve (CCL) em um estudo randomizado, duplo-cego e controlado por placebo (ECP).
O manejo de vacas leiteiras no período de transição é tema bastante desafiador para técnicos e produtores de leite. E quanto mais produtivo é o rebanho, maior o desafio. No período pré-parto a preocupação maior é dar conforto às vacas e oferecer uma dieta que proporcione ingestão máxima de nutrientes, considerando que nessa fase o consumo voluntário começa a cair e instala-se o balanço negativo de nutrientes [...]
Apesar do papel benéfico dos alimentos lácteos em uma dieta saudável estar bem estabelecido por comunidades científicas e relacionadas à nutrição (1,2), as ideias equivocadas sobre esses alimentos continuam surgindo. O ambiente multimídia de hoje aumenta as oportunidades para informações equivocadas levando a conceitos errados sobre os alimentos em geral.
Um estudo inédito com mais de 700 vacas no Brasil confirma o que a pecuária leiteira moderna precisa ouvir: inovar com base em evidências é o melhor caminho entre a ciência e o resultado ao produtor.
Evidências brasileiras mostram BAL autóctones com ação antibacteriana e antifúngica, abrindo caminho para culturas bioprotetoras e maior vida de prateleira.
As ideias equivocadas sobre os alimentos lácteos podem levar à eliminação desnecessária desse alimento da dieta, o que quase sempre reduz a ingestão dietética total de nutrientes essenciais do leite, como o cálcio, e potencialmente coloca em risco à saúde. Profissionais de saúde podem positivamente formar as escolhas de alimentos de seus clientes e efetivamente comunicar informações baseadas em ciência sobre o valor nutricional dos alimentos lácteos, seus benefícios para a saúde e sua qualidade.
O consumo de leite aumenta o nível de colesterol e isso tem levado a uma marcada redução no consumo médio de leite. Entretanto, o leite também leva a uma redução na pressão sangüínea. Uma avaliação equilibrada sobre o consumo de leite e a incidência de doenças cardiovasculares pode somente ser baseada na observação direta dos ataques cardíacos e derrames em relação ao consumo de leite. Com base nisso, o pesquisador Peter C. Elwood, professor da Universidade Cardiff, no Reino Unido, analisou dez grandes estudos de longo prazo sobre o consumo de leite e as doenças cardiovasculares.
Estudos mostram evidências de consumo de laticínios durante o Neolítico, como ossos de animais com padrões de morte esperados para rebanhos leiteiros. Leia!
Uma revisão de pesquisa da Austrália mais uma vez levantou questões sobre os conselhos atuais sobre laticínios para crianças, depois de descobrir que produtos lácteos com alto teor de gordura não aumentam o risco de obesidade ou doença cardíaca. A principal autora, Therese O´Sullivan, professora associada da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde da Universidade Edith Cowan, disse que os resultados apontam a necessidade de melhores evidências na área de nutrição infantil em laticínios.
Há fortes evidências apoiando a ação redutora da pressão arterial (PA) do hidrolisado de caseína em pacientes com doença cardiovascular (DCV). Leia mais!
Quem será você, produtor de leite, daqui a 5 anos? O produtor precisa ter interesse em planejar o futuro. Este artigo trás algumas evidencias dessa importância.
Embora a criação de rebanho leiteiro tenha sido uma parte essencial da vida e da cultura na estepe da Eurásia oriental durante milênios, a disseminação para para o leste e a chegada ao sudoeste da Ásia é pouco compreendida. O estudo, liderado por Shevan Wilkin e Jessica Hendy do Instituto Max Planck para a Ciência da História Humana, apresenta as primeiras evidências do consumo de leite no leste da Ásia, por volta do ano 3.000 aC, e oferece sinais da chegada e da evolução do sistema pastoril na Mongólia pré-histórica.
A análise dos dados preliminares do Censo Agropecuário 2006 permite fazer comparações com os resultados de censos anteriores para todos os segmentos do setor primário brasileiro. Em relação ao efetivo total de caprinos, observa-se que a população caprina do Brasil passou de 6.590.646 cabeças em 1996, para 7.109.052 cabeças em 2006, o que representa um incremento de 8% no número de caprinos no período. Portanto, é notória a expansão da caprinocultura no Brasil nos últimos anos.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em 2007 os resultados preliminares relativos ao Censo Agropecuário 2006. O último Censo Agropecuário havia sido realizado em 1996 e, desde então, não existiam no Brasil informações de caráter estrutural e abrangência nacional sobre o setor primário brasileiro. As informações divulgadas são de fundamental importância para o entendimento das transformações ocorridas na agricultura brasileira ao longo dos últimos dez anos.
Apesar destas evidências, nos últimos anos, parte da pesquisa científica na área de forragicultura tem focado seus esforços em direção a compreender as interações existentes entre plantas em pastagens biodiversas (compostas por várias espécies), o que permite explorar sua complementariedade, ou seja, a inclusão de mais espécies de plantas em um monocultivo, como meio de construir ambientes pastoris mais resilientes, produtivos e com uso mais eficiente de recursos (água, luz, nutrientes), consequentemente, sustentáveis.
Existem muitas evidências de que o consumo de produtos lácteos promove uma série de benefícios para a saúde humana, prevenindo doenças cardiovasculares, renais e metabólicas e promovendo a manutenção da saúde óssea e mental. Dessa forma, recomenda-se o consumo de produtos lácteos associado a uma alimentação adequada e um estilo de vida saudável.
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) lançou nesta terça-feira (21) a plataforma geoespacial Hand-in-Hand com um conjunto amplo de dados sobre alimentos, agricultura, socioeconomia e recursos naturais para ajudar a fortalecer a tomada de decisão baseada em evidências nos setores alimentar e agrícola.
A nova publicação promove a implementação de boas práticas de bem-estar animal na produção de laticínios em escala global. O documento se refere aos principais padrões internacionais e fornece diretrizes para ajudar os produtores e processadores de leite e os processadores a interpretá-los e implementá-los com base em evidências e conhecimentos científicos.
Seguindo as tendências mundiais, as instruções normativas, pertinentes à produção e comercialização de leite, que devem estar vigentes já no início de junho de 2019, estão exigindo controles e evidências de cumprimento de procedimentos, desde a unidade de produção, ou seja, já na propriedade rural.
Continuam crescendo novas evidências científicas que apoiam os benefícios para a saúde referentes às proteínas do soro do leite, tanto para homens quanto para mulheres.
Com a crescente conscientização sobre bem-estar animal e as evidências cada vez mais notáveis dos benefícios gerados pelo manejo racional, a forma de lidar com os bovinos vem sendo readequada nos últimos anos, no intuito de conciliar ética, sanidade, produção e lucratividade. O uso de práticas antigas de doma, foi substituído por técnicas que consideram o comportamento natural dos animais e sua relação com o meio no qual estão inseridos. Saiba mais sobre a doma natural de bovinos e garanta um manejo mais tranquilo e seguro.
Houve uma mudança na abordagem de custo para investimentos em resposta às evidências de que bezerras em aleitamento intensivo se tornam vacas mais produtivas.