Alerta vermelho: novas chuvas fortes no Rio Grande do Sul
O aviso para maior risco vai até o meio-dia desta quarta, com potencial para grandes alagamentos e transbordamentos de rios, grandes deslizamentos de encostas.
59 resultados para "encostas"
O aviso para maior risco vai até o meio-dia desta quarta, com potencial para grandes alagamentos e transbordamentos de rios, grandes deslizamentos de encostas.
Ou os deputados mudam a proposta de reforma do Código Florestal que acordaram na semana passada ou a presidente Dilma Rousseff vetará o texto. Essa foi a orientação dada ontem (23) pela presidente, que afirma não aceitar anistia a desmatadores nem redução das áreas de proteção de vegetação nativa nas propriedades rurais ou nas margens de rios e encostas.
Em mais uma tentativa de fechar um acordo para a votação da reforma do Código Florestal, o governo acenou ontem (09) com a redução substancial da dívida agrícola para o produtor rural que recuperar Áreas de Preservação Permanente (APPs) em margens de rios e encostas. Projeções feitas pelo Ministério do Meio Ambiente as quais o Estado teve acesso mostram que a dívida dos produtores rurais, estimada em R$ 80 bilhões, poderia ser reduzida em até 70% pelo mecanismo proposto.
A confusão que a mídia tem noticiado sobre a reforma do Código Florestal e novas catástrofes, como a vivida na região serrana do Rio de Janeiro, é tendenciosa e superficial. É muito fácil dizer que a mudança do clima, a ocupação irregular de áreas de risco e a agricultura são responsáveis pelos deslizamentos, como ressaltado por várias reportagens nos últimos dias. No entanto, em vez de fomentar mudanças concretas e sérias em diferentes níveis governamentais e também na sociedade, casos como o de Santa Catarina (2008), Angra dos Reis (2010) e agora da região serrana geram uma infinidade de desculpas e um empurra-empurra abominável para definir quem é culpado. Será o Código Florestal?
Em tempos em que aloprados defendem a tese de que a reforma do Código Florestal ampliará o risco de desastres em encostas, não é muito inteligente colocar na parede quem está do lado dos não aloprados. No entanto, a proliferação de argumentos sem conhecimento de causa sobre o setor agrícola, infelizmente, tem que ver com um comodismo de dentro do setor.
O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), afirmou nesta quarta-feira que o projeto de alteração do Código Florestal será votado em março deste ano. A ideia é que o assunto "e todos os temas relacionados a ele" comecem a ser discutidos já em fevereiro.
Integrantes do Ministério Público Federal especializados em direito ambiental alertaram ontem (28) que, se o Congresso aprovar as mudanças propostas pelo deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) no Código Florestal, o meio ambiente poderá sofrer consequências drásticas, expondo ainda mais as populações que vivem em áreas vulneráveis a situações de risco, como os desastres naturais ocorridos neste ano.
O deputado federal Aldo Rebelo disse ontem (11), em Porto Alegre/RS, que acredita na votação do projeto de lei do Código Ambiental no Congresso até março. Para isso, ele conta com as assinaturas necessárias para votação de urgência e espera a adesão do PT, que junto com o Partido Verde e PSol não assinaram.
Código Florestal, marco regulatório dos fertilizantes e logística são três temas ligados à agricultura que a presidente eleita Dilma Rousseff terá de enfrentar durante sua gestão. A opinião é do deputado federal eleito pelo PMDB do Paraná e ex-ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que pretende ser uma das lideranças do setor no mandato que começa em 2011.
A produção agropecuária deve ser feita de forma responsável, atendendo aos preceitos de sustentabilidade. Devem ser alvo de atenção os fatores ambientais, sociais e econômicos, com rentabilidade financeira, preservação do ambiente e benefícios para os trabalhadores. No caso do leite, uma das maneiras de atingir esses objetivos é a adoção das boas práticas agropecuárias (BPA), que constituem atividades, procedimentos e ações a serem implantadas na propriedade rural.
O relator da comissão especial que analisa 11 propostas de alteração ao Código Florestal e à Lei de Crimes Ambientais, Aldo Rebelo (PCdoB-SP) descartou o adiamento do debate para 2011 e anunciou que vai apresentar seu parecer até o fim deste mês. "Os ambientalistas têm todo tempo do mundo, os produtores rurais não têm. Os produtores têm uma safra todo ano para colher, portanto, eles não podem esperar", disse o parlamentar, após audiência pública realizada pela Comissão Especial do Código Florestal.
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, afirmou na tarde desta terça-feira, 08, em Brasília, que o Brasil está "praticamente desaparecendo em meio a reservas ambientais e indígenas, áreas de preservação e áreas consideradas prioritárias". Segundo ele, 70% do território brasileiro não pode ser utilizado para qualquer tipo de produção e ainda há quem queira ampliar esse percentual para 80%.
A presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, propôs, durante o 6º Fórum Mundial da Água na França, que o instituto da APP (Área de Preservação Permenente) seja criado como norma vinculante em todos os países do mundo, devido a sua importância para a preservação da água dos rios, nascentes e encostas de grande recarga.
Dois anos após as enchentes que transformaram a paisagem do Rio Grande do Sul e expuseram a vulnerabilidade de municípios, propriedades rurais e ecossistemas inteiros, novos estudos da Embrapa identificam onde estão os territórios mais atingidos do Estado e quais áreas devem ser avaliadas nas estratégias de reconstrução e prevenção.
Um novo ciclone extratropical se formou no Sul e deve provocar fortes chuvas, granizo e ventos de até 100 km/h. Leia mais.
Os EUA estão esquentando e isso pode significar um desastre para os produtores de gado. Confira aqui a análise.
A Comissão de Agricultura da Câmara aprovou em 19 de dezembro um projeto que altera o Código Florestal, desobrigando da recuperação das áreas desmatadas e estabelecendo compensações em outras regiões. O texto permite que o proprietário da área desmatada faça a compensação com plantio em outras regiões e com outras espécies de vegetação. Atualmente, a lei obriga a recuperação do dano ambiental dentro da região onde ocorreu. Pelo projeto, o proprietário poderá somar a área de preservação permanente, como as encostas de morro e beira de rio, com a considerada como reserva legal para a manutenção desse limite. A proposta é chamada de "floresta zero" pelo Greenpeace.
A secretaria de Desenvolvimento Rural de Resende estima que o município produza hoje aproximadamente 30 mil litros de leite por dia, dos quais aproximadamente 10 mil litros são tirados na região de Visconde de Mauá, localidade afetada desde o dia 3 de março com temporais constantes.
A frente fria chega à região e espalha chuva forte, começando por São Paulo. Os modelos mostram altíssimos acumulados para o Vale do Ribeira, depressão paulista e áreas da divisa com o norte do Paraná. "Há risco para granizo no interior de São Paulo, que pode afetar lavouras de milho e soja, além das pastagens", avisa a meteorologista da Somar Fabiene Casamento.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), o Ministério da Agricultura, a Embrapa e o Banco Mundial vão apresentar, no dia 6 de novembro, os resultados finais do Projeto ABC Cerrado em um evento com a presença de autoridades e produtores rurais.
Se existe uma espécie ameaçada de extinção no Brasil, são os pequenos agricultores. Uma espada paira sobre a cabeça de mais de 4,5 milhões de produtores familiares: a possível declaração de inconstitucionalidade dos artigos 59 e 67 do Código Florestal pelo STF.
Em discurso no Fórum Global para a Alimentação e a Agricultura (GFFA), em Berlim, nesta quinta-feira (18), o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, destacou avanços tecnológicos alcançados pelo Brasil nos últimos anos e os cuidados ambientais previstos na legislação brasileira. Maggi ressaltou que o Brasil encontrou algumas respostas para o desafio do planeta de produzir alimentos para mais 1 bilhão de pessoas até 2030, crescimento populacional previsto pela Organização das Nações Unidas.
Lançada em 1865, a Comida Solúvel para Bebês de Liebig era um pó feito à base de leite de vaca, farinha de trigo e bicarbonato de potássio. Era o primeiro substituto comercial para o leite materno derivado de um estudo científico rigoroso. Liebig sabia que nem todo bebê tinha uma mãe capaz de amamentá-lo.
Os agricultores do Brasil receberam um presentão de ano-novo: o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Terão, doravante, de desembrulhar o pacote completo do Código Florestal, regularizando suas propriedades rurais no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Instituído pela nova legislação, o CAR promete [...]