Produzir pré-secados não é tão simples quanto se parece: uso de inoculante especificamente desenvolvido para pré-secados
Produzir pré-secados não é tão simples quanto se parece: uso de inoculante especificamente desenvolvido para pré-secados
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Produzir pré-secados não é tão simples quanto se parece: uso de inoculante especificamente desenvolvido para pré-secados
Quanto tempo antes do parto devo realizar a secagem de uma vaca de maior produção? Como exatamente realizar esta secagem? Será que devo diminuir a frequência de ordenha ou densidade nutricional desta vaca de modo a forçar a diminuição da produção de leite antes da secagem? Quanto tempo antes da secagem devo parar com aplicações de bST?
Como é conhecido, o período seco é o intervalo entre as lactações no qual as vacas de leite devem ficar sem serem ordenhadas em preparo para a próxima lactação. Normalmente este período dura aproximadamente 60 dias, porém sob certas condições de manejo e nutrição específicas, períodos secos mais curtos de até 45 dias podem ser viáveis.
Não é novidade para o produtor de leite que o estresse térmico pode atrapalhar o desempenho produtivo e reprodutivo de suas vacas durante o período de lactação. Isso fica evidente em meses mais quentes do ano, onde são observadas quedas significativas de produção de leite, muitas vezes passando de 20% da produção total do rebanho e acompanhado de baixos índices de concepção que normalmente podem ser menos que a metade da concepção média alcançada durante meses mais amenos!
O DDG (dry distillers grains), coproduto da indústria de etanol de milho, vem sendo utilizado na composição de dietas das vacas leiteiras
Um estudo recentemente publicado na revista científica Journal of Dairy Science [1] avaliou os efeitos do uso do Velactis (Cabergolina, CEVA Saúde Animal), um facilitador do processo de secagem, em alguns parâmetros fisiológicos relacionados à involução e imunidade da glândula mamária de vacas Holandesas logo após a secagem.
Trabalhadores da maior operação leiteira de Idaho, nos Estados Unidos, que fornece produtos indiretamente a gigantes como Kraft e Wendy?s, foram acusados de crueldade animal após uma filmagem feita secretamente ter revelado abusos.
Kiwi: O clima da Nova Zelândia é favorável à produção de forrageiras de clima temperado com alto valor nutritivo, mas ao mesmo tempo é desfavorável à alta produção de matéria seca por área devido à baixa temperatura. Por isso, a produção de leite é estacional. Neste artigo, abordarei as estratégias de manejo na estação de vacas secas, que os Kiwis chamam de "dry season" ou "dry off". Por Eric Gandhi Silveira
O Interleite 2011 mostrará o que está acontecendo em países da América do Sul, onde a produção cresce e tende a continuar crescendo. Quem contará do que ocorre no Chile é Juan Pablo Aruta Madsen. Além de dirigente classista (foi presidente da Fedeleche entre 1999 e 2001), Juan Pablo é empresário agrícola na região de La Araucanía, no Chile. Representa a terceira geração de produtores de leite, tendo um plantel de 300 vacas holandesas em um sistema confinado, com média de 39 kg/vaca/dia e 14.000 litros/lactação.
Estresse térmico durante o período seco reduz a produção de leite na próxima lactação.
Estresse térmico durante o período seco reduz a produção de leite na próxima lactação e reduz a rentabilidade de fazendas de gado de leite. Vacas holandesas estão expostas ao estresse térmico quando o índice de temperatura e umidade está acima da sua zona de termoneutralidade. Temperatura e movimento do ar, umidade relativa e radiação solar são fatores ambientais que influenciam na intensidade do estresse térmico.
O estresse térmico na pecuária leiteira reduz ingestão e produção de leite, gerando grandes perdas econômicas anuais. Além dos efeitos imediatos, as pesquisas mostram que o estresse no final da gestação compromete o desempenho vitalício das gerações seguintes, reforçando a necessidade de mitigação.
Inoculantes bacterianos podem ser classificados como homofermentativos, que estimulam a produção de ácido lático, ou heterofermentativos, associados à maior estabilidade aeróbia. A inclusão de 8% de grãos de milho moídos contribui para elevar a matéria seca e o valor energético da silagem. Estudo da Universidade Federal de Viçosa avaliou esses efeitos no capim-elefante BRS Capiaçu com 18% de MS.
A introdução da tecnologia de PCR revolucionou a área de diagnóstico veterinário e vem ganhando cada vez mais aceitação e espaço no diagnóstico de mastite. Veja como construir um diagnóstico acurado da mastite.
O manejo nutricional no período seco reduz distúrbios metabólicos e assegura mais leite no pós-parto. Saiba como aplicar protocolos estratégicos.
Continue a explorar os dados acerca da utilização do milho reidratado em Minas Gerais e seus desafios na parte 2 dessa matéria!
Há um antigo dilema no manejo de pastagens sobre a questão da seletividade. Mas o que é mais eficiente: dar ou não, condições para que os animais selecionem?
A transição do final da gestação para a lactação é um período de grandes desafios para as vacas, e sem as condições adequadas desenvolvem sérios problemas. Leia
Proteger a saúde do seu rebanho é essencial para evitar o comprometimento da produção leiteira.
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Os produtos lácteos desidratados são, em sua maioria, produzidos por spray dryer por meio da pulverização ou atomização. Como controlar a qualidade? Leia!
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Sonda esofágica é coisa do passado! Único drench de consumo voluntário e com rápida absorção energética de vacas leiteiras na fase de pós-parto
Um estudo de caso traz resultados que podem ajudar na decisão sobre qual a condição ideal para usar sêmen de corte em vacas leiteiras. Acompanhe aqui!