Companhias globais de alimentos se unem contra o desmatamento
Múltis de alimentos se comprometem a acabar com o desmatamento. Saiba mais sobre as ações nessa notícia.
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Múltis de alimentos se comprometem a acabar com o desmatamento. Saiba mais sobre as ações nessa notícia.
A americana Cargill, maior companhia de agronegócios do mundo, avaliou que não conseguirá cumprir o compromisso de garantir que, até 2020, toda a soja que compra no mundo não tenha origem em regiões com desmatamento. Diante dessa constatação, a multinacional lançou ontem um novo plano de ações e investimentos, com foco na América do Sul - sobretudo no Cerrado brasileiro - para garantir o cumprimento da meta até 2030
Cresce a pressão na Europa pela proteção da Amazônia, com planos que poderão interditar a entrada de produtos agrícolas e florestais brasileiros suspeitos de terem origem no desmatamento ilegal da floresta.
Grupo de 17 multinacionais soma US$ 1,8 trilhão em valor de mercado. Ideia é cobrar ações que inibam degradação florestal nas cadeias de suprimentos.
A França continua se opondo ao acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul em seu estado atual e considera o desmatamento um problema "maior" - informou o governo nesta sexta-feira (18).
Sete empresas do setor de carnes e laticínios assinaram um acordo com o Governo Nacional da Colômbia para o desmatamento zero com o objetivo de proteger as florestas colombianas.
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira que dará o "dado real" de desmatamento da Amazônia. Ele ficou contrariado recentemente com a divulgação pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) de um relatório que mostrou um crescimento recorde no desmate em julho.
O acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul amarra os países com o compromisso de efetiva implementação do Acordo de Paris contra mudanças climáticas e de parar o desmatamento da Amazônia, afirmou hoje o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.
A Cargill adotou medidas para avançar com o seu compromisso de proteger as florestas e promover o desenvolvimento agrícola rural em todas as suas cadeias produtivas. A empresa acaba de lançar uma "Política Sustentável de Soja para a América do Sul, um Compromisso com os Direitos Humanos e uma atualização da Política de Florestas".
Em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, depois de encontrar produtores rurais e participar de mesa redonda sobre técnicas de manejo de soja de alto rendimento, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, disse na última sexta-feira (23) que "a simbiose lavoura-pecuária é a grande oportunidade que o Brasil tem para crescer na agricultura". Segundo o ministro, o País pode até "dobrar a produção agrícola sem usar novas áreas de desmatamento, algo bem complicado de fazer já que a nossa legislação ambiental é bastante dura."
Depois de um recuo em maio, o desmatamento da Amazônia voltou a subir em junho, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em um mês, a floresta perdeu 312,6 km<sup>²</sup>, desmate 17% maior que o registrado em maio. Em relação a junho de 2010, quando o desmatamento foi de 243,7 km<sup>²</sup>, houve aumento de 28% no ritmo da derrubada.
Nada menos do que 73% das raças de gado bovino no mundo estão ameaçadas de extinção, diz a Agência das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), numa constatação que tende a preocupar os principais países produtores de carne do mundo.
Espaço Aberto: O desmatamento continua sendo o principal tema que afeta o equilíbrio entre desenvolvimento agropecuário e conservação ambiental, mexendo com os humores de todo mundo: agricultores, ambientalistas, agroindústrias, varejistas, governos e consumidores. Na visão do agronegócio, o argumento é que a produção agropecuária utiliza apenas 28% da área total do País e o mundo não pode prescindir do Brasil para se alimentar e vestir. Por Marcos Sawaya Jank
As iniciativas desenvolvidas pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no âmbito do Projeto Biomas, as ações sustentáveis voltadas para o setor agropecuário, a proposta de criação de um conceito mundial de Área de Preservação Permanente (APP) nas margens dos rios e uma política de governança climática que garanta a comercialização de créditos de carbono oriundos da atividade rural.
Em agosto, a Amazônia perdeu uma área de 164 km², segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em relação a agosto de 2010, houve redução de 38% no ritmo do desmatamento.
Segundo o governo brasileiro, o desmatamento na Amazônia, no período 2009/2010, será o menor da série histórica, iniciada em 1977 - superando inclusive o resultado recorde verificado no período anterior (2008/2009). o Ministério do Meio Ambiente já considera "viável" esperar algo entre 5.000 km<sup>2</sup> e 6.000 km<sup>2</sup> de área desmatada no período.
Entre agosto de 2010 e julho de 2011, a Amazônia perdeu 6.238 quilômetros quadrados (km<sup>2</sup>) de floresta. É a menor taxa anual de desmate registrada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), desde o início do levantamento, em 1988. O número é calculado pelo Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), que utiliza satélites para observação das áreas que sofreram desmatamento total, o chamando corte raso.
O Brasil deve atingir seu compromisso de reduzir em 80% o desmatamento no país ainda em 2012, oito anos antes do prazo estipulado, disse nesta segunda-feira (20/02), em Londres, a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu.
Em estudo divulgado nesta quinta-feira (01), a ONG Avoided Deforestation Partners calcula que o Brasil poderia ter aumento em sua receita bruta de R$260 bilhões a R$545 bilhões com a redução do desmatamento até 2030. Segundo o levantamento, esse incremento na receita viria da combinação de aumento da produção agrícola e financiamentos de proteção florestal - o "valor" do desmatamento evitado é convertido em créditos que podem ser vendidos no mercado de carbono.
O resultado da medição do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), divulgado ontem (24), apontou o desmatamento de 123 quilômetros quadrados de floresta em maio. Em relação a maio de 2008, quando o monitoramento registrou 1.096 km² de desmate, houve queda de 88%.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou ontem (23) que o relatório sobre o desmatamento na Amazônia no mês de maio mostrará redução significativa dessa atividade em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo Minc, este ano o desmatamento será o menor dos últimos 20 anos. O relatório, com informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), será apresentado hoje (24).
A negociação do novo Código Florestal voltou às vias do radicalismo após a divulgação da nova proposta no dia 2 de maio. O clima de disputa entre produção e conservação foi intenso nos últimos dias, e o novo adiamento da votação decidido na madrugada do dia 12 de maio, após muito enfrentamento no Congresso, mostra o quão importante é negociar o novo Código visando a benefícios para toda a sociedade.
A taxa de desmatamento da Amazônia caiu 47% em agosto, mês em que as queimadas explodiram no Brasil. Foram 265 km<sup>2</sup> desmatados no mês, contra cerca de 500 km<sup>2</sup> em agosto de 2009 e 485 km<sup>2</sup> em julho deste ano. É um número positivo para inaugurar a série de dados de 2011 e também uma surpresa.
Durante solenidade de lançamento da operação Mato Grosso Verde 2010 e apresentação do Centro Integrado Multiagências de Coordenação Operacional (CIMAM/MT), em Cuiabá, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira destacou os avanços alcançados pelo Estado em relação à gestão ambiental. "Mato Grosso tem apresentado números significativos em relação a redução do desmatamento e focos de calor e, muitas das iniciativas implementadas no Estado, em razão dos resultados positivos, são ampliadas para outras unidades da federação", salientou ao citar iniciativas como o MT Legal e ações ligadas ao monitoramento e fiscalização.