Brucelose bovina: o que é, sintomas, diagnóstico e controle
A brucelose bovina está entre as doenças de maior importância para a bovinocultura de leite e corte. Saiba aqui o que é essa doença e como evitá-la, clique!
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A brucelose bovina está entre as doenças de maior importância para a bovinocultura de leite e corte. Saiba aqui o que é essa doença e como evitá-la, clique!
Seção Sanidade: O ectima contagioso é uma enfermidade cosmopolita causada por um DNA vírus da família Roxviridae do gênero Parapoxvírus. Acomete caprinos e ovinos, principalmente entre o terceiro e sexto mês de idade. Após a introdução da doença nos rebanhos a enfermidade se torna endêmica, pela persistência do vírus por longos períodos no ambiente ou pela presença de animais com infecções persistentes, por Luiz Mertens.
O ectima contagioso, também conhecido como dermatite pustular contagiosa, dermatite labial infecciosa, boca crostosa ou boqueira, é uma doença infecciosa em pequenos ruminantes, provocada por um vírus do gênero <i>Parapoxvirus</i> altamente contagioso e que provoca lesões crostosas principalmente na boca e face do animal. Trata-se de uma zoonose, já que o vírus do ectima é prontamente transmissível ao homem. O tratamento é feito com antissépticos locais e a prevenção pode ser feita através da vacinação.
A Colômbia detectou outro surto de febre aftosa quase 20 dias depois de reportarem um primeiro foco desta doença que atinge o gado, e da qual o país foi declarado livre em 2009, informaram as autoridades nesta segunda-feira.
O governo de São Paulo inaugura nesta quarta-feira, 25, novo laboratório de biossegurança do Instituto Biológico. Em nota, o governo informa que foram investidos cerca de R$ 2 milhões no laboratório.
A Micoplasmose é causada pelo Mycoplasma bovis (M. bovis), um microrganismo altamente contagioso que afeta a criação de bovinos de leite. Saiba mais aqui!
O Streptococcus uberis apresenta inúmeras cepas e os estudos mais recentes apontam para uma dificuldade deste agente como contagioso ou ambiental.
O Staphylococcus aureus é uma importante causa bacteriana de mastite contagiosa em fazendas leiteiras em todo o mundo. Mais importante, é frequentemente a raiz das contagens crônicas de células somáticas altas, mastite clínica recorrente e lesões teciduais das glândulas mamárias. Por ser contagioso e ser muito difícil de curar, o controle depende fortemente da prevenção de novas infecções.
Na maioria dos países, a bactéria <i>S. aureus</i> é a principal causa de mastite, com prevalência média de 20% das vacas. Este microrganismo é considerado contagioso, o que indica que o úbere é a principal fonte de infecção e a transmissão do agente entre as vacas ocorre principalmente durante a ordenha. Desta forma, fica evidente porque as principais medidas para reduzir a transmissão da mastite causada por <i>S. aureus</i> tem sido focadas na melhoria da rotina de ordenha (linha de ordenha e pós-dipping).
O controle eficaz da mastite envolve como princípio básico, a aplicação de medidas para combater e prevenir a ocorrência de infecções intramamárias.
Dentre as bactérias causadoras de mastite, Staphylococcus aureus (S. aureus) é uma das principais, devido ao perfil contagioso, baixa taxa de cura e alta prevalência. Esta bactéria causa, na maioria das vezes, mastite subclínica e/ou crônica, com baixa resposta da vaca à antibioticoterapia, o que dificulta a erradicação e/ou controle deste agente em muitos rebanhos. Devido ao impacto econômico (negativo) que esta bactéria pode causar em um rebanho leiteiro (aumento da contagem de células somáticas [CCS], resultando em perda de bonificação ou penalização no preço do leite, por alguns lacticínios; diminuição da produção de leite é importante entendermos a epidemiologia da mastite causada por S. aureus para desenvolvermos um eficiente programa de controle.
A mastite segue como um dos principais desafios sanitários da pecuária leiteira. Com forte relação com o manejo e o ambiente, a doença impacta diretamente a qualidade do leite e a rentabilidade da produção.
A introdução da tecnologia de PCR revolucionou a área de diagnóstico veterinário e vem ganhando cada vez mais aceitação e espaço no diagnóstico de mastite. Veja como construir um diagnóstico acurado da mastite.
Identificar as vacas infectadas é apenas o primeiro passo no controle da mastite causada por Staphylococcus aureus. Este caso mostra como o Protocolo da Clínica do Leite reduziu a mastite por S. aureus em um rebanho comercial.
Entenda como a mastite contagiosa afeta a produtividade e como prevenir infecções com boas práticas de manejo e ordenha. Clique e saiba mais!
A presença de S. aureus na mastite subclínica dos EUA vem crescendo. Saiba mais sobre os dados e estratégias preventivas. Clique e leia a matéria completa!
Autoridades sanitárias da Alemanha confirmaram um caso de febre aftosa em um búfalo. Trata-se do primeiro caso da doença no país desde 1988.
Com os avanços de técnicas de biologia molecular, atualmente, é possível definir com maior precisão qual o mecanismo de transmissão da mastite. Leia!
A mastite é considerada a principal doença que afeta os rebanhos leiteiros no Brasil e no mundo, proporcionando as maiores perdas econômicas. Saiba mais aqui!
Cientistas colaboraram para produzir o primeiro bezerro geneticamente modificado com resistência ao vírus da diarreia viral bovina (BVD) Saiba mais!
Recebemos um questionamento muito interessante de um de nossos leitores e fomos atrás do Prof. Marcos Veiga para responder a pergunta. Veja a resposta!
Começa no dia 1º de maio a primeira etapa anual de vacinação contra a febre aftosa em Minas Gerais. Saiba mais sobre as datas aqui.
Conheça mais sobre a epidemiologia de um dos principais agentes causadores de mastite.
Às vezes falta a compreensão de que algo tão maléfico esteja presente no rebanho já que não podemos enxergar o inimigo, saiba mais.