Ácido Linoleico Conjugado em lácteos fermentados
O ácido linoleico conjugado (CLA) é um grupo de lipídios poliinsaturados e pode ajudar a prevenir o câncer e combater doenças do coração.
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O ácido linoleico conjugado (CLA) é um grupo de lipídios poliinsaturados e pode ajudar a prevenir o câncer e combater doenças do coração.
A partir de modelos experimentais existem indicativos de que o ácido linoléico conjugado (CLA) pode estar associado à inibição do crescimento de tumores, a um efeito anti-aterogênico, à redução na deposição/secreção de gordura, à restauração da sensibilidade à insulina e à modulação da resposta imunológica. Estes resultados remetem à necessidade da manipulação da composição da gordura do leite, tornando este produto mais saudável e atraente ao consumidor, sendo a genética uma importante ferramenta para tal fim.
O estresse térmico em vacas leiteiras é um dos principais fatores que influenciam em sua produção e reprodução, independente da raça. No Brasil, com exceção da Região Sul, onde temos um inverno bem definido com baixas temperaturas por pelo menos 20 semanas, a existência de uma condição climática adequada é fundamental para que se garanta a lucratividade do negócio.
A farmacêutica bioquímica Ana Carolina Florence, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da Universidade de São Paulo (USP), realizou um estudo no qual aponta que o leite produzido no sistema orgânico tem potencial para servir de matéria-prima para leites fermentados probióticos. De acordo com a pesquisa, o leite fermentado orgânico tem maior teor de ácido linoleico conjugado, substância que pode ajudar no reforço das defesas do organismo, e mantém os benefícios para a saúde do produto feito com leite comum.
A nutricionista da Láctea Brasil, Licínia de Campos, explicou em entrevista ao jornal Bom dia Brasil as vantagens do consumo de leite. Apresentada hoje pela manhã no quadro "Você não sabia. Mas já Existe" do jornal matinal da Rede Globo, ela falou sobre os mitos e verdades do leite, vantagens no consumo de cada tipos de leite, a importância do consumo das 3 porções por dia e seus benefícios à saúde em todas as faixas etárias.
Um tipo de gordura presente no leite de vacas alimentadas a pasto pode diminuir o risco de infartos, segundo pesquisa publicada no "<i>American Journal of Clinical Nutrition</i>". A versão integral do leite contém uma gordura insaturada chamada ácido linoléico conjugado (CLA, na sigla em inglês) que, além de proteger o coração, ajuda a emagrecer.
Cientistas argentinos do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA) afirmam ter criado uma mistura de leite de vaca e de cabra especial que poderia contribuir na prevenção de doenças cardíacas, diabetes e tumores. Segundo Gagliostro, as vacas e cabras que produzem o leite tiveram uma alimentação suplementar de soja, leite de soja e azeite de peixe. Por conta da alimentação mais saudável, os animais passaram a produzir leite menos gorduroso.
Atualmente a ovinocultura tem sido uma atividade de destaque na pecuária brasileira. No entanto, quando se trata de qualidade de carne, há uma série de fatores, intrínsecos e extrínsecos que podem alterar as características de qualidade e o valor do produto final. O uso de sementes de oleaginosas tem sido empregado na alimentação de animais em confinamento, proporcionando bom desempenho animal e melhoria da qualidade da carne.
Recentemente, a demanda por alimentos com alto valor nutricional e alta qualidade sensorial tem aumentado. Os ácidos linoléico e alfa-linolênico são ácidos essenciais, uma vez que eles não são sintetizados pelo corpo humano. Vários estudos já demonstraram que o alfa-linolênico tem efeito cardioprotetor. Assim, os consumidores deveriam procurar aumentar o consumo destes compostos. Em adição, tem sido demonstrado que a adição de ácido linoléico conjugado (CLA) é benéfica à saúde humana.
Um leite com menor teor de gordura, com princípios anticancerígenos e contra riscos de arteriosclerose está sendo criado pelo Departamento de Zootecnia da Universidade Estadual de Maringá (UEM). A experiência visa agregar, em maior quantidade, princípios benéficos alimentares no leite, como os ômegas 3 e 6, além do CLA - sigla em inglês de ácido linoléico conjugado.
"A Conaprole espera superar amplamente suas metas de crescimento fixadas quanto à produção de leite, prevendo que, até o final de julho, tenha aumentado mais de 10%, acima dos 7% previsto anteriormente", segundo o diretor da cooperativa, Alejandro Pérez Viazzi. Ele disse que as captações já superaram os 1 bilhão de litros, acima dos 970 milhões de litros do exercício anterior e entende que ficarão em mais de 1,1 bilhão de litros quando fechar o exercício em julho, com o crescimento estimado para o ano superior a 10%.
Um espaço para reflexão, discussão e intercâmbio de conhecimentos e experiências mundiais relacionadas ao setor leiteiro. Assim será o 11° Congresso Pan-Americano do Leite, realizado em Belo Horizonte, entre os dias 22 e 25 de março.
O leite de vacas criadas a pasto pode criar um nicho de valor agregado no departamento de lácteos. Organic Valley e Maple Hill Creamery, duas marcas de lácteos que usam leite produzido a pasto nos Estados Unidos, estiveram nos noticiários no final de 2016. O leite produzido a pasto possui naturalmente cálcio, ácidos graxos ômega 3, que são benéficos à saúde, e ácido linoleico conjugado (CLA), de acordo com a Organic Valley.
O teor de ácido linoléico conjugado na gordura do leite de vaca é influenciado pelo tipo de dieta e manejo do rebanho. Entenda mais sobre o assunto, acesse!
Com vistas à saúde pública, cada vez mais a pesquisa tenta modificar o perfil de ácidos graxos do leite de vacas, particularmente para conter menos ácidos graxos saturados de cadeia média e mais ácidos graxos poliinsaturados de cadeia longa. Uma maneira simples de alterar a composição dos lipídios do leite é suplementar as vacas com dietas contendo lipídios insaturados.
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