Produtores mantêm cautela nas compras de fertilizantes
O produtor brasileiro está cauteloso para sair às compras de fertilizantes, mesmo diante de preços muito menores se comparados aos dessa mesma época em 2022.
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O produtor brasileiro está cauteloso para sair às compras de fertilizantes, mesmo diante de preços muito menores se comparados aos dessa mesma época em 2022.
As exportações de lácteos uruguaios melhoraram 14% até fevereiro passado e com preços elevados, quando comparados aos do mesmo período do ano anterior. Confira.
Os variados tipos de bebidas vegetais apresentam quantidades menores de quatro micronutrientes essenciais quando comparados ao leite de vaca. Confira!
O programa de gerenciamento Web+Leite ganhou novas funcionalidades. A partir de agora o criador da raça Holandesa poderá fazer a avaliação genética de seus exemplares. Os animais cadastrados são comparados em uma base de oito milhões de animais cadastrados e registrados em todo o Brasil. Entre os itens destacados estão a produção leiteira, produção de proteína, morfologia, entre outros pontos avaliados.
A marca Leitíssimo lançou no mercado canudinhos saborizados para leite que prometem 90% menos de açúcar que os demais saborizadores de leite (ou bebidas lácteas) do mercado. Os canudos também chegam com ideias sustentáveis, como menos embalagem e menos plástico. Segundo a Leitíssimo, o produto também possui menos ingredientes quando comparados às outras opções do mercado.
Na sexta-feira passada (04/01/19), foram divulgados os dados da balança comercial láctea em dezembro de 2018. Segundo dados da SECEX, no mercado lácteo, as importações somaram o equivalente de 88,1 milhões de litros, menor valor mensal desde junho de 2018. Comparados aos 148,9 milhões de litros internalizados em novembro, ocorreu uma redução de 40,8% no volume importado. Todavia, o número é ainda 15% mais elevado do que as importações verificadas em dez/2017.
"Os queijos são fortes candidatos ao acréscimo de probióticos já que possuem várias vantagens quando comparados a outros produtos lácteos fermentados, como: maior valor de pH, baixa acidez, elevado efeito tampão, meio anaeróbico e matriz sólida contendo gordura e proteína. Além disso, a matriz dos queijos aumenta a viabilidade dos probióticos durante a vida de prateleira e durante a passagem pelo trato gastrointestinal".
Atualmente, o estado de São Paulo é o principal centro consumidor dos produtos lácteos de origem caprina. Tal fato se deve ao elevado poder de compra e a busca por alimentos mais saudáveis por parte dos consumidores daquele Estado quando comparados aos de outras regiões do país. Também, outros mercados potenciais vêm se desenvolvendo nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Brasília.
A coagulação transforma o leite em queijo por meio hidrólise da kappa-caseína por ações enzimáticas. O tamanho destas micelas interfere neste processo. Confira!
Segundo dados do USDA, os preços de exportação de lácteos apresentaram reajustes positivos ou mantiveram-se estáveis para quase todos os produtos no Oceania. No Oeste da Europa, a quase totalidade dos preços apresentou recuo quando comparados à quinzena anterior, exceção do soro do leite que teve alta significativa.
Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os preços de exportação de lácteos, entre 12 e 23 de julho, apresentaram reajustes positivos para todos os produtos no Oeste da Europa. Na Oceania, a quase totalidade dos preços apresentou recuo quando comparados à quinzena anterior, exceção do cheddar que manteve-se estável.
Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os preços de exportação de lácteos, entre 28 de junho e 8 de julho, apresentaram reajustes positivos para quase todos os produtos no Oeste da Europa em relação à quinzena anterior. Na Oceania, seguindo a queda no leilão da Fonterra - quando foi registrada queda de 13,7% na média de preços em relação ao leilão anterior -, os preços recuaram quando comparados à quinzena anterior, porém em menor intensidade.
Segundo dados divulgados pela <i>Land-en Tuinbouw Organisatie</i> (LTO - Nederland), Federação de Agricultura e Horticultura da Holanda, os preços pagos ao produtor, em dólares, em maio/2010 apresentaram recuo na Nova Zelândia e Europa, e alta nos Estados Unidos, em relação ao mês anterior. Em maio, os preços do leite na Nova Zelândia, recuaram 4,24% (de US$ 0,3520/kg para US$ 0,3371/kg), comparados a abril. Na Europa, os preços recuaram 3,16%, de US$ 0,3712/kg no mês de abril para US$ 0,3595/kg em maio. Nos Estados Unidos, houve alta de 3,79% em comparação ao mês anterior (de US$ 0,3221/kg para US$ 0,3344/kg).
Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os preços de exportação de lácteos, entre 31 de maio e 11 de junho, apresentaram reajustes negativos para a totalidade dos produtos na Oceania e no Oeste da Europa, quando comparados à quinzena anterior. As maiores quedas foram verificadas no preço médio do leite em pó desnatado na Oceania (-5,9%) e preço médio do soro do leite no Oeste da Europa (-10,4%).
Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os preços de exportação de lácteos, entre 3 e 14 de maio, apresentaram reajustes positivos para a quase totalidade dos produtos na Oceania e no Oeste da Europa, quando comparados à quinzena anterior. As exceções foram o preço do leite em pó desnatado e do soro do leite no Oeste da Europa.
Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os preços de exportação de lácteos, entre 5 e 16 de abril, apresentaram reajustes positivos para a quase totalidade dos produtos no Oceania e no Oeste da Europa, quando comparados à quinzena anterior. A única exceção foi o preço da manteiga na Oceania que permaneceu estável.
Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os preços de exportação de lácteos, entre 05 e 18 de março, apresentaram reajustes positivos para a maioria os produtos no Oeste da Europa e na Oceania quando comparados à quinzena anterior. Os maiores reajustes foram verificados no preço médio da manteiga, de 4,1% na Oceania, a US$ 3.800/t, e de 4,2% no Oeste da Europa, no valor de US$ 4.000/t.
Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os preços de exportação de lácteos, entre 22 de fevereiro e 05 de março, apresentaram reajustes positivos para a maioria os produtos no Oeste da Europa e na Oceania quando comparados à quinzena anterior. Na Oceania, o maior reajuste foi verificado no preço médio do leite em pó desnatado, de 3,8%, sendo cotado a US$ 2.830/tonelada.
Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os preços de exportação de lácteos, entre 25 de janeiro e 05 de fevereiro, apresentaram queda para todos os produtos no Oeste da Europa e na Oceania quando comparados à quinzena anterior. No Oeste da Europa, a maior queda foi observada no preço médio da manteiga (-6,0%), que ficou em US$ 3.900/tonelada. Na Oceania, o leite em pó desnatado apresentou a maior queda, de 6,8%, sendo cotado a US$ 2.750/ton.
Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os preços de exportação de lácteos, entre 10 e 23 de janeiro, apresentaram queda para todos os produtos no Oeste da Europa e na Oceania (exceto o soro de leite, que teve alta na Europa) quando comparados à quinzena anterior. Na Oceania, o leite em pó desnatado mostrou queda de 7,1%, sendo cotado a US$ 2.950/ton. No Oeste da Europa, o preço médio do leite em pó desnatado caiu 5%, ficando em US$ 2.825/tonelada.
O artigo anterior apresentou aos leitores alguns pontos básicos dos aspectos genéticos que influenciam os animais de produção. O presente artigo trata das estratégias utilizadas para o melhoramento genético, enfocando alguns sistemas correntemente utilizados ao redor do mundo e as características das diferentes estratégias apresentadas.
Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os preços de exportação de lácteos, entre 16 e 27 de novembro, mostraram novo reajuste para todos os produtos na Oceania e no Oeste da Europa, quando comparados à quinzena anterior. No Oeste da Europa, o preço médio do leite em pó integral foi cotado a US$ 3.987,5/ton (+3,24%), sendo que o valor máximo ultrapassou os US$ 4.000/tonelada.
Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os preços de exportação de lácteos, entre 02 e 13 de novembro, mostraram novo reajuste para todos os produtos na Oceania e no Oeste da Europa (com exceção do soro de leite, que teve redução de 1,16%), quando comparados à quinzena anterior. No Oeste da Europa, o preço médio do leite em pó integral foi cotado a US$ 3.862,5/ton (+4,4%), valor próximo a agosto de 2008 (US$ 3.875/ton). Na Oceania, o leite em pó integral mostrou reação expressiva (+11,1%), com preço médio de US$ 3.500/tonelada.
Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os preços de exportação de lácteos, entre 19 e 30 de outubro, apresentaram alta considerável para todos os produtos no Oeste da Europa e na Oceania, quando comparados à quinzena anterior. No Oeste da Europa, o leite em pó desnatado foi o produto com alta mais expressiva, de 13%, sendo cotado a US$ 3.150/ton. Na Oceania, o leite em pó desnatado também mostrou reação consistente (+11,3%), com preço médio de US$ 2.950/tonelada.