No tratamento das mastites, já é possível aumentar a eficácia e diminuir o descarte de leite
Cobactan: na ponta do lápis, a melhor escolha para tratar a mastite
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Cobactan: na ponta do lápis, a melhor escolha para tratar a mastite
Com o aumento da umidade e da temperatura no período chuvoso, cresce a pressão de patógenos ambientais como E. coli e Klebsiella, elevando o risco de mastite clínica e subclínica. Manejo higiênico, controle do estresse térmico e protocolos eficazes de tratamento e prevenção são essenciais para proteger a produção, a qualidade do leite e a rentabilidade.
A mastite não é apenas um problema clínico, mas também econômico e produtivo. Reduz o volume de leite, altera sua composição, aumenta os descartes e compromete a reputação do produtor. Além disso, o uso inadequado de antibióticos pode gerar resíduos indesejados e ampliar custos.
A estação chuvosa é sempre bem-vinda para o campo, mas representa também um período de alerta sanitário. A elevação da umidade no ambiente[VH1] , combinada com a presença de lama e matéria orgânica, favorece a disseminação de bactérias que causam mastite, especialmente aquelas de origem ambiental.
Existe hoje no mercado uma infinidade de produtos para o controle da mastite. E uma dúvida sempre surge: Qual a melhor opção para eu tratar uma determinada mastite?<br>Esta pergunta realmente não é fácil de ser respondida, mas na hora de escolher um antimastítico alguns parâmetros devem ser considerados.
Na maioria das reportagens sobre mastite, mencionam-se os enormes prejuízos que a mastite causa a nível mundial, onde se mostram milhões de dólares perdidos anualmente devido à doença. Na prática torna-se um pouco difícil visualizarmos o quanto a nossa propriedade e nossos animais colaboram para este número.