Brachiaria: em terras infestadas, como plantar outro capim?
A Braquiária é um dos capins mais comuns nos pastos brasileiros e os produtores costumam ter dificuldade para eliminá-lo. Saiba como aqui!
186 resultados para "brachiaria"
A Braquiária é um dos capins mais comuns nos pastos brasileiros e os produtores costumam ter dificuldade para eliminá-lo. Saiba como aqui!
Seção Pastagens: "As tão famosas e conhecidas braquiárias (Urochloas), são em sua maioria, originárias do continente africano. Por meio das mais diversas espécies existentes, por volta da década de 90, as braquiárias espalharam-se por todo o mundo, graças às suas características próprias e individuais como resistência à seca, alagamentos, doenças e pragas, além de serem de fácil multiplicação e adaptabilidade. No Brasil não foi diferente e, graças a elas, conseguimos 'colonizar' com o gado praticamente todo o interior do Brasil - de norte a sul", por Marco Aurélio Factori e Elcio Ricardo José de Sousa Vicente, Professores da UNOESTE - Presidente Prudente/SP.
A escolha correta do capim é essencial para garantir a perenidade e a sustentabilidade do pasto. As espécies forrageiras e seus cultivares apresentam níveis distintos de tolerância aos fatores bióticos e abióticos de estresse. A caracterização da resposta do capim aos fatores de estresse e o levantamento das características edafoclimáticas da propriedade auxilia técnicos e produtores a escolher de forma correta a espécie forrageira para a formação do pasto. A grande redução na produção de biomassa do capim-marandu em condições alagadas indica que ele não tolera este tipo de estresse, o que certamente reduz suas chances de sobrevivência em ambientes sujeitos a períodos de alagamento, mesmo que temporários.
Seção Pastagens: "Falando sobre capins destinados às áreas encharcadas, vale ressaltar a princípio que alguns produtores têm o hábito de utilizar áreas da propriedade para aumentar a sua produção ao máximo, e, para isso, fazem peripécias para sistematizar várzeas, brejos e outros territórios alagados para atender uma nova pastagem. Mas, zonas alagadas devem ser transformadas em pastagem?", por Marco Aurélio Factori, Doutor em Zootecnia pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - UNESP/Botucatu/SP.
O primeiro passo é a escolha da espécie forrageira, considerando alguns fatores como altura, hábito de crescimento, adaptação climática, exigências em solo, relevo, profundidade, drenagem e fertilidade.
Confira a entrevista feita com Gustavo Silva, gerente de marketing Convert HD 364, sobre os critérios que devem ser considerados para escolha de uma forrageira!
A presença de cupins-de-motículos em pastagens é, de modo geral, associada ao mal manejo e descaso com o pasto. Apesar disso, o efeito destas espécies de cupim sobre o pasto ainda é bastante discutida. Enquanto as espécies pertencentes ao gênero <i>Syntermes</i> provocam danos semelhantes àqueles das formigas cortadeiras, espécies com <i>Cornitermes cumulans</i> parecem alimentar-se predominantemente de material vegetal depositado sobre o solo.
"Percebam que com o passar dos anos as tecnologias para a produção e uso de silagens foram sendo desenvolvidas pelos pesquisadores e implementadas por produtores e nutricionistas. Desse modo, no presente momento, é comum encontrarmos na dieta de vacas em lactação silagem de planta inteira de milho, pré-secado e milho úmido ou reidratado, ou seja, três alimentos distintos, mas todos são silagens", por Thiago Fernandes Bernardes, Professor do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA).
A Embrapa realiza nesta quinta-feira (24) o seminário "Novas Gramíneas Forrageiras: produtividade, resistência e nutrição com qualidade". O evento ocorrerá a partir das 9h30, no auditório da Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas (MG).
Seção Pastagens: "Já fui questionado do porque da propriedade do seu Zé ser mais produtiva que a do seu João se as vacas comem a mesma ração. O pasto de um é mais eficiente que o outro? Será deficiência de que? Prefiro pensar que a deficiência não está no pasto em si, pela sua qualidade e sim pode estar no manejo dele, na adubação para imprimir quantidade (produtividade) e com certeza no uso do concentrado", por Marco Aurélio Factori, Prof. Substituto de Nutrição de Ruminantes do Departamento de Melhoramento e Nutrição Animal/UNESP-Botucatu/SP.
Seção Pastagens: "No município de Tauá, na região dos Inhamus do Ceará (Figura 1), mesmo após três anos com chuvas abaixo da média, é possível encontrar pastos formados de capim corrente (Urochloa mosambicensis) rebrotando no período seco. Essa resistência do capim ao extremo déficit hídrico indica que a Embrapa está no caminho certo ao pesquisar novas cultivares para disponibilizar ao mercado, por meio de parcerias com empresas privadas e programas de governo, sementes registradas e com qualidade física e fisiológica para a implementação de novos campos de pastagens cultivadas", por Juliana Evangelista da Silva Rocha, pesquisadora da Embrapa Caprinos e Ovinos.
O estado de Goiás produziu 3.5 bilhões de litros de leite em 2012, segundo dados do IBGE, ficando em 4° lugar no Ranking Nacional dos estados com 11% da produção nacional. A posição do estado já foi melhor. Em 2000 ocupava o 2° lugar, perdendo apenas para Minas Gerais. Em 2008 caiu para a 3ª posição e em 2009 para a quarta posição, onde [...]
O cultivar de forrageira tropical Cayana, desenvolvido pela Barenbrug do Brasil e lançado oficialmente no mercado nesta safra 20/21, gera bons resultados e casos de sucesso para pecuaristas de diferentes regiões do país. Desenvolvida tecnologicamente por meio de pesquisas e melhoramento genético, a nova Brachiaria entrega mais produtividade e rentabilidade ao produtor.
O cenário futuro de aumento das temperaturas globais pode favorecer as atividades agropecuárias na região Norte. É o que prevê uma ferramenta online desenvolvida pela Embrapa Pecuária Sudeste em parceria com outras unidades da empresa. A tecnologia "Cenários agrícolas futuros para forrageiras tropicais" traz simulações sobre o desempenho de cinco pastagens no Brasil [...]
Pastagens: Ainda hoje é comum encontrar produtores que não sabem a quantidade de forragem produzida na propriedade. Embora, algumas dessas fazendas façam uso de corretivos e fertilizantes, muitas vezes não têm ao menos referências para definir o momento de entrada ou saída dos animais em um determinado pasto. Por Bruno Carneiro e Pedreira, Leonardo Simões de Barros Moreno.
Os equídeos não são bovinos, bubalinos, muito menos ovinos e caprinos e como todas as espécies, merecem serem tratados de forma específica. A criação de equídeos no Brasil, quase sempre, com exceção de algumas propriedades, está associada com as atividades da pecuária e desenvolve-se predominantemente em pastagens de bovinos, sendo estas não planejadas para equídeos. Acesse e tire suas dúvidas sobre este assunto!
Por ser uma atividade recente em muitas regiões, os trabalhos científicos envolvendo sistemas de produção com ovinos em pastagens de forrageiras tropicais são escassos. Entretanto, há necessidade de se abordar este assunto, uma vez que na maioria das propriedades rurais, o pasto, é a única ou a principal fonte de alimento.
Você sabe quais os motivos que justificam a sua utilização do capim Papuã e em qual sistema produtivo seu uso é viável? Confira neste artigo mais sobre o assunto!
A maior parte da variação estacional na produção de forragem é devida ao padrão climático sazonal. O efeito da sazonalidade climática sobre o crescimento da pastagem pode ser razoavelmente previsto por meio da variação das temperaturas médias e da umidade do solo (relacionada à quantidade e à distribuição das chuvas). Adicionalmente, as respostas ao padrão climático dependem do genótipo da planta forrageira.
A pastagem é a principal fonte de alimento na pecuária nacional otimizando a relação custo/benefício desta atividade (PEDREIRA & MELLO, 2000). A produção de massa seca é função de fatores não controláveis, inerentes ao ambiente, como radiação solar, temperatura e umidade do solo, e de fatores controláveis, como fertilidade, pressão de pastejo, dentre outras.
A integração lavoura-pecuária tem garantido a sustentabilidade de sistemas de produção pecuária, pois o aumento da fertilidade do solo pela adubação da lavoura, cria condição apropriada para a implantação e manutenção de pastagens com espécies forrageiras de elevado potencial de produção e qualidade. Em contrapartida, esta elevada produção de biomassa da pastagem assegura maior ingresso de carbono e melhor proteção do solo contra efeitos erosivos, além de promover incremento na biodiversidade.