USDA mostra crescimento da produção e número de vacas
O relatório de produção de leite de setembro destacou um crescimento anual positivo que se desenrolou em termos de produção de leite e número de vacas nos EUA.
130 resultados para "ascendente"
O relatório de produção de leite de setembro destacou um crescimento anual positivo que se desenrolou em termos de produção de leite e número de vacas nos EUA.
A mastite causa muitos prejuízos às vacas leiteiras porque em casos de animais doentes, o leite deve ser descartado, há queda da produção leiteira, gastos com antibióticos, mão-de-obra, descarte e morte do animal. Clique e saiba como controlar!
Após registrar avanços em ritmo poucas vezes visto em 2020, o valor bruto da produção (VBP) agropecuária e o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio no país deverão crescer menos no ano que vem, mas ainda assim manterão a sólida tendência ascendente observada nas últimas décadas.
Após altos e baixos do preço do leite durante o auge da pandemia de Covid-19 no Brasil entre março e maio deste ano, a tendência de alta do preço da matéria prima deve se manter em trajetória ascendente em agosto.
A curva de lactação típica de uma vaca leiteira apresenta inicialmente uma fase ascendente, ou seja, quando as produções diárias estão aumentando. Ao redor do segundo mês de lactação, alcança-se o ponto de máxima produção, chamado de pico. Depois disso, ocorre uma longa fase descendente, que é determinada pela persistência da lactação.
Se alguém esperava que o novo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre oferta e demanda de grãos no país e no mundo nesta safra 2010/11 fosse oferecer elementos capazes de conter a atual curva ascendente dos preços globais dos alimentos, o efeito foi justamente o contrário. Com cortes expressivos na produção e nos estoques finais de milho nos EUA e no mundo e ajustes igualmente radicais e surpreendentes na oferta de soja, o departamento aumentou as preocupações.
A conjunção entre fatores climáticos, aquecimento do mercado interno e crescimento da demanda internacional por alimentos criou um cenário bastante favorável para a forte valorização dos preços domésticos ao longo do ano. Soma-se a esses fatores a desvalorização do dólar no âmbito internacional, fato que deixa as commodities agrícolas mais atraentes para os fundos e criam um cenário de maior volatilidade. Os principais destaques ficam por conta da soja e do café, que tiveram uma trajetória ascendente ininterrupta ao longo de todo o segundo semestre de 2010.
A quantificação do estoque de forragem em um instante no tempo, isto é, o estoque inicial de forragem, é o ponto de partida para estabelecerem as projeções para o estoque de forragem no tempo. O estoque de forragem é o somatório da massa de forragem presente em todos os piquetes, glebas ou centros de manejo.
A Região Sudeste voltou a ampliar a sua fatia de participação no bolo de consumo brasileiro, depois de quatro anos seguidos de quedas. Em 2010, o Sudeste passa a responder por 52,7% desse mercado de consumo do País, ante 51,4% em 2009. Em contrapartida, a trajetória ascendente do Nordeste também foi interrompida. Pela primeira vez em quase dez anos, a participação da região no consumo nacional recuou de 18,8% para 17,7%.
Num movimento ascendente desde novembro do ano passado, os preços do leite longa vida devem se manter em alta nos próximos meses, preveem analistas e a indústria. O consumo do produto, que cresceu menos do que o previsto em 2009, também deve voltar a avançar este ano.
Após colecionar em 2009 resultados menos adversos do que os inicialmente esperados, o agronegócio brasileiro inicia 2010 com boas perspectivas de recuperação. Nada de crescimento bombástico, segundo a visão da maior parte dos atores do setor, mas pelo menos algo capaz de devolver aos principais segmentos do campo a tendência ascendente observada do início da década até 2008, apesar de tropeços em 2005 e 2006.
A desvalorização do dólar em relação ao real voltou a assombrar o setor rural. O recuo de 10,3% na cotação da moeda americana no segundo semestre deste ano já afetou a rentabilidade das principais lavouras do país e reduzirá as margens de lucro do setor rural, interrompendo a curva ascendente das últimas duas safras.
Segundo maior produtor de leite do país - atrás apenas de Minas Gerais -, o Rio Grande do Sul deve ter crescimento de 8% na produção neste ano e chegar a 3,2 bilhões de litros em 2009, segundo o Sindilat. Entre 2005 e 2008, o volume cresceu de 1,87 bilhão para 2,94 bilhões de litros anuais e o Estado pulou do quarto para o segundo lugar no ranking nacional. Mesmo com a captação em linha ascendente, ainda será pequena para fazer frente à capacidade das empresas que se instalam ou ampliam plantas em solo gaúcho.
O frio excessivo e as fortes geadas no início deste inverno, em pleno período de safra de leite no Rio Grande do Sul, devem provocar uma queda de 18,5 milhões de litros na produção gaúcha deste mês em relação a julho de 2010. O desempenho corresponde a uma retração entre 7% e 8% na mesma base de comparação, conforme projeção preliminar do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Estado (Sindilat-RS), e já deve ter impacto sobre os preços do produto para o consumidor nesta semana.
Os valores definidos neste mês pelo Conselho Paritário de Produtores e Indústrias de Santa Catarina (Conseleite-SC) para o leite padrão e suas variações expressa o movimento de alta. Os valores finais de novembro registraram 6% de aumento e ficaram em R$ 0,6186 para o leite-padrão. Os valores que o Conseleite projetou para dezembro embutem mais 2,5% de realinhamento para cima e fecharam em R$ 0,6344 para o leite-padrão.
As altas temperaturas registradas nestas duas últimas semanas não estão sendo favoráveis para rebanho leiteiro gaúcho. O desconforto térmico provocado pelas altas temperaturas combinadas à alta umidade provocou uma redução no rendimento dos animais. Esses só podem ser levados para as áreas de pastoreio somente nas horas mais frescas do dia e ficar na maior parte do tempo ao abrigo de uma sombra.
A captação de leite na União Europeia (UE) foi, em junho, de 11,66 milhões de toneladas, 2,5% a mais que em junho de 2008 e 2,1% a mais que em junho de 2007. A Alemanha é responsável por 90% do aumento registrado em junho desse ano, sendo que sua captação aumentou 12%, de 2,1 milhões de toneladas em junho de 2008 para 2,4 milhões de toneladas em junho de 2009, de acordo com dados do EUROSTAT.
O décimo quarto leilão da Fonterra através da plataforma de vendas online, <i>GlobalDairyTrade</i>, realizado na terça-feira (04), mostrou reação dos valores dos contratos, após 3 meses consecutivos de queda de preços. O preço médio alcançado para todos os produtos e períodos contratuais para o leite em pó (WMP) foi de US$ 2.301 por tonelada, posto na Nova Zelândia (antes do embarque). Este valor é 25,8% superior ao do leilão anterior, realizado em 1º de julho, e o maior valor desde novembro de 2008.
Seção Panorama de Mercado: "Nesse ano em que os preços posicionaram-se fora da curva, vários agentes do mercado acostumados com o comportamento do leite foram surpreendidos por oscilações e patamares nunca antes confrontados no atacado, varejo e também ao produtor. Já nesse momento da inversão da curva, ascendente até há poucos dias, também a queda do "spot" está sendo rápida e surpreendente. Será um reflexo do mercado frente à ascensão? Muitos dizem que o mercado é totalmente soberano. Será? Vamos analisar", por Roberto Jank, produtor de leite e Diretor-Presidente da Agrindus S/A - Empresa Agrícola Pastoril.
O Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite - Conseleite divulgou a projeção de preços de referência para o mês de dezembro. Os números mostram que após uma variação positiva de outubro para novembro, o valor se estabilizou na projeção para dezembro.
O 399º leilão da plataforma Global Dairy Trade (GDT) registrou nova valorização nos preços internacionais dos lácteos, marcando a quinta alta consecutiva do price index, que avançou 5,7% e atingiu a média de USD 4.301/tonelada. O resultado consolida o movimento de recuperação iniciado no começo do ano e indica um mercado internacional operando em patamares mais firmes.
A busca por uma alimentação saudável impulsiona o consumo de leite UHT, fonte de proteínas e nutrientes essenciais. Descubra por que ele está em evidência!
Nos EUA, os investimentos em queijo e soro de leite seguem firmes em busca de remodelar o mercado global de lácteos. Saiba mais sobre essa tendência.