EUA: quadro de oferta global de grãos segue apertado e influencia preços
Com o aperto global no quadro de oferta e demanda de grãos, os EUA precisam ter uma boa safra. Entenda aqui o cenário.
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Com o aperto global no quadro de oferta e demanda de grãos, os EUA precisam ter uma boa safra. Entenda aqui o cenário.
O Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos derivados do Estado do Rio Grande do Sul teve sua direção assumida por Alexandre Guerra recentemente. Em um cenário de preocupações - cerca de 20 mil famílias que fornecem leite para a indústria estão com pagamentos atrasados e dificuldade para vender sua produção - Guerra afirma que os casos de inadimplência e problemas de venda são pontuais.[...]
Em campo, um time que não joga 90 minutos: joga 365 dias por ano, sob sol, chuva, mercado volátil, custo apertado e um consumidor cada vez mais exigente.
O mercado do milho atravessa atualmente um período de incerteza do ponto de vista de oferta global. A desconfiança de que a produtividade do milho nos EUA será muito menor do que as expectativas iniciais para a safra 2011/12 está ocasionando valorizações expressivas nos preços futuros do cereal negociado na Bolsa de Chicago. A valorização dos preços no mercado externo é um ótimo sinal para o Brasil, que tende a ganhar competitividade nas exportações diante desse cenário de preços altos.
Aumentos nos custos de produção em torno de 10% num ano de queda nos preços de venda do leite longa vida no mercado pressionaram o resultado do Laticínios Jussara em 2014. O lucro líquido da empresa de lácteos, que havia alcançado R$ 45,963 milhões em 2013, recuou 63% e somou R$ 16,980 milhões no ano passado. Já a receita líquida da companhia em 2014 subiu 5,27%, para R$ 642,741 milhões.
O mercado de lácteos está bem apertado e os principais países exportadores provavelmente não conseguirão aumentar sua produção. Saiba mais!
A desaceleração da economia mundial vai derrubar os preços das commodities agrícolas em 2012, mas essa queda não será drástica no curto prazo, afirmou ontem (03) o brasileiro José Graziano da Silva, dois dias depois de assumir o cargo de diretor-geral da FAO, o braço da ONU para agricultura e alimentação.
Com o orçamento apertado e críticas do governo Bolsonaro à reforma agrária, o Ministério da Agricultura quer desburocratizar a oferta de crédito fundiário a pequenos produtores. A linha oferece juros subsidiários para compra de terras.
Os preços globais dos alimentos registraram uma queda modesta de 1% em maio, informou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). A entidade alertou, no entanto, que problemas climáticos devem manter as cotações elevadas no próximo ano.
O presidente executivo da Nestlé Chile, Fernando del Solar, estimou uma queda de 3% no consumo atual de leite, o que afetaria a nutrição da população. Ele disse que o terceiro trimestre será apertado, mas há possibilidades de recuperação do consumo no quarto trimestre do ano. "Há uma baixa no consumo de leite de 2% a 3% no ano e isso é delicado, porque passa por todas as áreas de leite, tanto líquido como em pó, e afeta a nutrição da população. Os estudos indicam que está havendo substituição por refrigerantes".
O governo avalia, em conversas reservadas, que os alimentos "já deram sua contribuição" para segurar a inflação neste ano e se prepara para enfrentar, até dezembro, um "soluço" nos preços agrícolas derivado da entressafra na produção de grãos, carne bovina, cereais e etanol. A preocupação é forte e tem deixado os especialistas em alerta. Espera-se, porém, que essa pressão seja menor do que a registrada no segundo semestre de 2010. "O peso será menor", diz uma fonte do Ministério da Fazenda. Ainda assim, parte do governo segue "assombrada" com as recentes quebras de safra, sobretudo na produção de trigo e milho de inverno, provocadas por questões climáticas.
O índice de preços globais de alimentos da FAO, agência para agricultura e alimentação da Organização das Nações Unidas (ONU), subiu 1% para 234 pontos em junho passado, 39% mais do que no mesmo mês de 2010, mas 4 pontos percentuais abaixo do recorde de 238 pontos de fevereiro deste ano. De acordo com a FAO, a forte alta dos preços do açúcar no mercado internacional explica grande parte da alta de junho.
Os preços do milho estão atingindo recordes com as ofertas dos Estados Unidos devendo se manter "incrivelmente escassas" nesse ano e as exportações e produção de etanol devendo exceder as previsões do Governo, disse o analista do Rabobank Group, Luke Chandler.
O Banco do Brasil prevê elevar em 21% os desembolsos ao setor rural na safra 2010/11. Os empréstimos da instituição devem somar R$ 41,9 bilhões até meados de 2011, informou ontem o vice-presidente de Agronegócios do BB, Luís Carlos Guedes Pinto.
Os números das exportações de lácteos no primeiro semestre deste ano trazem duas certezas: o Brasil ainda não é competitivo o suficiente para se firmar como exportador do produto no mercado internacional e é arriscado depender da demanda da Venezuela.
A Fonterra Co-operative Group anunciou em seu site na internet (www.fonterra.com) uma previsão de abertura para o preço do leite na estação de 2009/10 de US$ 0,2332 por quilo de leite (valor considerando leite contendo 8,3% de gordura+proteína), refletindo os baixos preços internacionais das commodities lácteas e uma taxa de câmbio de cerca de US$ 0,59 para o dólar neozelandês.
O crescimento lento das pastagens em regiões de produção leiteira da Nova Zelândia está aumentando a perspectiva de um fornecimento de leite mais apertado do que o esperado e pode oferecer uma janela para as exportações dos EUA. "Não temos certeza do que isso vai fazer para a produção de leite, mas definitivamente é algo para se ficar de olho", disse Kyle Schrad, vice-presidente de operações mundiais de lácteos e alimentos da INTL FCStone em Chicago.
Um produtor de leite de Christchurch, na Nova Zelândia, está vendendo o leite a seus clientes de uma maneira diferente. O leite cru está cada vez mais popular dentre todas as idades, e os clientes podem obter o produto com alguma mudança de reposição e apertado um botão. Mark Williams descobriu as máquinas de distribuição de leite cru no ano passado e instalou uma em sua fazenda de leite em Christchurch.
A cooperativa neozelandesa Fonterra, uma das maiores do setor de lácteos global, confirmou ontem (15) que pagará antecipadamente parte do dividendo final que havia projetado. Segundo o grupo, o pagamento está sendo feito "para apoiar os agricultores durante um período de fluxos de caixa extremamente apertado nas fazendas".
Como dizem as pessoas mais velhas, "carro apertado é que canta", o que, em outras palavras, significa que temos que aumentar a nossa eficiência. Esse é o único caminho para continuarmos crescendo (ou, pelo menos, não encolhermos) em momentos de escassez de recursos, especialmente os financeiros.
"Os consumidores neste ano tentam equilibrar o orçamento, que está mais apertado. O que se vê é uma procura mais forte por promoções e por produtos cujo preço caiba no bolso. E as indústrias já adaptam suas linhas, com embalagens menores ou com versões tamanho família, dependendo da categoria de produto", diz Fabiana Furquim, analista de mercado da Nielsen.[...]
O mercado global de lácteos segue bem abastecido e com níveis elevados de produção, cenário que continua influenciando os preços internacionais da categoria. A avaliação faz parte de uma análise recente do relatório Global Dairy Quarterly, publicado pelo Rabobank, que acompanha as principais tendências do setor leiteiro no mundo.
Autoindulgência, funcionalidade e bem-estar moldam as tendências de consumo no verão brasileiro. Do sorvete premium ao skincare, marcas apostam em prazer aliado à saúde.
A tributação em cadeia mostra que dois produtos idênticos podem carregar alíquotas efetivas distintas, dependendo de quem entregou o leite e como emitiu a nota. Entre campos, laboratórios, fretes e embalagens, cada detalhe fiscal empurra a margem para cima ou para baixo. Uma nova leitura do custo industrial emerge no setor lácteo pós-reforma.