Acidose ruminal: ameaça silenciosa que compromete a produtividade
A acidose ruminal compromete a saúde dos animais e reduz a produtividade. Veja como prevenir essa ameaça no seu rebanho.
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A acidose ruminal compromete a saúde dos animais e reduz a produtividade. Veja como prevenir essa ameaça no seu rebanho.
A acidose ruminal é uma doença metabólica causada pela grande quantidade de ingestão de carboidratos rapidamente fermentáveis no rúmen. Saiba mais!
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A acidose ruminal é uma doença metabólica comum em vacas leiteiras, gera grandes impactos e pode causar sérios prejuízos. Leia mais!
Além dos fatores dietéticos, vários fatores de manejo alimentar também influenciam a ocorrência de acidose ruminal subaguda. Saiba mais.
Pesquisa MilkPoint: como você previne a acidose ruminal?
A acidose ruminal é uma grave doença que acomete animais ruminantes, também conhecida como sobrecarga por grãos, compactação ruminal, rumenite ou acidose láctica. Os bovinos acometidos com a forma aguda frequentemente vão a óbito por graves complicações, como desidratação severa, infecção fúngica e sequelas neurológicas. No entanto, muitos animais desenvolvem a forma subguda da doença, conhecida como acidose ruminal subaguda (ARS) ou, em inglês SARA, a qual causa diversos problemas desde digestivos até locomotores e reprodutivos.
Conheça os impactos que a Acidose provoca na produção leiteira.
A acidose ruminal sub-aguda é um problema, de certa forma, predominante nos rebanhos leiteiros. Em vacas alimentadas com ração total, aproximadamente 25% das vacas certamente tem pH ruminal abaixo de 5,5. Isso compromete a perfeita digestão da dieta, uma vez que o pH ruminal é grandemente uma função de balanço entre a produção de ácidos graxos voláteis provenientes da fermentação de carboidratos, sua neutralização pelas tampões salivares e dietéticos, e sua remoção pela absorção através da parede do rúmen, ou passagem pelo rúmen.
Após a ingestão de grande quantidade de carboidratos, ocorre uma rápida fermentação desse material no rúmen (pré-estômago ou estômago mecânico dos animais ruminantes) levando à produção de alta concentração de ácidos graxos voláteis, compostos que ocasionam uma queda repentina no pH ruminal (o estômago que mantém o pH constantemente próximo a neutralidade se torna ácido). Uma das principais consequências dessa queda do pH representa a morte dos protozoários e bactérias que naturalmente vivem no rúmen e são responsáveis pela degradação da celulose, função indispensável para que os animais ruminantes consigam aproveitar os nutrientes contidos nos volumosos.
Saiba o que é acidose ruminal e como prevenir em vacas leiteiras, por meio da formulação de dietas, uso de aditivos e práticas de manejo!
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A utilização de bicarbonato de sódio como tamponante na dieta de vacas leiteiras têm-se demonstrado uma ferramenta eficaz para maximização do resultado zootécnico e econômico dos produtores de leite. Sua utilização dentro das recomendações técnicas tem ajudado a elevar o teor de gordura do leite agregando valor ao produto na hora da comercialização com os laticínios, além de reduzir as perdas associadas aos quadros subclínicos de acidose metabólica.
Estudos indicam que probióticos, prebióticos e simbióticos podem melhorar a saúde intestinal, reduzir doenças e elevar a eficiência produtiva de vacas leiteiras.
Como uma empresa guiada pela ciência, a Lallemand Animal Nutrition teve o prazer de mais uma vez participar ativamente do evento. Saiba mais sobre o evento!
A formulação de alimentos concentrados ou concentrados iniciais para bezerros leiteiros é extremamente importante para o desempenho destes animais. Confira!
A colonização microbiana, disponibilidade de água, além do desenvolvimento da capacidade absortiva são fatores importantes e sinais do desenvolvimento ruminal.
Seção Nutrição: "No artigo de hoje discutiremos como a alteração no padrão de fermentação ruminal causada pela alimentação pode afetar a produção de gordura pela glândula mamária resultando em quedas drásticas nos valores do teor de gordura do rebanho", por Davi Brito de Araujo, pecuarista e veterinário formado na Unesp de Botucatu. Atuou por 6 anos nos EUA em pesquisas relacionadas a saúde, nutrição e reprodução de bovinos.
Beber ruminal é o nome dado ao fenômeno de não formação da goteira esofágica em bezerros jovens,. Entenda melhor sobre o tema, acesse este artigo!
Seção Animais Jovens: "A seleção de alimentos por animais pode resultar na ingestão desequilibrada de nutrientes e aumentar o risco de distúrbios digestivos, incluindo acidose ruminal. Algumas vezes bezerros também são alimentados com ração total (volumoso e concentrado), antes e depois do desaleitamento, entretanto, poucas pesquisas têm examinado seleção de alimentos em bezerros", por Carla Maris Machado Bittar e Fernanda Lavínia Moura Silva, da ESALQ/USP.
O uso de colhedoras de forragem autopropelidas com rolos processadores de grãos tem-se tornado uma prática comum no Brasil devido à crescente disponibilidade de empresas prestadoras de serviços terceirizados, à necessidade do aumento da eficiência da utilização do amido, à janela de corte relativamente curta dos híbridos de milho, à oportunidade de colher a planta mais tardiamente (2/3 da linha do leite e 35 a 38% de matéria seca) e à necessidade de fibra longa como forma preventiva de evitar a acidose ruminal.
A alimentação de vacas de alta produção continua a desafiar os produtores de leite e os nutricionistas. Além disso, as margens de lucro variam à medida que o preço do leite e o custo da ração mudam de ano a ano. Os objetivos de um programa alimentar bem sucedido estão listados abaixo.
Todos nós somos bem versados em entender a acidose, mas será que realmente entendemos o custo de um intestino permeável?
Silagem de qualidade é mais que alimento: é estratégia para produtividade, saúde ruminal e rentabilidade na pecuária leiteira. Com oferta estável de energia e fibra ao longo do ano, ela sustenta vacas de alta produção, reduz oscilações na dieta e melhora o desempenho econômico da propriedade.