Aborto em vacas leiteiras: efeitos na produção e eficiência reprodutiva
O aborto resulta em perdas econômicas consideráveis para os produtores, especialmente aqueles abortos que ocorrem durante a fase tardia da gestação. Leia!
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O aborto resulta em perdas econômicas consideráveis para os produtores, especialmente aqueles abortos que ocorrem durante a fase tardia da gestação. Leia!
A retenção de placenta (RP) se caracteriza pela falha na eliminação das membranas fetais nas primeiras 12 horas após a expulsão do feto, devido à inabilidade de separação da conexão materno-fetal e, quando o quadro se instala, a placenta permanece retida em torno de sete dias. Como consequência, há atraso tanto no processo de involução uterina quanto no reinício da atividade ovariana [...]
O objetivo deste estudo foi avaliar a perda de gestação (Preg Loss) entre o dia 30 (Preg 30) e o dia 80 (Preg 80) da gestação em vacas Holandesas lactantes que receberam embrião produzido in vivo ou in vitro, em laboratório próprio de uma fazenda de leite comercial.
Esta pesquisa sugere que o Ruprocol® pode ter um maior impacto na produção das vacas leiteiras que o produto concorrente.
Saiba como melhorar a qualidade do leite com controle da mastite, higiene na ordenha, nutrição equilibrada e apoio técnico especializado.
A transformação vem acontecendo no sertão nordestino, com galpões climatizados e apoio financeiro, produtores aumentam produtividade e investem em raças de maior rendimento.
O desempenho reprodutivo das vacas leiteiras vem caindo ao longo dos últimos 40 anos. Isso pode ser concluído através do número de dias em aberto e de serviços por concepção. Consequentemente, o desempenho reprodutivo se tornou um dos maiores problemas de manejo para produtores de leite. Um dos fatores contribuindo para esse declínio é a redução na eficiência da detecção de cio.
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Cientistas de todo o mundo têm relatado há várias décadas a redução na fertilidade de vacas leiteiras de alta produção, provavelmente resultante do conflito entre as necessidades metabólicas e reprodutivas. Por Anderson Kloster Munhoz, Luisa Cunha Carneiro e Ricarda Maria dos Santos
Graças aos pesquisadores da Universidade da Flórida foi possível a criação um uma vaca Holandesa que resiste melhor ao estresse por calor. A genética pode ser uma nova ferramenta para diminuir a queda da produção de leite e reprodução no verão. O pesquisador Peter Hansen disse que dois touros que estão agora comercialmente disponíveis possuem um haplótipo para uma pelagem mais curta e lisa, conhecida como "slick" (liso, em uma tradução livre).
Saiba aqui os alimentos que podem substituir o milho como fonte de energia para vacas leiteiras, suas características e forma de utilização!
"Não tínhamos braços suficientes. Vimos que seria cada vez mais difícil conseguir mão de obra, principalmente para trabalhar na área rural, então decidimos investir na mecanização", diz Ernst van der Schans, dono da fazenda ao lado da mulher e três filhos.
Saiba tudo sobre as doenças uterinas que acometem as vacas leiteiras: retenção de placenta, febre pós-parto, metrite, endometrite e piometra.
Seção Reprodução: "Após o parto, para que a vaca esteja apta a conceber novamente, é necessário que vários processos ocorram, sendo eles a involução uterina, a regeneração do endométrio, a eliminação do conteúdo bacteriano do útero e a retomada da atividade cíclica ovariana (Sheldon et al., 2008). O risco da ocorrência de doenças uterinas é aumentado quando existem falhas em um ou mais desses processos, reduzindo assim a fertilidade de vacas leiteiras (Djuricic et al., 2012). Além disso, fatores endócrinos, imunológicos, genéticos, de manejo e suas interações contribuem para o aumento na incidência de infecções uterinas", por Rodrigo R. Buso, Carla C. Campos e Ricarda M. Santos, da Faculdade de Medicina Veterinária - Universidade Federal de Uberlândia.
O período após o parto é importante na vida reprodutiva da vaca. Uma involução uterina normal e o restabelecimento da função ovariana no pós-parto são cruciais para que se obtenha curto intervalo de parto, nova concepção, e otimização da produção de leite e bezerros.
Estresse térmico durante o período seco reduz a produção de leite na próxima lactação e reduz a rentabilidade de fazendas de gado de leite. Vacas holandesas estão expostas ao estresse térmico quando o índice de temperatura e umidade está acima da sua zona de termoneutralidade. Temperatura e movimento do ar, umidade relativa e radiação solar são fatores ambientais que influenciam na intensidade do estresse térmico.
No jogo da reprodução, cada hora conta - e novos dados mostram exatamente quanto. Três grandes estudos revelam a janela ideal de inseminação em vacas com IATF e SAMA.
Os estudos disponíveis indicam que a suplementação com cromo pode ser uma estratégia eficaz para mitigar os impactos do estresse térmico em vacas leiteiras. Entenda!
A assistência durante o parto é importante para garantir a sobrevivência da vaca e do bezerro, mas a intervenção desnecessária pode causar lesões. Entenda.
A Kuban Agro, maior companhia de agricultura do sul da Rússia, produziu 233 transplantes em novilhas leiteiras nos últimos dois anos, tornando-se a primeira companhia agrícola russa a adotar a tecnologia de transferência de embriões em animais da raça holandesa. Afetada pela profunda recessão econômica, pela desvalorização da moeda nacional e pelas maiores taxas de juros, a Kuban Agro disse que o agronegócio russo está buscando formas de substituir as importações.
A hipocalcemia, comumente conhecida como febre do leite, é uma das principais doenças metabólicas de vacas recém-paridas. Qual seu impacto na reprodução? Leia!
Reprodução: Vacas no período de transição precisam de repouso e nutrição adequados, além de ambiente social relativamente estável, para conservar o estado de saúde. Alguns fatores de risco para enfermidades infecciosas e metabólicas pós-parto e para claudicação nos meses seguintes têm relação com o alojamento e o manejo. Por Ricarda dos Santos (Profa. da UFU) e José Vasconcelos (Prof. da UNESP)
Foi esse o tema de um experimento realizado por quatro anos na Universidade de Minnesota, EUA, que mostrou que vacas híbridas produziram os mesmos quilos de gordura e proteína que vacas Holandesas, porém, consumiam menos duas libras (0,9kg) por dia, base matéria seca. O resultado: vantagem na relação de rendimento sobre custo do alimento (income over feed cost - IOFC) de 34 centavos por animal/dia para novilhas híbridas de primeira parição e uma vantagem de 60 centavos por animal/dia para vacas híbridas de segunda e terceira lactação.
Pesquisadores da Universidade de Nottingham destacam a importância do enriquecimento ambiental para um manejo mais estimulante e saudável para os animais. Confira!