Lucratividade da produção leiteira: entendendo o RMCR e o RMCA
A estabilidade financeira da produção de leite no campo necessita do monitoramento de alguns indicadores, nesse sentido o RMCA e o RMCR são importantes. Entenda
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A estabilidade financeira da produção de leite no campo necessita do monitoramento de alguns indicadores, nesse sentido o RMCA e o RMCR são importantes. Entenda
Saiba o que é o indicador do MilkPoint Mercado Receita Menos Custo de Ração (RMCR) e como ele pode ajudar o produtor de leite.
Seção Panorama de Mercado: "Num ano até agora marcado pelo fraco desempenho da demanda da maioria das categorias lácteas (assim como também "patina" a demanda por outros itens de consumo em massa, como cerveja, refrigerantes e até açúcar), a produção de leite também surpreende negativamente pelo terceiro trimestre consecutivo, com redução dos volumes produzidos em relação a 2014", por Carlos Eduardo Pullis Venturini, Coordenador de Conteúdo do MilkPoint Mercado.
Nesta edição, Valter Galan, analista do MilkPoint Mercado e sócio do MilkPoint Inteligência, aborda o indicador RMCR (Receita Menos Custo de Ração), que está altamente correlacionado à rentabilidade da produção de leite no campo.
Na oitava edição, Valter Galan, analista do MilkPoint Mercado e sócio do MilkPoint Inteligência, fala sobre a RMCR (receita menos o custo de ração) e as conclusões da análise desse indicador.
Nos últimos quatro meses temos observado relativa estabilidade em nossa estimativa de Receita Menos o Custo da Ração (RMCR). A estimativa para o mês de janeiro foi de R$ 10,60/vaca.dia, valor 10,5% acima do mesmo período um ano antes. A alta dos insumos - o milho, por exemplo, valorizou 38,2% no período - tem sido compensada pela valorização do preço do leite ao produtor.
O ano passado apresentou a 2ª maior média dos últimos 10 anos na nossa estimativa de Receita Menos o Custo da Ração (RMCR), de R$ 11,51/vaca.dia, ficando atrás somente do ano de 2007 (R$ 12,27/vaca.dia).
O IBGE divulgou nesta quinta-feira (17/03) os dados referentes à captação formal de leite no último trimestre de 2015. No trimestre, foram adquiridos cerca de 6,3 bilhões de litros, queda de -3,9% em relação ao mesmo período de 2014. No ano, a captação de leite pela indústria totalizou 24 bilhões de litros, uma queda de -2,8% sobre 2014.
Nesta quinta-feira (14/09), o IBGE divulgou os dados do segundo trimestre de 2017 sobre a captação brasileira de leite. No período, o volume captado foi de 5,6 bilhões de litros de leite, queda de 3,4% em relação ao trimestre anterior. Entretanto, o acumulado do primeiro semestre de 2017 foi de recuperação em relação ao ano passado. Com um volume de 11,5 bilhões de litros, a captação foi 4,3% superior ao primeiro semestre de 2016.
Editorial: "Há alguma coisa estranha ocorrendo com a nossa atividade. Não estou falando da drástica queda de preços (após elevações recordes). O buraco é mais embaixo. Ou estamos passando por uma forte mudança estrutural, ou o leite está sob alerta no Brasil e ninguém discute isso, seja porque não temos dados concretos para embasar nossa análise, seja porque estas questões estruturais passam ao largo, já que o foco é sempre o problema atual que, hoje, é materializado nas importações de leite. Afinal, temos o costume de atacar os sintomas e não as causas. Vamos aos dados nus e crus. ", por Marcelo Pereira de Carvalho, Diretor Executivo da AgriPoint.
Esta "estagnação" da produção no final de 2020 não deixa de surpreender, já que, apesar do elevado preço do concentrado o indicador RMCR indicou valores bastante altos ao produtor no período.
Preços de leite mais altos, redução dos preços do milho, que haviam castigado o produtor no ano passado, e níveis menores de importação. Este ano, pelo menos durante boa parte dele, foi completamente diferente de 2012, sendo marcado pela recuperação das margens após um 2012 para se esquecer. Por Marcelo Carvalho e Carlos Venturini
Quem acompanha o MilkPoint, especialmente as discussões sobre preços, custos e margens, concluirá facilmente que um dos pontos mais debatidos é quem ganha mais: produtor, indústria ou varejo? Ainda, como essa relação entre os elos se altera nos momentos em que o mercado sofre grandes variações, como o que verificamos em 2013 e nesse início de 2014?
Seguindo a tendência do último mês, os preços ao produtor mantiveram ritmo de alta. Dados do Cepea-Esalq/USP mostram, em junho, o maior reajuste do ano, de quase 7%. Na primeira quinzena de julho, novos reajustes foram reportados por empresas consultadas pelo MilkPoint. Mas os produtores não se entusiasmaram com os reajustes e mantiveram a produção sob controle, sem grandes investimentos, ao menos por enquanto. O cenário externo é preocupante; os preços do leite no Brasil, em dólar, estão bem acima dos preços vigentes em vários concorrentes.
A divulgação no final de junho da Pesquisa Trimestral do Leite do IBGE explicou o comportamento do mercado e dos preços ao produtor ao longo de 2010. O acréscimo de quase 10% frente ao mesmo período no ano anterior, aliado possivelmente a significativos estoques de passagem de 2009 para 2010, ocasionou a queda antecipada nos preços do leite. Mas o que acontecerá nos próximos meses? Essa resposta será em grande parte influenciada pelo início da safra nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, pela queda de produção na região Sul após pico, e como se comportarão as vendas de lácteos em curto prazo.
Apesar desse cenário, o estudo aponta um dado positivo: a pecuária leiteira ainda se mostra competitiva quando comparada a outras formas de uso da terra. A margem bruta por hectare supera os valores de arrendamento em todas as regiões analisadas, o que mantém a atividade como uma alternativa viável para o produtor rural.
A pecuária leiteira não é mais a mesma. Embora algumas coisas sigam semelhantes, outras passaram por grandes transformações que ainda seguem em curso. Entenda!
No momento atual, são necessários menos litros de leite para comprar a mesma saca de milho, um cenário mais positivo para o produtor de leite. Confira!
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