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Cadeia produtiva discute regularização da produção de queijo artesanal

postado em 19/12/2012

4 comentários
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O estabelecimento de um plano de ação e um cronograma de trabalho para revisar a Instrução Normativa nº 57 e estabelecer o marco regulatório para a produção e comercialização de produtos artesanais faz parte das discussões permanentes dos integrantes do Grupo de Trabalho (GT) constituído para este fim. Recentemente, técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e representantes do setor produtivo da cadeia do leite e derivados participaram da primeira reunião do GT da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite e Derivados/MAPA para debater o assunto.

O secretário de Defesa Agropecuária (SDA), Enio Marques, destacou a importância de buscar entendimentos e clareza sobre a produção de queijos artesanais. Disse que o Mapa está empenhado a alcançar uma situação desejável, considerando as limitações das regras existentes. Ele acredita que é necessário ajustar a legislação para reconhecer o queijo artesanal como patrimônio público e com regras bem definidas. Segundo ele, no momento se trabalhará numa proposta de transição, atendendo emergencialmente a necessidade de comercialização dos queijos que já são tradicionalmente produzidos e que atenda as garantias mínimas para a segurança do produto e seja viável para os produtores.

O Ministério esclarece que o GT discute apenas a produção do queijo artesanal, tendo como base a utilização de leite cru. Considerando as garantias e controles que esse tipo de produto demanda, tal produção se justifica pela importância da proteção e preservação do patrimônio cultural associado à referida produção (preservação do saber-fazer). Soma-se a isso, a proteção dos consumidores e dos próprios produtores contra a usurpação do nome geográfico, muitas vezes indiscriminadamente utilizado.

A matéria é do Mapa, adaptada pela Equipe MilkPoint.

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Comentários

-hermenegildo de assis villaça

Juiz de Fora - Minas Gerais - Pesquisa/ensino
postado em 20/12/2012

Até o momento  o corpo da grande maioria, do veterinários é unânime em  afirmar a necessidade  do leite para a fabricação do queijo artesanal, tem que ser  ser feito  de leite pasteurizado.  

   Quanto ao sabor ,se feito com leite pasteurizado ou não,parece salvo engano, que não existe comprovação científica  .(panel test).

   Quanto á parte sanitária,apesar da pasteurização(que pode ser caseira-past.lenta  deveria ser testa , antes de qualquer decisão precipitada e demagógiga.

Jorge Gruhn Schulz

Passo Fundo - Rio Grande do Sul - Pesquisa/ensino
postado em 20/12/2012

Muito interessante este estudo. O Consumidor merece produtos com qualidade assegurada.

Tereza de Castro Guinart

São João da Boa Vista - São Paulo - Instituições governamentais
postado em 25/12/2012

O desafio está em achar o meio termo entre produzir o queijo artesanal e sua qualidade sanaitaria, principalmente em se tratando de produção com  leite cru. O Brasil ainda precisa cuidar muito da sanidade do seu  rebanho  leiteiro antes de  pensar em produzir  queijo artesanal com leite cru. Ainda temos que  falar nas boas praticas da industrialização, com as quais  os produtores artesanais não são familiarizados. QUEIJO ARTESANAL SIM, POREM COM A QUALIDADE SANITARIA QUE O CONSUMIDOR MERECE.      

RONALDO CARVALHO SANTOS

Curitiba - Paraná - Assessoria de imprensa
postado em 26/12/2012

Já fui  um dos mais ferrenhos criticos da Produção dita Artesanal de Produtos Alimentícios em geral incluso , de Origem Animal.  Me dediquei ao exercício de procurar entender  a real necessidade de fabricar Queijos de forma diversa da Tecnologia Industrial consagrada. Entendi que as necessidades podem ser, Gerais e Particulares.


Gerais quando se consagram os institutos que exigem a oferta de Produtos com Qualidade  e Sanidade de modo não causar danos à Saúde do Consumidor.


Neste caso aplicavel  a Legislação  existente,  se exige todo um aparato Higienico Sanitário  e Tecnologico que remete à Economia de Escala.Claro se exclue a Produção dita Artesanal (sugerirei uma nova Nomenclatura).


Por outro lado há  de reconhecer necessidade em amparar  Elaboração de produtos que por natureza ou mesmo necessidade de alguns produtores, não possa se subordinar ao estatudo da Lei Geral.

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