Como estão as mangueiras da sua ordenhadeira?
O desempenho da sua ordenhadeira é parte importante da sua produção. As mangueiras devem ser adequadas e garantir segurança e desempenho. Confira!
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O desempenho da sua ordenhadeira é parte importante da sua produção. As mangueiras devem ser adequadas e garantir segurança e desempenho. Confira!
A academia e a iniciativa privada gaúcha uniram-se em busca de ferramentas para elevar a competitividade do setor lácteo gaúcho.
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As ordenhadeiras possuem peças que requerem manutenção para evitar problemas na ordenha.
Durante o Agroleite 2010, realizado pela cooperativa Castrolanda de 10 a 14 de Agosto, em Castro/PR, a Equipe MilkPoint entrevistou Fabiano Amaro, presidente da DeLaval na América Latina. Fabiano falou dos investimentos e negócios do grupo sueco na América Latina e do lançamento da ordenhadeira robotizada para a região.
Já abordamos muito as questões das partes de borrachas (teteiras e juntas), mangueiras e demais itens que possuem vida útil para utilização e verificamos o que pode ocorrer com uso prolongado desses produtos.
A ideia de ter uma ordenha robotizada em sua propriedade era um desejo do Sr. Armando Rabbers desde que ele iniciou na atividade em 2007, quando tinha sete animais e ordenhava-os à mão. Ao se decidir pelo investimento na atividade leiteira, seu irmão, Lucas Rabbers, indicou a ele uma matéria de uma revista que falava sobre a ordenhadeira robotizada. Ali nasceu o desejo do produtor em ter um sistema como aquele.
O especialista mundial em saúde da glândula mamária, Sarne De Vliegher, ministrou um curso inédito sobre mastite e qualidade do leite.
Neste mês de fevereiro, todos os participantes que colocarem seus dados no MilkPoint Radar, referentes ao leite fornecido em janeiro (e pago em fevereiro), e tiverem suas vendas confirmadas no relatório, irão concorrer a quatro exemplares do livro "Sistemas de Ordenha", de Osmar Redin e Carlos Alberto Machado.
O livro de 337 páginas tem como foco principal os sistemas de ordenha - desde os mais simples (como sistemas balde ao pé, móveis e fixos, unidades móveis, transferidores) aos mais sofisticados (como sistemas canalizados e robotizados). Os autores são Osmar Redin e Carlos Alberto Machado, ambos com extenso currículo de serviços prestados à cadeia produtiva do leite.
Associações e pequenos produtores rurais receberam, ontem (05), 131 ordenhadeiras e 28 resfriadores de leite para reforçar a produção em Mato Grosso do Sul. Equipamentos, avaliados em R$ 600 mil, foram adquiridos por meio de dois convênios com a Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Caixa Econômica Federal e a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário (Sead). Ao menos 300 famílias agrícolas serão atendidas em 37 municípios do Estado.
Após tornado em 2015 que o atingiu, quando sequer tinha ligado sua nova ordenhadeira, Tomazi reuniu forças e refez sua estrutura. Leia mais.
O produtor Adezildo Bayerl Harthuique, de Linhares/ES, nos enviou um questionamento sobre montagem de silos. Ele diz que está iniciando a atividade leiteira e que seu sítio está sendo estruturado para comportar 70 vacas em lactação. As estruturas de curral e ordenhadeira já estão sendo construídas, contudo ele está com dúvidas com relação ao silo. Veja quais são os questionamentos do produtor e compartilhe com ele seus conhecimentos e experiências!
A Instrução Normativa 62 (IN/62), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, estabelece as normas de produção de leite. O objetivo é melhorar a qualidade do produto fazendo com que o produtor ganhe mais e, também, diminua as perdas no processo de fabricação de lácteos. Com base nesta busca pela qualidade, seguem algumas informações importantes sobre um correto manejo e higiene durante a ordenha.
Em tempo de estiagem que muito castiga as pastagens e quando o preço do leite teria que estar sendo majorado, isto não ocorre. O produto in natura está 8,4% mais barato do que 12 meses atrás, na estiagem passada. Em setembro de 2013, o litro de leite era vendido pelos sócios das
Trocar a plantação de pêssegos pela produção leiteira foi a aposta de Marcius Adriano Feres Barbosa, proprietário do sítio Nossa Senhora Aparecida, em Ressaquinha (MG), há cerca de três anos. A criação de gado leiteiro ocupa cerca de metade dos 29 hectares da propriedade e deu tão certo que já foram investidos em torno de R$ 50 mil no local.
A Holanda é referenciada como o berço da produção de leite e seus produtores buscam ainda hoje manter com alta tecnologia, a melhor genética, nutrição e manejo afim de aumentar sua produtividade. Por Bia Ortolani (coordenadora de conteúdo e analista de mercado do MilkPoint).