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Leilão GDT: até onde o produtor mundial aguenta?

POR VALTER BERTINI GALAN

PANORAMA DE MERCADO

EM 18/11/2014

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Acabaram de ser publicados os preços do novo leilão da plataforma GDT (Global Dairy Trade – acesse o site http://www.globaldairytrade.info/ e veja em detalhes os resultados do leilão de hoje). De forma geral, nova queda nos preços internacionais (a média de preços do leilão caiu 3,1% em relação ao leilão passado). Para os leites em pó, negócios apenas com o integral, cujos preços também caíram 5,1%, atingindo o menor patamar dos últimos meses, US$ 2.400/ton. As quantidades comercializadas continuaram em queda (-13% com relação ao volume do último evento), totalizando 39.613 toneladas de produtos lácteos.

Vários fatores, já exaustivamente comentados aqui no MilkPoint e para os assinantes do MilkPoint Mercado, explicam esta queda: aumento significativo na produção mundial de leite (acima de 5%), queda, a partir do final do primeiro semestre deste ano, nas importações chinesas (o país é o maior importador de leite do mundo), retalhação russa aos derivados lácteos de diversos grandes exportadores mundiais (EUA, União Européia). Mas, nos interessa também saber o que os atuais patamares de preço podem significar para a produção mundial em 2015.

O gráfico 01 mostra a evolução dos preços em dólares/litro pelo leite em diferentes e importantes mercados produtores, dentre eles o Brasil. No mesmo gráfico, a linha tracejada representa o patamar, em equivalente US$/litro de leite fresco, do preço de US$ 2.400/ton do leite em pó transacionado no GDT.

Gráfico 1. Preço do leite fresco em diferentes países – US$/litro

Fonte: Elaboração do MilkPoint Inteligência a partir de diversas fontes de informação

Como podemos ver no gráfico, o atual patamar de US$ 2.400/ton representa um leite fresco entre US$ 0,25-0,27/litro (dependendo da taxa de câmbio). Prosseguindo a tendência atual de preços no mercado internacional (não há nenhuma informação de curto prazo que mostre o contrário), devem-se esperar fortes ajustes de preços ao produtor nos diferentes países, principalmente naqueles mais dependentes do mercado internacional, como é o caso da Nova Zelândia. Neste país, que responde por quase 40% das exportações mundiais de lácteos, os produtores, no cenário de preços elevados do ano passado, exploraram as terras da Ilha Sul (antes usadas para ovinocultura e produção de madeira) e passaram a suplementar seus rebanhos com torta de palma trazida da Indonésia e da Malásia. No entanto, a “mão do mercado” já pegou forte os produtores “kiwis” – como se pode verificar na evolução da linha laranja no gráfico 1, já houve uma redução de quase US$ 0,20/litro equivalente (lembre-se que lá na Nova Zelândia vende-se o leite em Dólares por quuilo de sólidos). Hoje praticamente todos os mercados tem patamares de preços mais altos que os US$ 0,25-0,27 representados pelo mercado de leite em pó e, portanto, fortes ajustes tambpem podem ser esperados em outros países.

Para 2015, fica a dúvida em relação a produção e a capacidade de custos de produção dos sistemas nos diferentes países. Muitos especialistas já prevém um crescimento mais modesto da produção internacional (ao redor de 2% em relação a 2014). A queda de preços do leite coincide com uma recuperação dos preços do milho e da soja no mercado internacional (cerca de 17% para o primeiro e cerca de 12% para a segunda, de acordo com os contratos futuros para Julho de 2015 na Bolsa de Chicago). Neste cenário, já há algumas projeções de recuperação dos preços internacionais a partir do final do primeiro semestre de 2015. Mas afinal, dá pra produzir leite a menos do que US$ 0,25/litro? Em qual país? E por quanto tempo?

Gráfico 2. Preços do milho em Chicago (CBOT) – Contrato de Julho de 2015

Fonte: Ino.com


Gráfico 3. Preços da soja em Chicago (CBOT) – Contrato de Julho de 2015

Fonte: Ino.com

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VALTER BERTINI GALAN

MilkPoint Mercado

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VALTER BERTINI GALAN

PIRACICABA - SÃO PAULO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 01/12/2014

Obrigado a todos pelos comentários!



Caro Marcelo Moura Campos,

Os valores apresentados no gráfico 1 são preços de leite ao produtor em US$ por litro



Caro Mauro,

O Brasil tem um mercado relativamente "protegido" por uma Tarifa Externa Comum (TEC) - alíquota de importação de lácteos de fora do Mercosul - de 28%, além de tarifas adicionais anti-dumping para os produtos vindos da Nova Zelândia e da União Européia. Por isso mesmo, hoje a maior parte das importações de lácteos vem dos países do Mercosul (notadamente Argentina e Uruguai). No entanto, caso os valores do mercado internacional sigam em baixa, as importações a partir de outras origens (notadamente os Estados Unidos, que não tem alíquota anti-dumping) podem ser viabilizadas.



Caro Elder Marcelo,

Segundo os analistas do mercado de lácteos nos EUA, esta "invertida" de preços é devida a ao balanço oferta x demanda interna naquele país

Prezada Alda,

As perspectivas de preços no mercado interno são de redução de preços, principalmente nas bacias do Sudeste e Centro Oeste, ao menos até o leite fornecido em dezembro. No sul do país, ainda que o pico da safra do leite já tenha passado (notadamente no RS e em SC), ainda observamos reduções de preços, como mostram os dados do Cepea publicados hoje aqui no MilkPoint.



Caro Otávio,

Realmente as margens da indústria, notadamente aquelas que processam exclusivamente leite de produtores diretos (não atuando no mercado spot), são bastante baixas neste momento para o leite UHT, leite em pó industrial e queijo muçarela. O que tem aliviado um pouco a questão dos custos industriais são os preços do mercado spot, que já tiveram reduções significativas e continuam baixando fortemente (sugiro que consulte, nesta quarta-feira, no MilkPoint Mercado, o relatório do mercado spot para a primeira quinzena de dezembro)



Forte abraço a todos!



Valter Galan
DARLANI PORCARO

MURIAÉ - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 22/11/2014

Não vejo baixa alguma nos preços dos lácteos até agora , a não ser uma coisa ou outra,  para atrair frêgues . Nós produtores , estamos pagando para produzir , e fica caro, acabamos de passar por uma grande seca,  a grande maioria investiu em alimentação e agora tomamos na cabeça , a conta é alta .
GISMAR SILVA VIEIRA

UBERLÂNDIA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 21/11/2014

O meu consolo como produtor de leite é saber que a qualquer momento posso transformar o meu gado de leite, em gado de corte!! Logico! vendendo perdendo, mas pelo menos, se coloca o fim nesta historia, aonde o produtor não tem a minima força.

Vejo muitos comentarios de pessoas acima, citar que falta profissionalismo do produtor, falam assim pois estão a margem da atividade, por exemplo, como consultores, analista de mercado, mas não colocam a mão na massa e acha que sabem!

Sinceramente receber CENTAVINHOS por litro de leite até hoje com esta crise de falta de chuva e pastagem e achar que vai ter lucro! talvez seja o unico alimento que ainda  está na moeda centavos!!

Como foi falado, varios produtores fizeram investimento achando que o preço de leite iria se sustentar!Aí é nesta hora que falta parceria da industria alertando o produtor deste cenario! Isto é parceria! pois se o produtor morre a industria não vai junto?
DAVI MOREIRA PINTO

CAMPO BELO - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 21/11/2014

Caro Marlucio Pires! Você se mostra uma pessoa compreendida, teu comentário foi muito bem elaborado e mostrou que você tem um bom controle de sua atividade, pois guarda dados anteriores para comparar, coisa que deveria ser feita por todos!

Só faço um complemento, o preço dos produtos lácteos já recuaram com uma certa intensidade no varejo e principalmente no atacado! Hoje já se encontra leite longa vida a R$ 1,50 a R$ 1,75 nas gôndolas. Redução média de R$ 0,70/Litro. Baixa que nenhuma indústria consegue suportar sem que seja repassado parte aos produtores.

Sr. produtores a baixa geral dos preços por parte dos Laticínios não é Cartel, é apenas uma necessidade em comum para todos do segmento. Mercado de leite é um só para todos, o que modifica são os produtores que cada empresa trabalha, hora o produto de certa empresa esta com preço melhor, outrora o da outra, é o desleixo natural de mercado!

Sabemos o quanto é "dolorido" sofrerem redução no preço do leite, mais acreditem, pior ainda é ficarem sem receber, o que é passivo de ocorrer aos produtores que fornecem leite para determinada empresa, e esta por sua vez, não realiza os ajustes de preços.

O momento é de crise para o setor, todo ele!
DARLANI PORCARO

MURIAÉ - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 21/11/2014

Estamos  vivendo um momento mais corrupto da história do Brasil, se parte desse dinheiro fosse aplicado no homem rural, principalmente os pequenos, poderíamos nos tornar uma grande potência em alimentos, pois  não adianta termos pronaf , e outros planos com juros menores , se o valor do produto do homem rural,  não pagar nem o custo para obtê-lo , esse é problema.
CARLOS EDUARDO FREITAS CARVALHO

GOIÂNIA - GOIÁS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 21/11/2014

Vejo muitos comentários dando ênfase na luta pelo preço, quem leva mais é a indústria, comércio ou varejo, e nunca o produtor! As entidades que representam a classe tentam, de diversas formas, saber o que está acontecendo com o mercado para assim informar seus produtores a tomarem as decisões necessárias, contudo, alterar preços em queda no mundo e no Brasil, de maneira significativa para voltar a ter ganhos, é outra conversa.



Infelizmente estamos em uma atividade ainda muito amadora, em todos os elos da cadeia, fazendo com que a atividade seja remunerada apenas quando os preços são considerados excelentes. Precisamos, com urgência, de ajustes na cadeia produtiva e assim saber enfrentar as crises como esta que está em evidência, sendo mais eficiente na produção, na logística, nos tributos e na relação com o mercado. Na verdade, a hora agora é de separar os homens das crianças...
MARLUCIO PIRES

EDEALINA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 20/11/2014

Ótimo artigo. Já era esperada essa queda de preços pagos ao produtor para essa época do ano, pois se analisarmos os anos anteriores, sempre existiu essa situação. O que me revolta e que o leite que produzi no mês de outubro será pago a mim no próximo dia 25, com uma redução de 14%, mas o preço do longa vida e outros derivados ainda não baixaram no supermercado, o que gera uma pergunta: quando a redução de preços será repassads ao consumidor, estimulando assim o consumo, o que ajudaria a amenizar as duas principais causas na baixa ao produtor:  queda nas vendas e aumento na produção. Espero um dia entender melhor esse mercado.
JOSÉ ANÍBAL DO AMARAL

ITAPERUNA - RIO DE JANEIRO - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 20/11/2014

Na verdade a irresponsabilidade do governo pela prática de uma política agrícola deficiente sempre penalizou nossos produtores (agropecuaristas) falta tudo: planejamento,infraestrutura(armazéns,estradas portos deficientes) e acima de tudo a grande preocupação em baixar os custos dos alimentos , (para não alimentar a infração), através da importação; foi assim com o trigo ,milho e com o cenário atual vamos assistir a quebradeira dos produtores de leite e deverá vir acompanhado pelas industrias de laticínios que com as altas margens dos supermercados varejistas ( média de 35%)  e do governo  (icms) está reduzindo o consumo de  derivados lácteos o que vai agravar ainda mais a situação . De quebra ainda temos uma situação de aumento no custo de produção devido à fatores climáticos , só rezando.
GILSON SANTANA FILHO

GOIÂNIA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 19/11/2014

  É impossivel produzir leite nestes valores apresentados. Não podemos esquecer que as exportações de lacteos do Brasil para Russia estão apenas começando. Muitos produtores desistindo da atividade no nosso pais, mao de obra escassa e cara, insumos ladeira acima como adubo, semente, soja, milho, sal mineral, medicamentos, etc, e por incrivel que pareça o leite ladeira abaixo, e a seca severa, aqui na minha regiao tem gente perdendo a plantação de milho por falta de chuva, vender leite a menos de 1 rea é um absurdo, desrespeitol. Nos produtores pagando para trabalhar.  Quando faltar leite o preço sobe.
OTAVIO A. C. DE FARIAS

CABREÚVA - SÃO PAULO

EM 19/11/2014

Caro Valter,

O mercado de commodities lácteas andou em alta nos últimos 2 anos, com queda pronunciada desde o 1o trimestre deste ano em algumas regiões e mais recentemente em outras.

Talvez uma pergunta mais importante neste momento seja - Até quando irá aguentar a indústria ? Enquanto isto, produtores tem recebido valores historicamnente altos em diversas regiões.

Segundo Rabobank, teremos cerca de 1 ano ainda de precos fracos, com possivel recuperação em meados do ano que vem, quando a China retornar ao mercado e quando ( se ) Russia abrir o embargo ao produtos Europeus. Mas enquanto isto, a indústria amarga preços ao produtor relativamente resilientes apesar do Leite em Pó, Manteiga e Queijos terem afundado entre 30 e 50% em poucos meses.

Abraços,

Otavio A. C. de Farias
MARCELO

CAMPINA DA LAGOA - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 19/11/2014

O Brasil só exporta leite em pó para a Venezuela . As quantidades são insignificantes para dizer que os preços internacionais afetam o valor pago ao produtor. Estas dados de queda de preços internacionais são mera desculpa para o cartel dos compradores pagarem menos aos produtores e aumentarem suas margens.

Como ocorreu numa reunião em Cascavel onde os compradores, á portas fechadas decidiram baixar os preços pagos, todos em conjunto, para aumentar suas margens de lucro. Cartel mesmo. Desculpas inventam de monte, mas o preço para o consumidor não baixa. Falta de vergonha na cara.
ALDA MARIA RIBEIRO LEITÃO

TUBARÃO - SANTA CATARINA

EM 19/11/2014

Ótimo enfoque. Gostaria de saber quais seriam as nossas perspectivas por aqui, no sul do Brasil, região do Vale do Braço do Norte, SC. Sou vet e faço algumas consultorias na área de produção de leite.
ROSICLEITON GARCIA DA SILVA

SANTA HELENA DE GOIÁS - GOIÁS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 19/11/2014

Ótimo artigo.

Só que tempos que saber diferenciar nossa estrutura da politica leiteira no Brasil, com a estrutura de países desenvolvidos, O que podemos ver que que as empresas compradoras de leite aqui no Brasil ganharam muito dinheiro a custa do produtor tanto é que existe um cartel de preço pago ao produtor e aquela conversa de qualidade e só para boi dormi.

E falando de preço vemos novamente a incompetência da nossa estrutura agrícola, pois somos auto suficiente em produção de leite para abastecer o mercado interno mas mesmo assim o nosso competente pais importa leite e  derivados de outros países, oque fala de um pais desse minha gente.

Cadê aquele pessoal que nas politicas fala eu apoio os agricultores na hora de pedi voto, cadê nossos órgão de defesa do produtor...

     
MARTÍN BUXEDAS LÓPEZ

MONTEVIDEO - MONTEVIDEO - PESQUISA/ENSINO

EM 19/11/2014

En Europa y Estados Unidos los productores siguen gozando de medidas que estabilizan su ingreso aunque ellas cada vez menos están asociadas a los precios. Por esa vía la oferta de esos países se desliga apreciablemente del mercado.

El mercado libre no ha llegado a los lácteos en esos países, ya que,o con el arroz, tienen los subsidios equivalentes al ingreso del productor más alto.

En esta región los productores han desarrollado estrategias para sobrevivir a las crisis de precio y los gobiernos pueden contribuir con ese propósito.

Martín (de Uruguay)
DAVI MOREIRA PINTO

CAMPO BELO - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 19/11/2014

Este cenário já era previsto há algum tempo ao longo deste ano. Os dados de aumento das produções internacionais já foram relatados em diversos artigos e publicados em várias ocasiões. A  queda das importações por parte do mercado Chinês já vem acontecendo a meses. A oferta elevada de leite e derivados no mercado mundial perdurou durante todo o ano. Este cenário já estava montado, as tendências eram visíveis, para quem acompanha criteriosamente e de forma séria o mercado de lácteos. E mais uma vez vimos indústrias praticarem (e algumas ainda praticando ) políticas incoerentes com a realidade do mercado, resultado, situação financeira delicada.

O Laticínio não tem a obrigação de sempre aumentar o preço pago ao produtor, ele tem sim, a obrigação de caráter ético e social de orientar os produtores sobre a situação real do mercado, suas tendências, seus desafios etc. Presenciei várias situações durante o ano de investimentos de retorno a médio e longo prazo de produtores em suas propriedades, pois não foram alertados sobre um período de turbulência que chegaria breve ao mercado de leite. Este período chegou, e feliz aquele produtor e indústria que se precaveram para se defenderem da tempestade, pois estes sim, chegaram ao outro lado!      
RUBENS DE SOUZA

GOVERNADOR VALADARES - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 19/11/2014

Investimentos em produção Brasil, China, EUA, UE, concorrência generalizada, entrantes no mercado de leite. Tudo isso afeta e muito o consumo. Quanto mais concorrente mais a brica por preço fica maior (Menor Lucro). O Governo dar incentivos para produzir, agora tem que recuperar a economia para incentivar o povo a consumir, sem inflação e medo na hora de pagar a conta no supermercado.



No meu ponto de vista, só assim para fechar a conta no fim do mês.



Rubens de Souza

Diretor Financeiro
FRANCISCO PEIXOTO DOS SANTOS NETO

GOIÂNIA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 19/11/2014

É desanimador. Enquanto todos os custos estão subindo, o leite despenca.

O que fazer?

É aguardar pra ver.
SIDNEY LACERDA MARCELINO DO CARMO

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 19/11/2014

Só poderemos sobreviver se as empresas não importarem.
PEDRO FENATP

UMUARAMA - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 19/11/2014

OHoje o preco da vaca está R$130,00 a @ , vacas menos lucrativas serão destinadas ao abate.
ELDER MARCELO DUARTE

SÃO CARLOS - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 19/11/2014

O que explica essa curva invertida no preço ao produtor nos EUA, diferente de todos os outros ?