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2014 terminou pior do que começou, mas oferta restrita pode ajudar recuperação

POR VALTER GALAN

PANORAMA DE MERCADO

EM 21/01/2015

6 MIN DE LEITURA

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2014 terminou deixando a clara impressão de que o ano foi um desastre para o produtor do leite. Embora a referência do preço médio Brasil apurado pelo Cepea não demonstre claramente (observe o gráfico 1), as quedas de preços praticados pela indústria no campo foram bastante significativas – há relatos de produtores que tiveram redução de até 30 Centavos/litro entre o pico de preços e os valores pagos em dezembro.

Gráfico 1. Preços médios Brasil ao produtor de leite (*)

Fonte: Dados do Cepea e elaboração de MilkPoint Inteligência
(*) – Dados deflacionados pelo IGP-DI (Mês base: dez/14)

A queda de preços, segundo os dados do Cepea, foi de cerca de 14 Centavos entre o pico e dezembro/14. Ao mesmo tempo, a média dos preços de 2014 ficou “apenas” 1,2% abaixo do valor médio praticado em 2013, fruto dos preços mais altos no início do ano.

A questão crítica é que a redução dos preços do leite ao produtor veio acompanhada por um efeito agravante: a subida dos preços dos grãos, principalmente do milho, normalmente 60 a 70% do concentrado fornecido às vacas. No mesmo momento em que os preços do leite “apontaram para baixo”, o milho e a soja “apontaram para cima” – subida de preços de 22% para o milho e 5,8% para a soja (veja os preços mensais do milho no gráfico 2)

Gráfico 2. Preços mensais do milho – Base Campinas (R$/sc)

Fonte: Cepea

O “sofrimento” foi maior para os produtores ligados a empresas que atuam no mercado spot. Os preços no spot (veja, no gráfico 3, as cotações médias Brasil do leite spot até a primeira quinzena de janeiro/2015) acumularam queda de 36 Centavos/litro de leite e, pelas informações apuradas pela equipe do MilkPoint Inteligência, a segunda quinzena do mês ainda mantém esta tendência.

Gráfico 3. Preços médios Brasil para o mercado spot


Houve então aumento das margens da indústria? Aparentemente não ou, pelo menos, não foi o caso da indústria de leite UHT. No atacado, o produto baixou, desde o pico de preços, cerca de 46 Centavos/litro e virou o ano ainda seguindo a mesma tendência (observe os preços do atacado do UHT no gráfico 4). A mesma tendência foi observada no varejo, onde o “longa vida” recuou, até dezembro, cerca de 39 Centavos/litro (no gráfico 5 aparecem os preços do longa vida no varejo da cidade de São Paulo).

Gráfico 4. Preços do leite UHT no atacado

Fonte: Cepea

Gráfico 5. Preços do leite UHT no varejo da cidade de São Paulo

Fonte: FIPE & IEA

No “fritar dos ovos”, a queda de preços atingiu, em dimensões diferentes, todos os elos da cadeia. Claramente, houve um desencontro entre o considerável crescimento da oferta de leite (7,3%, segundo o IBGE, até setembro) e a demanda por derivados lácteos, numa economia que em 2014 “andou de lado” (crescimento, ainda não oficial, de cerca de 0,15% do PIB em relação a 2013).

Este “desencontro” de oferta e demanda foi bastante aliviado pelo efeito da balança comercial láctea em 2014. Basicamente nossas exportações cresceram quase 340% e nossas importações caíram 30%, “retirando” cerca de 730 milhões de litros de leite do mercado (volume que equivale a cerca de 3% da produção formal do país).

E para 2015? Qual o cenário?

Se no final de 2013/início de 2014 os preços relativos indicavam uma grande competitividade dos lácteos brasileiros no mercado internacional, 2015 começa com um cenário bastante diferente e potencialmente desafiador para a cadeia láctea nacional.

Tabela 1. Cenários de preços internacionais do leite em pó, taxa de câmbio e equivalente leite fresco no Brasil

Fonte: MilkPoint Inteligência

Na tabela 01 podemos identificar os diferentes momentos do mercado e associar a resultante de competitividade para o leite brasileiro:

Em verde, os patamares de preços internacionais no final de 2013/início de 2014 indicavam que a uma taxa de câmbio de 2,36 R$/US$ (média daquele momento), nosso leite era competitivo para a exportação com preços menores que R$ 1,21/litro (a média Cepea para dez/13 foi de R$ 1,02/litro sem Funrural e para jan/14 de R$ 0,97/litro). O resultado foi o estrondoso crescimento de nossas exportações mencionado anteriormente.

Em vermelho, os atuais patamares de preços praticados no mercado internacional (do piso, estabelecido hoje pelo leilão GDT, de US$ 2.402/ton de leite em pó integral, até a cotação do USDA para o mercado europeu, cerca de US$ 2.800/ton). Nesta faixa de preços e com uma taxa de câmbio de 2,65 R$/US$ (média de janeiro até o momento), nosso leite deveria estar entre R$ 0,63 e R$ 0,74/litro para ser competitivo no mercado internacional (Cepea média Brasil de dez/14, sem Funrural, aponta para cerca de R$ 0,96/litro). Portanto, o cenário do mercado brasileiro hoje é mais importador do que exportador.

Finalmente, em azul, indicamos o futuro, possivelmente a partir de julho deste ano; espera-se por uma recuperação dos preços internacionais (para uma faixa entre US$ 3.000 e 3.500/ton) e uma taxa de câmbio ao redor de 2,75 e 2,8 R$/US$ (é o que sinalizam os contratos futuros de câmbio da BMF hoje). Neste cenário, para viabilizar a exportação, o leite deveria estar num patamar entre R$ 0,83 e R$ 1,01/litro – algo pouco provável em nossa visão para os preços de leite em plena entressafra. Portanto, o cenário do mercado brasileiro no médio prazo é também mais importador do que exportador.

Em relação aos custos de produção, 2015 deverá ser bastante mais desafiador ao produtor do que foi 2014. A tabela 2 mostra os preços médios de leite, milho e soja desde 2007, bem como a relação de troca entre o leite e os dois cereais.

Tabela 2. Preços do leite, milho e soja e relação de troca entre eles

Fonte: Elaboração MilkPoint Inteligência com base em dados do Cepea e projeções próprias
(*) – Crescimento segundo a Pesquisa Trimestral do Leite do IBGE
(**) – Projeção MilkPoint Inteligência
(***) – Projeção de MilkPoint Inteligência para o preço médio do leite e contratos futuros da BM&F Bovespa para os valores futuros de milho e soja

Com relação a 2015, alguns pontos importantes a destacar:

• Por conta do cenário econômico de baixíssimo crescimento do PIB projetado para 2015, dos estoques elevados nas empresas na virada do ano, do cenário mais importador que exportador e dos preços mais baixos neste começo de ano em relação a 2014, nossa expectativa em relação aos preços médios ao produtor é de que sejam, em média, ligeiramente mais baixos do que os de 2014 (projetamos uma deflação em valores nominais de cerca de 1,4%);

• Ao mesmo tempo e usando a referência dos preços futuros na BM&F Bovespa (na referência do dia 20/01/2015), o poder de compra do leite em relação ao milho estará pior este ano – o produtor precisará de 27,9 litros de leite para comprar 1 saca de milho. E, compensação, o mercado futuro da soja projeta preços inferiores aos de 2014, com um ganho no poder de compra do produtor (que precisará de 59,4 litros de leite para adquirir 1 saco de soja). No balanço entre os dois cereais, o concentrado no cenário utilizado aumenta cerca de 3%.

Um cenário alternativo, que pode ser considerado, é uma recuperação mais rápida do que a prevista nos preços internacionais (neste momento há notícias de condições bastante desfavoráveis de chuvas na Nova Zelândia e na Austrália). Esta condição, associada a um crescimento menor do que o originalmente previsto (ou mesmo uma retração da produção), em função do clima + a relação de troca desvantajosa do leite em relação ao milho e a soja, podem elevar mais rapidamente as cotações no mercado interno, recuperando, parcialmente, o poder de compra do leite frente aos cereais. Neste cenário, atingiríamos um pico de preços mais rapidamente, e a manutenção deste patamar seria função da competitividade do leite nacional frente às importações (que, possivelmente, passariam a ser mais competitivas) e da relação de troca leite vs. concentrado.

De qualquer maneira, 2015 será um ano desafiador ao produtor de leite, tanto em relação aos seus principais itens de custo, quanto em relação a demanda por seu leite (e, pelos derivados lácteos com ele fabricados). O gerenciamento dos custos dentro da fazenda, principalmente em relação ao fornecimento de concentrado e a aferição do retorno em produção de leite, deverá ser preocupação diária, já que o ano indica margens mais apertadas ao produtor.

ARTIGO EXCLUSIVO | Este artigo é de uso exclusivo do MilkPoint, não sendo permitida sua cópia e/ou réplica sem prévia autorização do portal e do(s) autor(es) do artigo.

VALTER GALAN

MilkPoint Mercado

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FLÁVIO CABRAL RAMPE

JERÔNIMO MONTEIRO - ESPÍRITO SANTO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 26/02/2015

Aqui na minha região ta faltando água para o gado beber, só sei dizer que cada dia piora, mas ainda tenho muita fé em Deus, Ele não vai esquecer do produtor rural.
FRANCISCO PEIXOTO DOS SANTOS NETO

GOIÂNIA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 05/02/2015

Estou chegando a conclusão que é mais fácil tirar leite de pedra que de vaca. Pedra não come, não fica doente, não exige mão de obra...e não nos obriga a enfrentar as oscilações de preços como a que está ocorrendo e sem uma justificativa clara por parte das industrias. E sempre quem paga o pato é o sofrido produtor e vai continuar sendo.

Mas mesmo com um quadro não muito animador para 2015 pretendo continuar tirando leite é de vaca, das pedras quero apenas achar o caminho para atravessar 2015 de forma mais tranquila, sei que não será fácil mas não vou desistir.

No mais desejo a todos que labutam com o leite, SUCESSO E BOA SORTE.
VALTER BERTINI GALAN

SÃO PAULO - SÃO PAULO - INDÚSTRIA DE INSUMOS PARA LATICÍNIOS

EM 26/01/2015

Olá Henrique, boa tarde!



Obrigado por seu comentário! Realmente a discussão sobre o controle da oferta em determinadas épocas do ano (por exemplo, via sistemas como cota/excesso) é algo que suscita discussões! Sabemos que muitas regiões brasileiras produzem leite com base em pastagens tropicais a custos competitivos e, por outro lado, outras regiões e/ou sistemas de produção tem uma produção mais estável (o que garante um suprimento mais estável de leite ao longo do ano) e que sofrem com as oscilações de preços que ainda observamos no mercado.



Na minha opinião, o tema vale uma análise mais aprofundada e, aparentemente, não tem uma resposta pronta; até mesmo porque ele está diretamente relacionado a competitividade presente e futura do leite brasileiro e aos sistemas de produção "vencedores" no futuro.



Grande abraço!



Valter


HENRIQUE COSTALES JUNQUEIRA

CASTRO - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 26/01/2015

Prezado Valter, gostaria de contribuir com a análise nos seguintes pontos: De fato com a expectativa que temos para a economia brasileira (PIB baixo, alta inflação...), e conhecedores de que derivados de leite tem comportamento elástico (poder aquisitivo baixo = poucas vendas), temos uma perspectiva de preços baixos pagos aos produtores em 2015. Por outro lado, parte dessa desorganização do mercado vem do fato de que a produção de leite do sul do país (RS, SC, PR) vem crescendo muito e com característica sazonal. As empresas há muito não trabalham com políticas de cota e excedente (excesso) de produção, e o leite está vindo com muita força em setembro, outubro e novembro. A produção é sensível a preço; a oferta poderá reduzir porque alguns produtores colocarão o pé no freio. Não é de se duvidar que após a "inundação" de leite, poderemos repentinamente encontrar um "deserto" na oferta de leite. É difícil mensurar o peso dos itens nos pratos da balança da oferta e demanda! Vamos ver, mas de qualquer forma, voltar a falar e praticar políticas de cota e excedente de produção poderia ser muito saudável para a cadeia do leite no Brasil.   
ROMILDO JÚNIOR

NOVA FRIBURGO - RIO DE JANEIRO - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 26/01/2015

Parabéns pela matéria Valter.

DESAFIADOR , este é o cenário para 2015.

Mas, o foco de 2015, deverá ser essa seca no sudeste. Produtores de leite lutando para dar água a seus animais, alguns tentando diminuir a quantidade de animais, córregos secando, etc. Extremamente preocupante
DIEGO SILVEIRA MARTINS

SACRAMENTO - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 26/01/2015

O próprio governa não está preocupado com a falta de chuvas se vai ou não prejudicar alguma das nossas lavouras e atividades rurais. Não cabe a nós fazer previsões antecipadas do clima para a produção de leite, sendo que sem chuvas no mesmo período do ano passado nós mantivemos a nossa produção e chegamos no final do ano com noticias de produtores e alguns laticínios que não tinha o que fazer com leite alguns jogando fora. Se jogou é por que sobrou não é ? E se tivesse secado e estocado para agora na entre safra ?



Agora com todos os comentários a respeito de trabalharmos mais unidos produtores e indústria contra os atacadistas e varejistas essas sim são validos. Pois fazemos nossa lição de casa com baixa de preços para regular a produção sendo poucas vezes pegamos promoções de produtos lácteos direto ao consumidor.  



Vamos ser mais profissionais em nosso setor, pois eu como gerente de campo e também produtor sinto que somos mais corruptos que a corja de políticos no congresso nacional que não estão nem aí pra nada, tudo gira entorno de especulação de preços e do que irá acontecer. A uma discrepância tão grande de artigos publicados em sites e revistas do setor para elaboração de custo e do que realmente acontece no campo que a maioria dos produtores não entendem e ficam na duvida voltando para a especulação e o achismo.



  Tenho 29 anos de idade e olha que essa ladainha de achismo e especulação do que vai acontecer é do tempo  "EU ENTENDO POR GENTE" como diz meu pai e meu avô.



Grato



Diego
MARCOS ANTONIO RODRIGUES

ABADIÂNIA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 23/01/2015

Tem que fazer magica para sobreviver nessa atividade,o salario, energia, oleo diesel, medicamentos enfim tudo sobe. O custo  sempre segue adiante, agora o leite cai o seu valor e retorna a preços praticados a cinco seis anos atras. Infelizmente nao tem como continuar produzindo leite nesse pais.
NIVIO MIRANDA ROLIM

BASTOS - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 23/01/2015

As perdas de milho e sorgo aqui no oeste do estado de são paulo ja são irreversiveis. Quem plantou teve perda de 50% quando não perdeu tudo. Eu tenho 2 areas de plantio de sorgo, uma plantei a uns 12 dias e tenho que replantar, outra nem consegui plantar ainda. E não chove, será que vai haver tempo pro sorgo desenvolver de agora pra frente????? Dificil, muito dificil mesmo.  
GILSON SANTANA FILHO

GOIÂNIA - GOIÁS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 22/01/2015

Sou produtor de leite em Goiás e aqui a falta de  chuva está provocando perdas enormes . Não chove as nascentes estão secando e como vamos fazer sem silo de boa qualidade e sem água. Aqui no centro oeste não temos Boas expectativas de produção no ano que se inicia.
PAULO EVERSON KOBS

CUNHA PORÃ - SANTA CATARINA - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 22/01/2015

  Contando com todos os fatores citados, ainda temos que lembrar que o combustível, energia elétrica e até impostos aumentaram... MAS O BRASIL É O MELHOR PAÍS DO MUNDO PARA VIVER...TEM LUGAR PARA TODAS AS PESSOAS, DE QUALQUER PAÍS...Este é o nosso BRAZSIL...
NELSON JESUS SABOIA RIBAS

GUARACI - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 22/01/2015

Sinto falta de informações sobre a formação padrão do custo da produção de leite. Se puder me diga se existe isso disponível em algum lugar. Por exemplo: custo teórico de produção a pasto.
FABIO GOMES DE SOUZA

BARBACENA - MINAS GERAIS - INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

EM 22/01/2015

De todos os índices ruins, ainda o mais preocupante e a falta de agua, no sul e sudeste de MG.
LEONARDO DE ALMEIDA BRAGA

FORMIGA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 22/01/2015

O produtor precisa buscar maior produtividade e a indústria maior eficiência na venda de seus produtos. Quem está obtendo resultado é apenas o varejo. O leite spot foi o responsável por grande parte da queda do leite. As industrias que estão neste mercado e os produtores que vendem seu leite para estas indústrias tem que rever estratégia.
RICARDO CÉSAR MACHADO BRAGA

PATOS DE MINAS - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 22/01/2015

Além de todos estes fatores citados no texto e a seca no sudeste mencionada pelo colega Sidney, me preocupa ainda o fator demanda interna, uma vez que a incompetência e a irresponsabilidade deste governo está destruindo a economia do nosso país e com isso a tendência de um crescimento do desemprego é grande...
DARLANI PORCARO

MURIAÉ - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 21/01/2015

Vergonhoso , porque nos mercados , os lácteos não abaixam seus prêços.
NAGILA SILVA DAL POZ DA SILVEIRA

CAMPINA DA LAGOA - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 21/01/2015

esse grafico mostra bem que em 04 anos o preco esta o mesmo, enquanto tudo subiu,  

tem algum magico para continuar produzindo leite
SIDNEY LACERDA MARCELINO DO CARMO

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 21/01/2015

Prezado,



Vc esqueceu de mencionar a seca na região sudeste do Brasil e o limitador será água disponível para os animais. As nascentes não param de secar. E outro o milho será ensilado sem grão. Não chove. É só DEUS não tem o que fazer.



grato
HENRIQUE MAGNO ATAIDE DA SILVA

ARARUAMA - RIO DE JANEIRO - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 21/01/2015

Sem comentários o setor lácteo, principalmente o leite UHT no Brasil.
MilkPoint AgriPoint