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Setor reduz produção para atingir metas de racionamento

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 05/07/2001

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Empresas do setor rural afirmam estar conseguindo atingir as metas estabelecidas pelo plano nacional de racionamento de energia, iniciado há um mês. O resultado, no entanto, tem sido alcançado por meio de redução de produção e demissões.

Na opinião do chefe do Departamento Econômico da Confederação Nacional de Agricultura (CNA), Vicente Nogueira, a maior preocupação do setor produtivo é quanto à especificidade de cada caso. Em sua avaliação, setores como os da produção de perecíveis deveriam receber tratamento diferenciado - como a produção de leite. "Não tem como impedir a vaca de produzir", argumenta.

O diretor-presidente da Cooperativa Central de Laticínios de Goiás (Centroleite), Fernando Vilela, afirma que, para atingir as metas, muitas empresas estão reduzindo em até 20% as compras de leite. "Sobrou para o produtor, que está tendo que procurar novos compradores e com isso teve redução no preço de leite de até 40%", afirma.

O laticínio Morrinhos - LeitBom, de Goiás, fechou unidades, demitiu 40 trabalhadores e, mesmo assim, algumas das suas filiais não estão atingindo as metas. Das 22 unidades, dezoito estão em funcionamento - dessas, cinco estão no Pará. O diretor administrativo da Morrinhos - LeitBom, Marco Antônio Frascino, explica que, exceto na unidade de São Luís de Montes Belos, a redução no consumo é obtida com o desligamento dos tanques resfriadores (até o limite, para o produto não azedar) várias vezes ao dia e de outros equipamentos e lâmpadas.

Na unidade de São Luís de Montes Belos, a meta de consumo era de 315.878 KW/h, mas a indústria tem gastado 537.435 KW/h. "No período de um ano, aumentamos em 30% a produção. É impossível consumir o mesmo que em 2000", disse Frascino. Para reduzir o consumo, a indústria pretende aumentar o uso do gerador. Se não for suficiente, o plano emergencial prevê mudança na linha de produção, com a fabricação do que consome menos energia, além de férias coletivas aos trabalhadores. A produção poderá também ser redirecionada para o Pará.

fonte: Gazeta Mercantil (por Neila Baldi), adaptado por Equipe MilkPoint

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