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Setor leiteiro do Rio Grande do Sul reivindica aumento de fiscais agropecuários

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 14/08/2013

2 MIN DE LEITURA

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A produção de leite envolve cerca de quatro milhões de pessoas de norte a sul do país. Além dos produtores rurais, o papel dos fiscais agropecuários é fundamental para garantir a segurança do alimento. A categoria, porém, se diz sobrecarregada e reivindica mais profissionais.


Foto: Henrique Siqueira / Especial

No Brasil, há cerca de três mil fiscais federais agropecuários. Eles são responsáveis pela segurança alimentar dos produtos de origem animal e vegetal. Atuam na fiscalização de portos, aeroportos, postos de fronteira, propriedades, indústrias e laboratórios. No setor leiteiro, apenas 190 profissionais se revezam na inspeção de 1.485 estabelecimentos voltados para industrialização do leite, em todo o país. O número reduzido de profissionais pode ficar ainda menor. É o que afirma Priscila Moser, diretora do departamento de comunicação do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa).

– A nossa expectativa é que se tenha ainda um recuo de fiscais em função de aposentadorias. Desde 2007 a gente vem pleiteando a necessidade de concurso. O último foi há seis anos, realizado no Ministério da Agricultura para fiscais federais agropecuários. Além disso, um dos pleitos do sindicato, é que se faça a regularização de alguns médicos veterinários que atuam na fiscalização de estabelecimentos, e que não são fiscais agropecuários – explica.

Recentemente, em uma operação conjunta com o Ministério Público do Rio Grande do Sul, os fiscais agropecuários ajudaram a desmontar um esquema de adulteração de leite promovido por empresas de transporte. Foi a partir da suspeita de um fiscal que as primeiras análises foram feitas. A fraude levou quinze pessoas à prisão e interditou três postos de resfriamento.

A fiscal federal agropecuária, Milene Cés, explica que as amostras são analisadas para saber se o produto atende aos padrões mínimos de qualidade, estabelecidos em lei. Os testes podem detectar se há presença de substâncias não permitidas. Ela destaca que, depois da operação leite compensado, o formol passou a integrar a lista de testes obrigatórios.

– São feitos normalmente os testes de rotina, assim como são analisados, a temperatura, o teor de gordura e outras fraudes. Entre elas, nós incluímos mais um, que é o do formol – disse.

Segundo Milene, o Laboratório Nacional Agropecuário do Estado Gaúcho, recebeu mais de 68 mil ensaios para testes em leite UHT. No Rio Grande do Sul há 11 fiscais para atender todo o Estado, que possui mais de 30 fábricas de laticínios, 56 postos de resfriamento e 19 usinas de beneficiamento

– Desses, três trabalham aqui na sede, na superintendência, oito atuam diretamente nas indústrias de leite, principalmente, na região norte e noroeste, onde concentra quase 80% do volume de leite. Nós necessitaríamos mais fiscais, precisamos reforçar essa equipe principalmente nessa região – destaca ela.

As informações são da Rural BR, adaptadas pela Equipe MilkPoint. 

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