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RS: lançado plano inédito de saúde animal

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 15/10/2009

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Foi lançado em Arroio do Meio, nesta quarta-feira (14), o Plano de Saúde Animal da Pecuária Leiteira do Rio Grande do Sul. Trata-se de um projeto inédito para controle e erradicação de brucelose e tuberculose de bovinos e bubalinos, que posteriormente deverá ser implantado em todo o Brasil.

"Este projeto piloto traz a certeza do desenvolvimento aliado à sanidade animal e à qualidade sanitária dos produtos da cadeia leiteira, possibilitando a abertura de mercados mais exigentes e com melhores preços para nossa produção", afirmou, durante o lançamento, o secretário da Agricultura, João Carlos Machado. O objetivo do programa é tornar as pequenas propriedades rurais livres de brucelose e tuberculose bovinas.

Dentro de um ano e meio aproximadamente, o projeto deverá estar concluído na região do Alto Taquari, com a certificação oficial das 2,7 mil pequenas propriedades dos seis municípios que formam a Comarca de Arroio do Meio (Arroio do Meio, Capitão, Coqueiro Baixo, Nova Bréscia, Pouso Novo e Travesseiro). A adesão ao plano é voluntária. Será considerada livre de brucelose e tuberculose a propriedade que apresentar resultado negativo para três testes aplicados em todos os animais. O último teste será feito por órgão oficial, com análise igualmente feita em laboratório oficial.

O Plano de Saúde segue a metodologia do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Foi desenvolvido em parceria entre Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ministério Público Estadual, Fundesa, prefeituras da Comarca de Arroio do Meio, Univates, Farsul, Fetag, Sindilat e Movimento dos Pequenos Agricultores. Participaram do lançamento autoridades, entidades ligadas ao setor e mais de 130 produtores rurais da região do Vale do Taquari.

As informações são do Governo do RS, adaptadas e resumidas pela Equipe MilkPoint.

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JOSÉ PEDRO FRANQUEIRA JUNQUEIRA

SÃO LOURENÇO - MINAS GERAIS

EM 19/10/2009

A preocupação do Sr Egon é muito oportuna pois o ônus da erradicação destas doenças ficou somente para o produtor, e mesmo que se diga que no final ele será beneficiado, também o governo será com maiores arrecadações, porém seria justo uma divisão de custos.
EGON KRUGER

PALMEIRA - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 15/10/2009

Eu gostaria de saber quem vai pagar pelos animais positivos sacrificados, e quem vai ajudar o proprietario quando ele perder todos os seus animais?

É muito bom e concordo com a erradicaçao da TB e BR, mas o produtor nao pode arcar de novo com este onus, pois é muito triste ver os seus animais sendo sacrificados tendo governantes omissos e nao pagando os animais sacrificados e dizendo por ai "nós erradicamos a TB BR do nosso municipio... estado, e logo vao perceber que tambem erradicaram os produtores rurais.
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