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Rabobank prevê retorno da escassez de leite

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 01/10/2012

2 MIN DE LEITURA

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O mercado global de lácteos parece estar se dirigindo para um período de escassez da oferta nos próximos 12 meses, de acordo com o Rabobank.

A analista sênior do setor de lácteos do Rabobank, Hayley Moynihan, disse que o estreitamento emana principalmente do lado da oferta, onde os baixos preços do leite, custos extremos dos alimentos animais e problemas relacionados ao clima deverão desacelerar o crescimento na produção de leite em regiões exportadoras.

"A redução no crescimento da produção de leite em regiões exportadoras será suficiente para não acompanhar até mesmo um crescimento modesto no consumo que esperamos nas economias avançadas - considerando uma previsão econômica moderada na União Europeia (UE) e nos Estados Unidos".

Moynihan disse que isso reduzirá a oferta exportável disponível das "Sete Grandes" regiões exportadoras do mundo nos próximos meses de 2012 e na primeira metade de 2013.

"Com pouco estoque excedente no mercado, a equação então se torna simples - qualquer aumento na demanda de importação nas regiões deficitárias criará escassez na oferta, com a extensão da escassez impulsionando o apetite por importações", disse ela.

Considerando um modesto aumento planejado nas importações nos próximos 12 meses das principais regiões importadoras, o Rabobank espera que os preços aumentem substancialmente no mercado internacional para trazer o racionamento da demanda necessário para equilibrar o mercado e mover os preços em um alinhamento com os aumentos já evidentes nos preços atacadistas dos Estados Unidos e da UE.

Na Nova Zelândia, a estação de 2012/13 começou bem. Os produtores de leite e as vacas estão bem posicionadas para um bom começo de estação e o clima tem sido relativamente favorável até agora, disse Moynihan. "A produção de leite foi cerca de 13% maior do que no ano anterior para os três meses até agosto. Entretanto, esses meses representam um ponto baixo da oferta de leite da estação e seria imprudente esperar que esse crescimento continue".

O Rabobank espera que o fortalecimento da estação na Nova Zelândia seja principalmente determinado pelo grande volume de primavera nos próximos meses.

A previsão de preço do leite da Fonterra para a estação foi 5% menor em agosto, para NZ$ 5,25 (US$ 4,34) por quilo de sólidos do leite e agora está 13% abaixo do nível de fechamento da estação anterior.

"Com mais investimentos no rebanho e nas pastagens para a nova estação, não impactará na produção imediata e nas previsões. Porém, com esse preço, existe pouco incentivo para comprar alimentos animais adicionais para estender a lactação no final desse período se o clima desfavorável reduzir o crescimento da pastagem".

Moynihan disse que a replicação da produção "fenomenal" do ano passado ficará mais difícil à medida que o ano progride, considerando a excepcional combinação do clima fabuloso e dos maiores preços em prática no momento.

A reportagem é dowww.voxy.co.nz, traduzida e adaptada pela Equipe MilkPoint.

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MOISÉS CANDIDO BERNARTT

NOVA AURORA - PARANÁ - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 19/10/2012

Com um custo de produção nestes patamares, a cadeia de produção de um modo geral, acaba sendo inviabilizada. Só o produtor sabe quantas dificuldades encontra para a entrega de um produto de qualidade, em conformidade com a IN 62. Vejo que a única solução, seria  uma politica por parte do governo federal, que olhe pelo setor produtivo, como tem  feito com os demais setores, caso contrário, se não houver uma maior sensibilidade, um maior incentivo, o produtor acabará se afastando da atividade, que se torna cada vez mais onerosa.
HERMENEGILDO DE ASSIS VILLAÇA

JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO

EM 04/10/2012

  Está na hora de aproveitarmos,desde que haja sensibilidade para o setor, principalmente por parte do governo e da industria.

Contudo, sem QUALIDADE, nada feito.
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