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Pesquisa revela que brasileiros condenam ações do MST

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 22/12/2009

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As invasões de propriedades rurais e atos de vandalismo promovidos pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) são cada vez mais condenados pela população brasileira. É o que aponta pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), encomendada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para avaliar a visão da sociedade sobre o MST, por meio de um levantamento com 2 mil pessoas. Na opinião de 92% dos entrevistados, as invasões são consideradas ilegais e 75% repudiam esta iniciativa como principal solução para obtenção de terras para produção agropecuária e assentamento de famílias.

O estudo também constatou que 72% dos que participaram da pesquisa consideram que o poder público deve utilizar a polícia para cumprir ordens judiciais de retirada dos invasores, enquanto 61% acham que o governo deve cumprir os mandados de reintegração de posse. Já os proprietários de fazendas não devem usar armas próprias para se proteger ou prevenir invasões em suas propriedades, de acordo com 69% dos entrevistados. Segundo 61% das pessoas ouvidas, o caminho mais adequado para resolver a questão destas ocupações ilegais é a justiça.

A rejeição às atitudes promovidas pelos sem-terra nos últimos anos fez com que a população deixasse de associá-los diretamente à reforma agrária. Ao falar do MST, 69% dos entrevistados no estudo encomendado pela CNA ligam o movimento primeiramente a invasões, 53% a atos de violência, e 54% atribuem os conflitos no campo ao MST. Soma-se a este indicativo o fato de que 78% citam as invasões como principal ação dos seus integrantes para atingir seus objetivos.

A pesquisa revela ainda que 57% consideram que o MST se desviou dos seus principais objetivos. Em relação a um deles, a reforma agrária, 66% acham que as invasões não têm como foco o assentamento das famílias, mas uma forma de pressionar o governo federal. Observou-se que 60% acreditam que o MST prejudica a reforma agrária. Ainda no estudo, mais de 70% dos entrevistados responderam que a organização prejudica o desenvolvimento econômico e social, a geração de empregos, os investimentos nacionais e estrangeiros e a imagem do Brasil no exterior.

Em relação às movimentações financeiras do MST, a pesquisa mostrou que 56% das pessoas ouvidas acreditam que o movimento recebe recursos públicos federais. Para 28% deles, estas verbas financiam principalmente as invasões de terra. Desta forma, constatou-se que 82% apóiam a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar quem de fato dá suporte financeiro aos integrantes do movimento.

As informações são da CNA, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

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CARLOS EDUARDO COSTA MARIA

ANHEMBI - SÃO PAULO - INSTITUIÇÕES GOVERNAMENTAIS

EM 13/01/2010

É mais um dado de como o governo se comporta de maneira muito omissa frente às ações deste movimento, que de muito se distanciou do objetivo de lutar por uma reforma agrária decente, sem conotações ideológicas.O que se percebe é que este movimento está mais focado em desestruturar as bases do agronegócio e promover a anarquia, como nas velhas guerrilhas comunas.Cabe a todos nós, que vivemos da agricultura e do agronegócio em geral, alertar cada vez mais a sociedade, sobre as verdadeiras intenções deste grupo, que não tem nada a ver com a realidade do nosso homem do campo.
DARLANI PORCARO

MURIAÉ - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE LEITE

EM 22/12/2009

A MAIORIA DOS INTEGRANTES DOS SEM TERRA, NUNCA PEGOU EM UM CABO DE ENXADA, NÃO TEM VISÃO ALGUMA DO AGRONEGÓCIO. BASTA VER UM EXEMPLO QUE DEIXOU TODOS NÓS ABISMADO, FOI A VIOLENCIA DA FORMA COMO FOI ARRANCADA AQUELES PÉS DE LARANJAS PELOS TRATORES DA FAZENDA.ENQUANTO OS REAIS PRODUTORES PASSAM DIFICULDADES PELOS BAIXOS PREÇOS OBTIDOS COM A VENDA DE SEUS PRODUTOS PRINCIPALMENTE O LEITE, ALGUNS TENDO QUE VENDER ATÉ SUA TERRA PRÁ PAGAR DÍVIDA, OS INTEGRANDES DO MST SÓ CRIAM VIOLENCIA NO CAMPO E AINDA RECEBEM AJUDA DESSE GOVERNO E DE OUTROS ORGÃOS.
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