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MG: Emater e Polo do Leite organizam missão à China

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 11/03/2010

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A regional da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) de Juiz de Fora defende a exportação de produtos lácteos para o mercado chinês e acredita que isso dará novo fôlego aos pequenos produtores de leite da região. A perspectiva está sendo levantada pelo Polo de Excelência do Leite e Derivados, que está organizando para o mês de maio uma missão técnica à China. O Polo de Excelência do Leite e Derivados é uma instituição que reúne vários órgãos, entre eles a Emater-MG.

De acordo com Airdem Assis, gerente-executivo do Polo de Leite, há necessidade inicial de representar o Brasil na China, por isso o foco principal é a cooperação técnica e posteriormente um estreitamento comercial. A missão ocorrerá durante a ExpoXangai, exposição internacional com duração de seis meses com previsão de cerca de 70 milhões de visitantes.

Para a empresa pública mineira, que tem na agricultura familiar o foco de suas ações, se a exportação de lácteos de fato vier ocorrer, os pequenos produtores pecuaristas da região também serão beneficiados. "Se tiver um aumento de exportações, principalmente de lácteos, isso facilitará para o produtor, pois ele pode conseguir um aumento no preço do litro de leite, visto que a demanda será muito maior", prevê o coordenador técnico regional da Emater-MG, Antônio Domingues. Segundo ele, "ainda há a possibilidade de que no futuro termos parceiros chineses como sócios em laticínios, em nosso Estado e na região".

Na primeira reunião do ano feita pelo Polo do Leite com os membros da instituição, consultores garantiram que o mercado do país asiático é bastante promissor quando se trata do leite brasileiro. Com uma economia em constante ascensão, a China apresenta grande produção láctea, porém, a tecnologia empregada é cara por conta das variações no clima e solo do país, principalmente no que tange as oscilações da temperatura. Diante de tal cenário, a aproximação brasileira com a China pode ser interessante para as duas nações, pois como ocorrem com outros produtos agropecuários, a potência asiática pode vir a ser uma compradora de enorme importância.

A matéria é de Bárbara Duque, publicada na Agência Minas, adaptada e resumida pela Equipe MilkPoint.

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ALYSSON LUCIANE FERREIRA

BARROSO - MINAS GERAIS - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 11/03/2010

Parabéns pelo trabalho! Que este seja um dos vários a serem feitos rumo a garantir, presença brasileira no mercado exterior, principalmente o mercado chinês que a cada dia apresenta um crescimento no consumo de alimentos favorável aos paises que estiverem preparados para abastecer o mercado externo.
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